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A Oficina dos Livros Proibidos

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Colónia, alvores do século XV. Ares de reforma e de mudança assolam uma Europa governada ainda pelas superstições e velhas crenças. A difusão do saber está em poder de uns poucos. No entanto, um pequeno grupo de sábios e eruditos que se reúne na mais absoluta clandestinidade está ligado por uma ambição comum: a transmissão cultural ao povo. Como? Através dos livros.

Uma aventura de fundo histórico onde se misturam religião, poder, sexo, violência, amor, lealdade, traição, amizade… A Oficina dos Livros Proibidos é um romance que prende com a sua intriga e cujo ritmo se acelera de forma imparável até chegar a um desenlace surpreendente, ao nível de O Nome da Rosa.

Uma história inesquecível e intensa que envolve o leitor na magia dos livros.

568 pages, Paperback

First published February 1, 2011

14 people are currently reading
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About the author

Eduardo Roca

3 books3 followers

Ratings & Reviews

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5 stars
70 (22%)
4 stars
118 (38%)
3 stars
89 (28%)
2 stars
31 (10%)
1 star
2 (<1%)
Displaying 1 - 30 of 37 reviews
Profile Image for Maria Espadinha.
1,167 reviews521 followers
August 10, 2025
O Poder dos Livros


Os Livros libertam!
Os Livros iluminam a escuridão!

Os Livros são guerreiros sem armas!
Os Livros são armas sem balas!

Os Livros Transformam!
Os Livros fazem o Mundo melhor!

A Oficina dos Livros Proibidos fala-nos do poder dos Livros!
A Oficina dos Livros Proibidos é uma História de Amor — uma História de Amor pelos Livros!👍👍👍💕

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The Power of Books


In Books we Travel
In Books we Learn
In Books we Live

The Workshop of Forbidden Books is a Book about Love — Love for Books 👍👍👍💕
Profile Image for Angela.
672 reviews30 followers
July 28, 2018
"« ...und werdet die Wahrheit erkennen, und die Wahrheit wird euch frei machen.» _ e conhecereis a verdade e a verdade far-vos-á livres. "

Confesso que esperava mais deste livro.
A historia começa com muito boas premissas, com personagens interessantes e um enredo estimulante, que ao longo do livro se vai tornando cada vez mais monótono e um tanto quanto melancólico como algumas das suas personagens.

Profile Image for Leonor Lopes.
253 reviews34 followers
May 30, 2016
1430, numa altura em que predominava a fome e a pobreza, esta história intrigante envolve violência, amor, perda, poder, sexo, traição e romance. Com múltiplos personagens, há duas personagens que se evidenciam e me cativam.

A história do ourives Lorenz que após a perda trágica da mulher, vive para a sua filha, Erika. Vive com o fardo doloroso pela perda da esposa, porque afinal, quando há amor, existe dor.
Com paixão pelos livros, descobre a imprensa, para agrado de uns e desagrado de outros… Desta forma, consegue copiar um livro, dezenas de vezes e muito mais rapidamente do que manualmente pelos copistas.
Erika, dedicada ao pai e á casa, complementa a sua vida com os livros e o trabalho do pai. Mas, uma vez em idade namoradeira, conhece um jovem por quem se apaixona, mas nada sabe dele… apenas que tem um comportamento algo esquisito, pois quando o chama, ele continua a caminhar como se ela não o tivesse chamado.

Nikolas, é o copista de livros mais bem sucedido e conhecido. Ele possui vários copistas, resgatados da rua de uma vida miserável. Gratos pelo acolhimento de Nikolas, eles trabalham arduamente a copiar constantemente livros. O responsável dos copistas é surdo e é seu filho Alonso, mas ninguém sabe. Porque o oculta? Homem sábio, que incute conhecimento e nobreza ao seu filho, dado que acredita que a sabedoria não é nada, quando não é acompanhada por um coração nobre.

Esta história desenvolve-se de um modo imprevisível, dado que a história é intrigante até ao fim.

O que mais retive nesta história? Um aprofundamento do meu respeito pelos livros!
Eduardo Roca, com a criação destas personagens fictícias e com um engenhoso enredo, transporta-nos para a idade média e faz-nos compreender o valor de um livro, desde essa altura. Dei por mim a pensar no valor inestimável de um livro, pois a única forma de obter uma réplica nessa altura, seria através de uma árdua cópia manual do texto e posterior encadernação em couro, cozido á mão. Só mais tarde surge a imprensa. Compreendo agora a verdadeira riqueza de quem possuía uma biblioteca nessa época.

E como um bom leitor saberá colher o proveito que o livro merece, eis uma leitura obrigatória e que recomendo àqueles que nutrem uma paixão pelos livros!
Profile Image for Martyna.
2 reviews21 followers
February 11, 2022
Kupiłam tę książkę chyba z 7 lat temu na wyprzedaży w sklepie za całe zawrotne 4,99zł, bo zaintrygował mnie tytuł, a poza tym książka za piątka - nie można obok niej przejść obojętnie. Po powrocie do domu przeczytałam krótki opis z tyłu i stwierdziłam, że meh - chyba oddam bez czytania, bo w sumie książka o druku? Jakoś nie wpisywało się to w moje klimaty. Niedawno, robiąc porządek w biblioteczce, wpadła mi ponownie w ręce i stwierdziłam, że najwyższy czas dać jej szansę. Pierwszych kilka stron trochę się ciągnęło, ale gdzieś po kilku pierwszych rozdziałach totalnie się wciągnęłam! Ostatnie 200 stron czytałam już w każdej wolnej chwili i właśnie dotarłam do końca. Daję 5 gwiazdek, bo nie spodziewałam się tak przyjemnej lektury po zapomnianej książce z marketowej promki :)
Profile Image for João Luís  Ferreira.
183 reviews2 followers
July 18, 2022
Cativante, emocionante, revoltante, surpreendente!
Leitura fluída que nos apresenta uma alternativa a uma momento marcante da história literária.
Profile Image for Margarida.
461 reviews44 followers
November 8, 2013
Este livro é apresentado pela própria editora como "o melhor thriller histórico 30 anos após O Nome da Rosa". Parece-me uma associação injusta. Esta obra fica bem distante da obra que é "O Nome da Rosa".
Das 568 páginas o autor poderia reduzir a cerca de metade a extensão do livro. O enredo só se começa a formar a partir do final da 2ª parte (é dividido em 4 partes), pela página 273.
Nas 2 primeiras partes conhecemos a história de Lorenz Bloch, um ourives que é viúvo e tem uma filha adolescente e que trabalha na ourivesaria do sogro, que o maltrata. Devido ao seu amor pela leitura e pela escrita, tentou quando jovem ser copista, mas foi recusado. Começa a fazer experiências até que chega a um engenho mecânico para copiar livros rapidamente, sem a necessidade de copistas.
Como se entende, para além de ser um perigo para a oficina de copistas da cidade, por lhe oferecer concorrência desleal; é um perigo para o poder instituído, assim encarado quer pela Igreja quer pelo poder político no governo da cidade de Colónia. O conhecimento ao ser facilmente distribuído pela generalidade da população poderia mudar mentalidades até ali submissas.

O subtítulo "O conhecimento pode mudar o mundo" deveria ser o real mote da obra e o enredo deveria ter sido objectivamente conduzido nessa linha. A descrição da vida da época quer na população pobre, quer na população rica, os jogos de poder, o sofrimento dos intelectuais que pretendiam aceder ao conhecimento e difundi-lo e verem esse objectivo vedado, todos esses aspectos são importantes, mas não deveriam ocupar a maior parte das páginas da obra e deviam ser aspectos que ajudassem a enquadrar o contexto da época e não que permitissem ao leitor se dispersar e não se focar no que é importante na obra.

Vai existir uma armadilha criada pelo copista dono da oficina que tem o monopólio dos livros laicos na cidade, que vende livros proibidos pela Igreja a nobres poderosos por grandes quantias de dinheiro, para que Lorenz crie várias cópias dos Evangelhos em alemão (algo proibido pela Igreja) e irá enviar um exemplar para o arcebispo. Gera-se uma perseguição e Lorenz no final descobre como foi feito o embuste em que caiu e que o amor vivido com uma mulher que o fascinou foi um logro para servir os interesses do poder da cidade.

Parece-me que a ideia não é má, bem pelo contrário. A obra peca pelo excesso de páginas e pelo contexto histórico e de época se tornar sufocante para o enredo. O autor deveria ter sido mais objectivo e conduzir-nos no enredo criado em torno da invenção da imprensa pelo ourives Lorenz Bloch, o facto de ser necessário esconder essa actividade do poder político e da Igreja e as perseguições de que foi alvo. No final, o autor coloca Lorenz a dar conhecimento a Gutemberg da sua invenção, sendo que Gutemberg informa que irá para Colónia para implementar a invenção e iniciar a tipografia para difundir o conhecimento.
Profile Image for Tempo de Ler.
729 reviews102 followers
September 10, 2016
No seu primeiro livro, Eduardo Roca leva-nos até 1435, à cidade mais antiga do Império - Colónia - fundada pelos romanos quando expulsaram os bárbaros das margens do Reno. Esta foi uma época em que, pouco a pouco, se começaram a verificar mudanças importantes na distribuição do conhecimento, até ali praticamente exclusivo da Igreja e dos nobres. Unidos por uma ambição comum, um grupo de sábios e eruditos procura a difusão cultural, cruzando-se com um novo membro bastante improvável, um ourives, que compensa a falta de cultura com uma curiosidade inata e um nível de habilidade manual que lhe permite construir uma inédita máquina de «impressão» de livros. Um homem de fé, Lorenz debate-se com os perigos da sua missão, acabando por descobrir entre os Evangelhos a derradeira motivação: «…a verdade far-vos-á livres.»

Apesar de ter apreciado imenso o âmbito histórico de A Oficina dos Livros Proibidos aborreceu-me a falta de acção durante a maior parte da narrativa. Compreendo a opção de manter tudo em lume brando até chegar ao clímax mas, neste caso específico, essa escolha acabou por tornar a leitura enfadonha em algumas partes.

O contexto e os ideais/objectivos das personagens foram delineados com grande meticulosidade mas parece-me que Eduardo Roca acaba por sair prejudicado nesta sua tentativa de aperfeiçoar tudo. Estou convencida que uma série de combinações certeiras bastariam para nos deixar a mesma ideia que o autor optou por partilhar em extensos parágrafos. Uma escrita mais arrojada e uma abordagem mais insolente teriam sido mais do meu agrado…

A Oficina dos Livros Proibidos não deixa de ser um óptimo trabalho de suposição sobre um tema muito interessante e com um enorme trabalho de investigação por trás.
Profile Image for bom.dia.
389 reviews
June 28, 2015
Gostei muito. Realmente o conhecimento pode mudar o mundo. Devemos agradecer por nos ser tão fácil hoje em dia termos acesso a um livro independentemente do seu conteúdo. A história que Eduardo Roca inventou para justificar como apareceu a imprensa pareceu me deliciosa, e provavelmente com alguma ponta de verdade lá no meio, quem sabe... Um livro que não vai ficar esquecido na estante de certeza!!!
Profile Image for Iria Cardoso.
Author 20 books33 followers
October 18, 2017
É um romance intrigante de ler, um pouco aborrecido por vezes, mas com uma surpresa no final.
A maneira como o autor construiu a drama e a intriga para que no final não seja aquilo que se está à espera ou a teorizar seja o que for, surpreendeu-me de uma forma positiva, devido às várias voltas que dá.

Para quem gosta de romances históricos, aconselho.
322 reviews4 followers
February 21, 2015
You can translate this review on: http://labibliotecadidrusie.blogspot.it/
Voto: 8/10
Come ho avuto più volte modo di dirvi, finalmente un romanzo storico che mi è sembrato leggermente diverso dagli altri.
Siamo a Colonia nel 1435, Lorenz Block è un abilissimo orafo, ma ama i libri e sognava di fare il copista. Peccato che abbia un difetto intollerabile per l'epoca: è mancino. Da qui parte la spinta verso un'invenzione che ambierà le vite di molti. Sia sul momento che nel futuro.
Perché leggermente diverso? Prima di tutto non è uno di quei libri in cui se qualcosa può andar male di sicuro lo farà. Anzi, ogni volta che si arrivava ad un momento critico, l'autore risolveva abilmente senza maziare i suoi poveri personaggi. Certo, ci sono momenti tristi e drammatici, ma sono ben proposti e coinvolgono buoni e cattivi (e non sempre e solo i buoni).
Ecco, forse è questa la differenza profonda rispetto agli altri libri: il fulcro non è la lotta tra bene e male (qualunque cosa identifichi l'una e l'altra). Non è che non c'è, in certi romanzi è quasi inevitabile, solo che qui non è proponderante. O, se lo è, se proprio la si vuol trovare, allora è edulcorata, e le opposte fazioni divengono ignoranza e conoscenza, conservatorismo e progresso.
Trovo che l'autore sia stato molto bravo a inserire i vari step dell'invenzione di Lorenz all'interno di una storia più complessa. Non solo, le parti di dettaglio avrebbero potuto risultare noiose, invece sono state distribuite e intervallate con commenti e scene di vita domestica che spezzano il discorso.
Ci sono i cliché tipici, chiesa repressiva, i buoni perseguitati, innocenti coinvolti, potenti che fanno i prepotenti, storia d'amore e così via, però non mi hanno infastidita. Anzi, mi sono sembrati incredibilmente naturali e adatti. Probabilmente se non lo fossero stati, stereotipati, mi sarebbero sembrati stonati.
Non sono espertissima di storia, ma la ricostruzione mi è sembrata buona e accurata. E per una volta niente chiese da costruire o ristrutturare
Tanti i personaggi, troppi per nominarli tutti, per cui mi concentro sui principali.
La scena se la dividono soprattutto Lorenz, sua figlia Erika e Nicholas.
Del primo ho ammirato la tenacia nel perseguire nella sua invenzione. Si piange un po' addosso, ma va comunque avanti (talvolta con qualche spintarella).
Nicholas dovrebbe essere l'antagonista, in realtà è anomalo. E' troppo sveglio e lungimirante per accettare un ruolo così banale.
Di Erika ho adorato la tenerezza della sua storia d'amore epistolare con il ragazzo misterioso, ma anche il coraggio di crescere senza madre (non che avesse alternative, però è bello il suo ottimismo).
Ho apprezzato anche Olga, seppur sia un personaggio controverso. Le sue scelte non sono mai scontate nonostante siano dolorose.
Dolce Alonso e splendido nel finale.
Tutti gli altri sono ottimi personaggi che svolgono al meglio il loro ruolo. Quelli che ho citato sono abbastanza approfonditi sia psicologicamente che storicamente (ci sono flashback sul loro passato). Di tutti gli altri conosciamo quel tanto che serve a capirli e contestualizzarli, senza che risultino piatti nè, viceversa, fornire informazioni inutili ai fini della storia.
Roca ha una scrittura molto ben bilanciata. Le parti più storiche non sono così lunghe da risultare noiose e i momenti di azione si alternano bene a quelli descrittivi. Molto appropriato il linguaggio sia nel testo che nei dialoghi. Buone anche le tempistiche, anche s eforse il finale arriva un pelo improvviso. Comunque meglio così che un inutile allungamento del brodo.
Quindi, ribadisco, uno storico-mediavale che non mi ha annoiata, anzi, mi ha divertita e mi ha tenuto piacevolmente compagnia.
Profile Image for Ensaio Sobre o Desassossego.
430 reviews212 followers
April 22, 2020
Um livro que fale sobre livros merece logo a minha atenção. Alguns dos meus livros preferidos são precisamente livros que falam sobre livros. Por isso, tinha as expectativas um pouco altas em relação a este. Gostava do tema, a sinopse prometia, tinha tudo para dar certo. Mas não deu. Achei o livro muito maçador em algumas partes, penso que o autor andou para ali a engonhar [engonhar: uma das minhas palavras preferidas de sempre da língua portuguesa], e um livro de 559 páginas poderia muito bem ter sido reduzido para metade. Talvez ficasse mais interessante.

No entanto, este livro fez-me pensar na sorte que temos por termos acesso a praticamente todos os livros do mundo. Seja a Bíblia, seja o Kamasutra (dois dos livros mencionados). Contudo, no século XV (e antes disso, obviamente), os livros estavam limitados a quem tinha posses. Ou seja, o conhecimento só estava ao alcance de alguns. O povo não tinha qualquer acesso aos livros. Não sabiam quem era Aristóteles ou Platão ou qualquer outro filósofo/escritor/político/etc. que impactou o mundo com as suas ideias revolucionárias. Os livros e, por conseguinte, o conhecimento eram transmitidos pela Igreja e, por isso, só os livros que seguiam a doutrina cristã eram "dignos". E só os clérigos e os nobres tinham acesso a eles. Se eu já dava valor aos livros (aos meus e aos outros!), passei a dar ainda mais. Ainda bem que vivemos numa época em que é tão fácil ter acesso a um livro, independentemente do seu conteúdo. E ter acesso a livros é ter acesso ao conhecimento. E o conhecimento pode mudar o mundo!

«Não te apercebes Johann? Esse é o motivo; por isso é que merece a pena fazer este livro e todos os do mundo. Estou cada vez mais convencido de que aquela máquina precisava de ser inventada; eu fui só o canalizador dessa necessidade. Um mundo cheio de livros, de todo o tipo e em qualquer lugar! Esse é o mundo que quero para a minha filha: um mundo onde a verdade esteja ao alcance de todos.»
Profile Image for Isabel.
100 reviews
September 18, 2011
This isn't an easy book to review. As you begin reading it seems one of those books that will hook you in and you won't be able to put it down. It actually didn't happen, although I enjoyed reading it and the idea of leaving it never crossed my mind.
It's beautifully set in Colonia during the 15th Century. I loved how the author took us in a easy pace description of life and work, both in high and low society settings. He showed us how life was for both sides without judgement or criticism to either.
The plot line is interesting but it takes almost half the book to figure out the link to the title. It always keeps a great pace and you don't feel lost, just not sure where are you going to.
I must ay the author's love for books is clear through put the story. Also remarkable how he shows us what a book meant for a book lover in those times. It was a true one of a kind treasure. But just as today, not everyone saw them like such. It made me stop and thank my luck for being able to aquiere books almost no trouble at all.
Profile Image for Ines Norton.
544 reviews12 followers
January 19, 2014
Este livro será especial porque foi a minha prenda de Natal do meu primo Ricardo, mas à parte desse detalhe, a história está na categoria das que vale a pena porque se relaciona com a altura da história em que se criou a primeira impressão em massa dos livros e embora tenha sido criada apartir de personagens ficticias estas conseguiam nos tocar o coração. Gostei do Lorenz e da relação com a Filha e adorei o Alonso. recomendo esta leitura e mais não digo para não publicar spoilers...

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This book will always be special for it was a gift of my cousin Ricardo, this last Christmas,but insipe of this detail, I liked the story for it was aout the beggins of the printed word, and how the first printed books came to be, its built with fantasial characthers just before the Guttenberg publition it's characthers touteched my heart. Loved Lorenz and his daughter relation, loved Alonso. I trully recomend this read and don't say anymore not to write spoylers....
127 reviews3 followers
July 14, 2020
Excelente libro. Muy bien representada la época, siglo XV, dónde mandaba la iglesia y la nobleza, y el pueblo era muy pobre.
La difusión del saber era solo para pocos.
Profile Image for Virginia.
949 reviews39 followers
November 18, 2015
Senza amore non sentiremmo niente, tutto ci sarebbe indifferente. Ogni volta che sentirai una fitta al cuore, ricorda che essa è come una moneta: da un lato c'è il dolore, e dall'altro c'è sempre, sempre l'amore.
87 reviews
September 3, 2016
Daria 3.5, especialmente pela qualidade da escrita, bem como pelos personagens (sua caracterização). Contudo, esperava mais acção e suspense...
457 reviews2 followers
March 15, 2025
Pseudohistryczny produkcyjniak, nudny jak flaki z olejem. Choć pierwsza scena jest zachęcajaca, to potem przez trzysta stron w ogóle nie ma przełomu dramatycznego. Mnożą się natomiast sztampowi "bohaterowie ze średniowiecza", typu chłopiec-urwis, drukarz-inteligient, bogaty kupiec, zły arcybiskup, zaradna córka, piękny młodzieniec, ksiądz wrażliwy na los ubogich, podlec spoglądający "małymi oczami", bandyta z przegniłym uzębieniem itp., wszyscy jak jeden mąż mówiący tym samym językiem ("Nie jestem stąd, ale widziałam dom niespełna kilometr w tamtą stronę" - rzecze sierota na gościńcu, s. 102). Dzieje się to często w atmosferze objaśnień rodem z podręcznika historii dla liceów, choć wydaje się, że nie do końca trafiły one do samego autora, np. odległości mierzy się we wspomnianych kilometrach, s. 102; są i kilogramy, s. 178; pojawiają się arystokraci zamiast szlachty, s. 155, którzy na dodatek walczą o zachowanie feudalizmu, choć ten "nieubłaganie chyli się ku upadkowi" od czasów "wojen krzyżowych" s. 280; prosty ksiądz opowiada o "mitologii nordyckiej", s. 337; karą wymierzaną w nadreńskiej Kolonii są "galery", s. 340; w arabskiej Grenadzie ulice noszą hiszpańskie nazwy typu De Los Tristes, pojawiają się też "powozy", s. 382. Trudno spamiętać imiona obojętnych czytelnikowi postaci. Uwagę zwracają tylko wątki bardziej osobliwe: nagłe sceny seksu grupowego (s. 86, 99), trochę ni przypiął ni przyłatał do ogólnego męczliwego nastroju; anegdoty skopiowane z Księgi Tysiąca i Jednej Nocy, w tym arcyoklepana historyjka o skarbie, który ma się we wlasnym domu (s. 210). Redaktor też chce dać coś od sobie, zatem bohaterowie czytają "Dekamerona" (!, s. 151, 246). Wreszcie kolo trzechsetnej strony coś zaczyna się dziać, ale to krótkotrwała przewrotka scenariuszowa na poziomie wenezuelskiego serialu: kochanka szwarccharaktera zakochuje się w potencjalnej ofierze, a syn szwarcchaeaktera - w córce ofiary... Zmęczyłem to do końca tylko z absurdalnego ppczucia obowiązku. Generalnie, ta smętna gruba publikacja to strata czasu i żaden koc na plaży jej nie usprawiedliwi.
This entire review has been hidden because of spoilers.
Profile Image for Margaret.
788 reviews17 followers
May 30, 2024
Não sei se isto é um sinal de que estou a ficar velha, mas sinto que tenho cada vez mais dificuldade em manter o interesse na leitura de livros com mais de 500 páginas. Há uma altura em que as cenas começam a ser muito repetitivas, ou as descrições exageradas, ou simplesmente a ação custa a arrancar.

Em “A Oficina dos Livros Perdidos” temos um ourives de Colónia, Lorenz, que adora livros e gostaria que mais pessoas tivessem acesso a este prazer, muito caro, pois as obras ainda são copiadas à mão. Num período bem inspirado, inventa uma prensa com letras, capaz de produzir páginas e páginas de texto. Um copista, Nikolas, com o negócio secreto de vender livros proibidos, ouve falar desta invenção capaz de mudar o mercado e solicita os serviços de Lorenz para a produção de algo realmente revolucionário para a século XV – imprimir a bíblia em alemão.

Não eram necessárias 560 páginas para contar esta história. As vidas de Lorenz e Nikolas decorrem de forma paralela na metade inicial do livro e comecei a desesperar por ver quando é que iríamos ver os blocos finalmente a encaixarem-se para criar a história principal. Foi demasiado tempo a pisar ovos e só na parte final é que comecei a ficar realmente entusiasmada.

Tenho mesmo de “varrer” estes tijolos das minhas estantes…
Profile Image for Camy.
318 reviews12 followers
September 21, 2021
Un romanzo affascinante, ambientato a Colonia nel XV secolo, un momento in cui essere sospettati di eresia era facile, in cui mantenere il popolo nell'ignoranza era una priorità e dove la fame troppo spesso distruggeva le famiglie.
Le trame ordite dai personaggi di questa storia sono elaborate, perfide, volte solo a guadagnare potere e denaro.
I personaggi della storia sono ben descritti e facili da leggere perché non hanno sfumature caratteriali.
La vicenda è interessante e ben raccontata; il ritmo si alterna tra l'incalzante e il lento.
Interessante il ruolo della cultura e della sua diffusione, che è la vera protagonista. E ancor di più lo è il processo, attribuito a una sola persona ma che probabilmente è stato portato avanti da più d'uno, attraverso il quale è stata ideata la prima macchina da stampa.
Direi un libro da promuovere con entusiasmo.
Profile Image for Mónica.
140 reviews2 followers
June 1, 2019
Um livro para quem ama livros no entanto muitas páginas onde não se passa nada e demasiadas personagens.
Para quem pensa lê-lo aconselho a escreverem as personagens, eu apontei mais de 27! No final digamos que se resume a 6.
O actor perde algum tempo a descrever personagens secundárias não acrescentando nada ao enredo.
Apesar de tudo gostei do facto deste livro me fazer dar mais valor aos livros. Imaginem-se no sec. XV em que haveria poucas cópias de cada livro, ainda por cima manuscritas e para além de haver poucos livros ainda serem proibidos pela regligião...
Profile Image for Ly Ribeiro.
14 reviews1 follower
April 27, 2021
Uma viagem em plena época medieval, onde a sociedade estratificada era radicalmente vigente, e o domínio estabelecido da nobreza e do clero contrastava com a simplicidade das vidas despojada de qualquer riqueza, à parte da riqueza familiar dessas gentes menos afortunadas.

As desventuras e amargos da vida de um simples artífice de ourivesaria são retratadas de forma sublime, e a sua paixão pelos livros leva-o a abalar o regime vigente.

Um livro onde a intriga, o medo, o amor, a amizade, a supremacia, a miséria, a violência e uma vontade infinita da luta pela liberdade através da sabedoria se fundem num emaranhado relacional. Destacamos aqui o elo frágil do medo incessante pela perda da autoridade e a inovação tecnológica temerária que mudaria esses mesmos paradigmas pela divulgação em massa do conhecimento através dos livros.

A corrosão humana pela mão do poder é patente em todo o enredo desta prazerosa narrativa.
Profile Image for Javier Noriega.
175 reviews1 follower
August 20, 2019
El libro está bastante bien, pero la edición de Kindle está bastante mal. Faltan dos trozos y tiene varias faltas de ortografía
Profile Image for Babete.
1,958 reviews12 followers
Want to read
May 22, 2020

( 50% Continente + )
Profile Image for Ana.
275 reviews
April 29, 2022
Claramente escrito por um homem....
Profile Image for Patrícia | Bookstories2.0.
26 reviews1 follower
September 1, 2020
O final da história foi um pouco repentino e até romanceado demais, tendo em conta a crueza de toda a narrativa. Mas quando filtramos o livro das personagens desnecessárias e dos diálogos infrutíferos, o que fica é um bom livro com uma premissa muito importante: o poder do conhecimento.

Eduardo Roca consegue, com esta obra, fazer-nos refletir sobre como era a vida antes da revolução da imprensa e mostrar-nos quão constrangidas de conhecimento viviam as classes baixas naquela época.

Sem dinheiro, sem recursos, a viver na miséria e sem saber ler. Era assim que o clero os queria, pois era isso que lhes permitia manter o poder que lhes havia sido confiado. Tal como a nobreza e grande burguesia.
Profile Image for Conversando  entre libros.
306 reviews30 followers
June 8, 2013
En esta su primera novela, Eduardo Roca toma como centro de la historia el falso nacimiento de la imprenta. Sitúa este nacimiento varios años antes al nacimientos real e incluso lo atribuye a otra persona (no es Guttemberg sino un humilde orfebre, Lorenz. Este personaje lleva a cuestas el sufrimiento por su temprana viudedad y la crianza de su joven hija.

Intrigas, amores, descubrimientos y desgracias todo bien hilvanado con un uso magistral de nuestra lengua. Sin embargo, hay que decir que quizá le sobren unas cuantas páginas pues hay momentos en los que la lectura se nos hace un poco pesada.

Personalmente me gustó y pasé un rato entretenido. Es un libro que, como solemos decir, se puede leer aunque no sea un Bestseller.

http://conversandoentrelibros.blogspo...
Profile Image for Morten.
280 reviews14 followers
December 29, 2022
Cuando llevaba 200 páginas estaba que me subía por las paredes de las ganas que tenía de terminarlo, y que no había manera. En las primeras 100 páginas le preguntaba al libro:”a ver ¿qué me quieres contar?” pero no me contestaba (supuse que era problema mío, un poco de paranoia, ya sabéis, eso de hablar sola ), a la mitad del libro empecé a vislumbrar lo que me quería contar, o al menos eso creía, porque entre tanta página sobrante empecé a dormirme entre líneas, o lo que es lo mismo, empecé a pensar si no era mejor ir saltándome renglones (luego pensé que no porque sería un sacrilegio a “los renglones torcidos de Dios”, de Torcuato Luca de Tena).
Bueno, ahora que lo he acabado, puedo decir que he vislumbrado entre línea y línea una historia que no está mal pero que no necesitaba de tantas y tantas páginas.
Profile Image for Maria.
5 reviews
February 16, 2014
Ideal para jóvenes lectores y para saber cómo funcionaban las primeras imprentas. Escritura dirigida a adolescentes y si ya sabes la historia de la imprenta se vuelve muy aburrido. Recomendado para primeras lecturas.
Displaying 1 - 30 of 37 reviews

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