Que es la cibercultura Que movimiento social y cultural se oculta detras de este fenomeno tecnico? Podemos hablar de una nueva relacion de saber? Que mutaciones produce en la educacion y en la formacion? Cuales son, en una palabra, las implicaciones culturales de las nuevas tecnicas?De la numerizacion a la navegacion, pasando por la memoria, la programacion, los logiciales, la realidad virtual, los medios de comunicacion, la interactividad, el correo electronico, etc., este libro claro, completo y accesible a los no especialistas, procura ser una presentacion de las nuevas tecnologias, de su uso y de sus apuestas.El filosofo Pierre Levy es profesor en la Universidad de Paris VIII (departamento de hipermedia). Es autor de libros como LB4intelligence collective (1994) la inteligencia colectiva, QuB4est-ce que le virtuel? (1995) que es lo virtual? y otros.
Pierre Lévy (French: [levi]; born 1956 in Tunis) is a French philosopher, cultural theorist and media scholar who specializes in the understanding of the cultural and cognitive implications of digital technologies and the phenomenon of human collective intelligence.
He introduced the collective intelligence concept in his 1994 book L'intelligence collective: Pour une anthropologie du cyberspace (Collective Intelligence: Mankind's Emerging World in Cyberspace). Lévy's 1995 book, Qu'est-ce que le virtuel? (translated as Becoming Virtual: Reality in the Digital Age) develops philosopher Gilles Deleuze's conception of "the virtual" as a dimension of reality that subsists with the actual but is irreducible to it. In 2001, he wrote the book Cyberculture.
Pierre Lévy currently teaches at the communication department of the University of Ottawa, where he holds a Canada Research Chair in Collective Intelligence. Lévy is fellow of the Royal Society of Canada and received several awards and academic distinctions.[citation needed]
Antes de ler esse livro, temos que levar em conta que ele foi escrito em 1997 e que a Internet, o ciberespaço e a cibercultura contida nas observações do autor são bem antigas e pouca coisa sobreviveu. A primeira parte do livro é interessante para quem desconhece a internet hoje em dia ou quer relembrar ou descobrir como ela era na década de 90. Gostei muito da hipótese principal do livro, que a cibercultura é universal e não totalizante, de modo que, virutalmente, todos poderão se conectar globalmente em um único e extenso "lugar" sem, porém, existir um padrão, um significado que totalize essa conexão, ou seja, no ciberespaço as diversas culturas e manifestações podem conviver em paz. Infelizmente não é isso que vemos hoje em dia. Mesmo essa totalidade não sendo como a das mídias de massa tradicionais, ela existe de certa forma, como podemos ver, recentemente, no caso do vídeo que faz uma paródia insultante dos muçulmanos. É interessante ler esse e livro e pensar nos ideários defendidos pelo autor e confrontá-los com o que acontece hoje em dia no ciberespaço: redes sociais, Wikipedia, WikiLeaks entre outros. Dentro dos ideários defendidos, há o que elucida o ciberespaço como continuação da "missão" dos iluministas de divulgar o conhecimento a todos. Uma rápida passagem pelos sites que mais visitamos comprova que não é bem isso que está sendo feito atualmente. Um bom livro para quem gosta, usa e quer entender um pouco mais sobre a internet e suas relações sociais.
Se ha quedado obsoleto con el paso del tiempo, no sólo por el tipo de tecnologías que especifica, sino por el tipo de predicciones que lanzó, algunas sí acertadas, otras desencaminadas puesto que se fundamentó en otras teorías tipo "Aldea Global" o un determinismo tecnológico moderado (aunque él alegue en el inicio que esté en contra e indique de tanto en tanto buenas posiciones críticas contra ese determinismo).
Es interesante más para introducirse si no se entiende nada de nada sobre la sociedad digital o presente que vivimos, así como para la investigación de la breve historia de la revolución digital.
I can't believe that I finally finished!!!! Im surprised that it's a great book, the beginning is kinda boring in my opinion (confession time: I fall asleep reading), but don't worry because gets better
Si bien el tiempo en que fue publicado hace que algunas definiciones y ejemplos estén desfasados, su lectura ayuda a clarificar conceptos previos para entender la cultura digital. La segunda parte tiene muy buenos aportes como las teorías de Universalidad y Totalidad, así como la educación en la red. La parte tercera aclara ciertos problemas que la cultura digital podría traer.