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Code of the Samurai: A Modern Translation of the Bushido Shoshinshu of Taira Shigesuke
Learn the ways of the Japanese Bushido Code with this very readable, modern translation of the Bushido Shoshinshu .
Code of the Samurai is a four-hundred-year-old explication of the rules and expectations embodied in Bushido , the Japanese Way of the Warrior. Bushido has played a significant role in shaping the behavior of modern Japanese government, corporations, society, and individuals, as well as in developing modern Japanese martial arts within Japan and internationally.
The Japanese original of this book, Bushido Shoshinshu , ( Bushido for Beginners ), has been one of the primary sources on the tenets of Bushido , a way of thought that remains fascinating and relevant to the modern world, East and West. This handbook, written after five hundred years of military rule in Japan, was composed to provide practical and moral instruction for warriors, correcting wayward tendencies and outlining the personal, social, and professional standards of conduct characteristic of Bushido , the Japanese chivalric tradition.
With a bright, conversational narrative by Thomas Cleary, and powerfully evocative line drawings by master illustrator Oscar Ratti, this book is indispensable to corporate executives, students of Asian Culture, martial artists, or anyone sincerely interested in Japan and its people.
Code of the Samurai is a four-hundred-year-old explication of the rules and expectations embodied in Bushido , the Japanese Way of the Warrior. Bushido has played a significant role in shaping the behavior of modern Japanese government, corporations, society, and individuals, as well as in developing modern Japanese martial arts within Japan and internationally.
The Japanese original of this book, Bushido Shoshinshu , ( Bushido for Beginners ), has been one of the primary sources on the tenets of Bushido , a way of thought that remains fascinating and relevant to the modern world, East and West. This handbook, written after five hundred years of military rule in Japan, was composed to provide practical and moral instruction for warriors, correcting wayward tendencies and outlining the personal, social, and professional standards of conduct characteristic of Bushido , the Japanese chivalric tradition.
With a bright, conversational narrative by Thomas Cleary, and powerfully evocative line drawings by master illustrator Oscar Ratti, this book is indispensable to corporate executives, students of Asian Culture, martial artists, or anyone sincerely interested in Japan and its people.
128 pages, Hardcover
First published January 1, 1943
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Displaying 1 - 4 of 4 reviews
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February 28, 2021O Código do Samurai traz uma perspectiva filosófica e social do que constitui um guerreiro no Japão Feudal durante o Shogunato Tokugawa. Porém, acredito que inconscientemente o que as palavras do Samurai Daidoji Yuzan representam é o resultado de um mergulho de uma casta inteira dentro de sua própria anima a procura de como se justificar perante a si mesma diante a aparente tragédia de sua inutilidade.
O livro não poupa esforços em ditar o samurai não apenas como o ídolo da sociedade japonesa, mesmo em tempos de paz, mas faz sempre paralelos com o homem que o samurai se tornou comparado ao menino que era antes do período de paz que veio com o Shogunato. A perspectiva da criação deste modelo de homem não vem sem a tremenda responsabilidade que deve ser imputada a qualquer um que queira provar seu significado perante seu Eu.
O que para muitos seria a morte de uma parte da sociedade japonesa (e eventual crise social), o Budō Shoshin-shū trouxe um novo significado ao Samurai e já o ensina a como restabelecer seus laços saudáveis com as outras castas da sociedade feudal.
Assim, não devemos encarar este livro como um simples guia de como o samurai deveria se portar, mas como uma casta renasce diante sua aparente morte e carrega a tocha de seu passado ao presente e futuro, em uma corrente de tradição que viveria por séculos após seus escritos.
O livro não poupa esforços em ditar o samurai não apenas como o ídolo da sociedade japonesa, mesmo em tempos de paz, mas faz sempre paralelos com o homem que o samurai se tornou comparado ao menino que era antes do período de paz que veio com o Shogunato. A perspectiva da criação deste modelo de homem não vem sem a tremenda responsabilidade que deve ser imputada a qualquer um que queira provar seu significado perante seu Eu.
O que para muitos seria a morte de uma parte da sociedade japonesa (e eventual crise social), o Budō Shoshin-shū trouxe um novo significado ao Samurai e já o ensina a como restabelecer seus laços saudáveis com as outras castas da sociedade feudal.
Assim, não devemos encarar este livro como um simples guia de como o samurai deveria se portar, mas como uma casta renasce diante sua aparente morte e carrega a tocha de seu passado ao presente e futuro, em uma corrente de tradição que viveria por séculos após seus escritos.
October 3, 2023
Bushido: o código feudal nipônico.
Dentre as obras sobre a cultura Japonesa no tempo dos Xogunatos com as quais já tive contato, os 3 livros de Daidoji constituem a mais organizada, centrada e polida que já li. Isso é algo impressionante, tendo em vista que a maioria dos escritos do período nipônico de 1500~1700 não tinham uma ordem coerente escolhida pelo autor, se perdiam facilmente em meio a guerras e roubos, dificilmente eram completas por motivos de saúde, e muitas vezes refletiam apenas suas opiniões cruas sobre o período. Daidoji não é em todo distante disso, porém, como objetivava um manuscrito de referência para cidadões e guerreiros do tempo, é possível ver o quanto a precaução e o rebusco com as palavras é tomado na obra, o que a torna ainda mais interessante para uma análise cultural geral do tempo.
O caminho do guerreiro é uma idealização social e militar para os soldados do tempo senhorial japonês. Todo o código moral do Bushido se baseia na relação de serventia do guerrilheiro ao feudo, onde sua vida é centralizada na lealdade ao seu senhor de terras e na valentia contra a maldade e a injustiça do mundo. Assim, o homem que nasce para guerrear, ou decide tomar este caminho, deve ter plena noção da relação de poder, dever e dominância na qual está sendo inserido. Neste ponto, o livro é de extrema relevância para uma análise da relação de classes do Japão feudal, que se distinguem rispidamente não apenas pelo seu aspecto ou finança, mas também por seus códigos de moral, sua significação social e suas obrigações. Nestes quesitos, a filosofia de vida de um samurai é tão sociológica quanto singular, e gera um choque cultural tremendo, ainda mais para ocidentais.
Com isso, é importante de lembrar ao leitor entusiasmado com o assunto: na mesma medida em que os costumes dos samurais eram honrosos e disciplinados, eram serventios e submissos. Aquele que almeja incorporá-los em sua vida, ou pelo menos tomá-los como base para seus próprios paradigmas, deve ter plena consciência do modelo social que representa a vassalagem para nossa sociedade moderna. Transpor a arte do Bushido para o dia-a-dia sem um pingo de consideração à cronologia de seu desenvolvimento seria o mesmo que tentar aplicar a arte da esgrima com katanas ao manusear rifles.
Dentre as obras sobre a cultura Japonesa no tempo dos Xogunatos com as quais já tive contato, os 3 livros de Daidoji constituem a mais organizada, centrada e polida que já li. Isso é algo impressionante, tendo em vista que a maioria dos escritos do período nipônico de 1500~1700 não tinham uma ordem coerente escolhida pelo autor, se perdiam facilmente em meio a guerras e roubos, dificilmente eram completas por motivos de saúde, e muitas vezes refletiam apenas suas opiniões cruas sobre o período. Daidoji não é em todo distante disso, porém, como objetivava um manuscrito de referência para cidadões e guerreiros do tempo, é possível ver o quanto a precaução e o rebusco com as palavras é tomado na obra, o que a torna ainda mais interessante para uma análise cultural geral do tempo.
O caminho do guerreiro é uma idealização social e militar para os soldados do tempo senhorial japonês. Todo o código moral do Bushido se baseia na relação de serventia do guerrilheiro ao feudo, onde sua vida é centralizada na lealdade ao seu senhor de terras e na valentia contra a maldade e a injustiça do mundo. Assim, o homem que nasce para guerrear, ou decide tomar este caminho, deve ter plena noção da relação de poder, dever e dominância na qual está sendo inserido. Neste ponto, o livro é de extrema relevância para uma análise da relação de classes do Japão feudal, que se distinguem rispidamente não apenas pelo seu aspecto ou finança, mas também por seus códigos de moral, sua significação social e suas obrigações. Nestes quesitos, a filosofia de vida de um samurai é tão sociológica quanto singular, e gera um choque cultural tremendo, ainda mais para ocidentais.
Com isso, é importante de lembrar ao leitor entusiasmado com o assunto: na mesma medida em que os costumes dos samurais eram honrosos e disciplinados, eram serventios e submissos. Aquele que almeja incorporá-los em sua vida, ou pelo menos tomá-los como base para seus próprios paradigmas, deve ter plena consciência do modelo social que representa a vassalagem para nossa sociedade moderna. Transpor a arte do Bushido para o dia-a-dia sem um pingo de consideração à cronologia de seu desenvolvimento seria o mesmo que tentar aplicar a arte da esgrima com katanas ao manusear rifles.
November 5, 2025
Bom livro, muito mais para se conhever a história do Japão Feudal, os motivos de suas etiquetas expressas no livro. Foi escrito numa época de relativa paz pós 1600 e a batalha de Sekigahara. Bons ensinamentos que podem ser utilizados até hoje, como a consciência da própria morte em todos os momentos e atos da vida, o caminho mais longo é sempre o caminho mais curto e o culto a honestidade e lealdade são pontos muito abordados durante o livro.
April 27, 2024
«Faças o que fizeres, sempre que te esqueces da morte e ficas distraído, perdes toda a prudência perante os acontecimentos. És capaz de ofender alguém e altercar com ele. És capaz de contestar alguma coisa que bem podias ter ignorado, e intentar sobre o assunto.»
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