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Sword of Truth #1

Wizard's First Rule

In the aftermath of the brutal murder of his father, a mysterious woman, Kahlan Amnell, appears in Richard Cypher's forest sanctuary seeking help . . . and more.

His world, his very beliefs, are shattered when ancient debts come due with thundering violence. In a dark age it takes courage to live, and more than mere courage to challenge those who hold dominion, Richard and Kahlan must take up that challenge or become the next victims. Beyond awaits a bewitching land where even the best of their hearts could betray them. Yet, Richard fears nothing so much as what secrets his sword might reveal about his own soul. Falling in love would destroy them—for reasons Richard can't imagine and Kahlan dare not say.

In their darkest hour, hunted relentlessly, tormented by treachery and loss, Kahlan calls upon Richard to reach beyond his sword—to invoke within himself something more noble. Neither knows that the rules of battle have just changed . . . or that their time has run out.

This is the beginning. One book. One Rule. Witness the birth of a legend.

836 pages, Mass Market Paperback

First published August 15, 1994

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About the author

Terry Goodkind

293 books12.5k followers
Terry Lee Goodkind was an American writer. He was known for the epic fantasy series The Sword of Truth as well as the contemporary suspense novel The Law of Nines (2009), which has ties to his fantasy series. The Sword of Truth series sold 25 million copies worldwide and was translated into more than 20 languages. Additionally, it was adapted into a television series called Legend of the Seeker, which premiered on November 1, 2008, and ran for two seasons, ending in May 2010.
Goodkind was a proponent of Ayn Rand's philosophical approach of Objectivism, and made references to Rand's ideas and novels in his works.

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Community Reviews

5 stars
122,035 (47%)
4 stars
74,499 (29%)
3 stars
36,558 (14%)
2 stars
13,236 (5%)
1 star
9,343 (3%)
Displaying 1 - 3 of 3 reviews
Profile Image for Nuno Almeida.
Author 19 books36 followers
November 2, 2015
Ao contrário de livros que avalio sem escrever qualquer crítica, para este até escrevi duas, tal foi a reação emocional que me despertou. A maior parte dos livros que avalio negativamente, faço-o porque simplesmente não me cativaram pela narrativa/prosa/personagens serem demasiado banais ou aborrecidas. Raramente desgosto tanto de um livro ao ponto de quase o odiar. Com este aconteceu. E isto apesar de, à partida, ele ter muito a seu favor no que ao meu gosto diz respeito. Começa como uma fantasia épica previsível e banal, e com o tempo modifica-se para incluir algum relativismo moral, violência gráfica, tortura, muita violação (quase sempre off camera, ou apenas ameaçada, mas ainda assim) e um protagonista obstinado que quer levar tudo à frente.

E no entanto, quanto mais lia, mais detestava o livro. Acabei por ler apenas resumos dos capítulos da segunda metade do livro, um compromisso aceitável já que era tão incapaz de deixar a história incompleta quanto de perder o tempo necessário a ler tantas páginas (e mesmo assim dei-me ao trabalho de consultar ocasionalmente o livro para confrontar os resumos com o próprio texto).

O porquê desta reação permance um mistério, mas acho que se deve, pelo menos em parte, a estes fatores:

- Existe uma dissonância extrema entre os elementos tradicionais/idílicos, e os mais extremos, resultando num tom inconstante que mina qualquer tentativa de imersão. É como pegar no Casamento Vermelho do Martin e enfiá-lo à martelada no Shire do Tolkien, simplesmente não encaixa. Se o Goodking queria fazer uma fantasia adulta e pesada devia ter feito o mesmo que todos os autores modernos de grimdark e estabelecer isso desde o início, de outra forma nem agrada a gregos nem a troianos (na teoria, já que na prática parece ter agradado a muita gente).

- As personagens são unidimensionais. O Zed é o feiticeiro sábio e amável, Chase o guerreiro forte e experiente, Kahlan é uma mistura de princesa guerreira/objeto de adoração/companheira subserviente que só vive e existe em função do herói. E o herói, claro, que assume prontamente o seu papel, disposto a lutar até à morte contra um vilão que não conhece para defender um reino onde nunca esteve. É teimoso e impaciente, qualidades que apreciaria noutro protagonista, mas que quando são misturados com a sua pseudo-perspicácia, arrogância e certeza total e completa de que está certo em tudo o que faz, tornam-no uma mistura interessante entre um protagonista sem personalidade (por assumir imediatamente o papel de salvador do mundo e fazer tudo em função disso) e excesso dela (por achar que está sempre certo e que se lixem as pessoas que pensam diferente). Se dúvidas houvesse de quem é que ele representa, o mesmo problema extravasa para a narração do Goodkind, que começa por falar em como a moralidade é uma questão de perspetiva e todos têm a sua razão, e depois passa o resto do livro a dizer que o herói é bom e o vilão é mau. Mary Sue much?

- Worldbuilding, ou falta dele. Antes que me acusem de hipocrisia, já disse e repito que não sou fã de que todos os autores tentem explicar os seus universos ao mais ínfimo pormenor, e que muitas vezes menos é mais neste aspeto. O problema do Goodking é que não só o seu universo é por demais genérico, é também inconstante (outro problema do livro que afeta mais que uma área). Temos três áreas, Westlands, Midlands e Dahl (porque Eastland era demasiado óbvio), sendo que na primeira zona não existe magia, bichos estranhos e as pessoas têm nomes ingleses. Tudo o resto é mais ou menos igual entre todas, das quais só conhecemos uns poucos locais demasiado específicos para ilustrarem o país inteiro. Mais do que falhar em explicar adequadamente os elementos políticos, culturais e geográficos de cada nação, Goodkind falha em nos dar sequer uma ideia geral e consistente de cada uma. Outros autores, com meia dúzia de linhas, criam uma imagem mental do seu universo. Aqui, se me mostrarem um capítulo descontextualizado, não saberia dizer onde se passa a ação.

- A prosa não é nada de especial, por entre alguns altos interessantes e muitos baixos atrozes (“the great and honorable wizard, stood alone on the wizard's rock his father had given him, and stared out into the night, thinking wizard's thoughts”). Os diálogos, por outro lado, são simplesmente maus. Robóticos e artificiais, as personagens falam todas com a mesma voz (não chega meter o feiticeiro a berrar “Bags!” sempre que está chateado para lhe dar um tom característico) e não mostram qualquer característica de um diálogo real, interagindo com frases curtas e pragmáticas, organizadas em parágrafos longos e explicativos. Não há show, apenas tell, com coisas que deviam ficar subentendidas ou explicadas na narração a serem ditas por diálogo.

Mais fica por dizer, como os elementos que parecem decalcados de outras histórias ou inseridos à força, como se o autor tivesse uma lista de todos os elementos obrigatórios numa história de fantasia, mas já me alonguei demasiado a falar de um livro de que nem sequer gostei. Não recomendo a ninguém. Demasiado violento e sádico para fãs de fantasia tradicional. Demasiado previsível e cliché para fãs de grimdark. Demasiado inconstante e superficial para quem apreciar um bom worldbuilding. Demasiado longo e inchado para quem gostar de uma história simples e que vá direta ao assunto. Honestamente não sei como conseguiu tantos fãs. Eu definitivamente não sou um deles.
Profile Image for Sacramento.
79 reviews
November 6, 2022
Tive muitas dúvidas sobre como classificar. Quando coloquei esse livro entre aqueles que eu gostaria de ler eu tinha a ciência que ele fazia parte de uma série de livros extensa e que me incomodaria ler apenas parte dessa sequência. Por isso, era um comprometimento arriscado.

Assim, devo dizer que ter terminado um livro tão extenso já mostra que é bom o suficiente pra nos levar ao final. É uma jornada do herói agradável, com um ou outro personagem interessante. Tinha assistido alguns episódios de Legend of the Seeker, e as imagens mentais da série me ajudaram a criar uma identificação bem mais rápida com a história. Isso pode não parecer mérito do livro, mas creio que uma história com um bom argumento pode sim inspirar outras obras, complementares ou baseadas, que sejam agradáveis. E isso empresta carisma pro livro.

Tendo dito isto, preciso dizer que o restante da experiência não foi agradável. Não vou lembrar de tudo, mas o que mais marcou minha experiência foi:

Richard, você é chato. Você não tem nuances, e nenhum pensamento que te traga camada. Seus sonhos e aspirações são insuportavelmente perfeitos.

Existe uma diferença entre homenagens e clichês. Todos os personagens, sem exceção são marcados por um sem número de clichês. Há um deles é o número de clichês é tanto que vai além do cômico geral que se alcançava para o repugnante. Não basta ser um general cruel e servo de um ditador, você também precisa molestar crianças. Não ficaria surpreso de ao revirar as coisas dele descobríssemos que ela era nazista e que esmagava bebê focas por desjejum. E enquanto estou no tópico de clichês, uma espada mágica?! Sério? E a espada tem a palavra "Truth" escrita nela?

O livro é machista e sexista. Pra um livro que apresenta uma poderosa ordem de mulheres que tem poderes mágicos, conseguir construir a sua história de modo que mulheres virtualmente não conversem entre si a menos que seja sobre homens, é um esforço. Toda a poderosa ordem se organiza e é destruída in absentia. E em dado momento do livro uma outra ordem é apresentada que tem como único objetivo praticar jogos sexuais e mesmo assim, sempre que duas personagens interagem o assunto é um homem. Falando dessa ordem isso me leva a outro ponto.

BDSM. Isso não é um tópico geral, sem julgamentos a interesses pessoais, mas não torne a fantasia em pornografia e espere que seja legal. Foi muito estranho e ruim.
Profile Image for Calypso.
217 reviews
September 28, 2011
2.5

Este foi um livro que sempre me causou sentimentos contraditórios, sendo-me bastante difícil atribuir-lhe uma nota final que considera-se justa.
Se no início senti bastante vontade de avançar na história, rapidamente houve momentos em que a leitura se tornava penosa e apenas porque não queria deixá-lo inacabado me forçava a continuar a ler.

Talvez, o ter gostado tanto da série televisiva, seja a maior causa de decepção para com o primeiro volume da série "Sword of Truth".

Como boas memórias deste livro guardarei algumas passagens entre os protagonistas, os únicos momentos que me agarraram à leitura, e algumas frases, nas quais encontrei bastante significado.



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