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Sword of Truth #9
Chainfire
With Wizard's First Rule and seven subsequent masterpieces, Terry Goodkind has thrilled readers worldwide with the unique sweep of his storytelling. Now Goodkind returns with a new novel of Richard and Kahlan, the beginning of a sequence of three novels that will bring their epic story to its culmination.
After being gravely injured in battle, Richard awakes to discover Kahlan missing. To his disbelief, no one remembers the woman he is frantically trying to find. Worse, no one believes that she really exists, or that he was ever married. Alone as never before, he must find the woman he loves more than life itself....if she is even still alive. If she was ever even real.
After being gravely injured in battle, Richard awakes to discover Kahlan missing. To his disbelief, no one remembers the woman he is frantically trying to find. Worse, no one believes that she really exists, or that he was ever married. Alone as never before, he must find the woman he loves more than life itself....if she is even still alive. If she was ever even real.
748 pages, Mass Market Paperback
First published December 1, 2005
About the author
Terry Goodkind
293 books12.5k followersTerry Lee Goodkind was an American writer. He was known for the epic fantasy series The Sword of Truth as well as the contemporary suspense novel The Law of Nines (2009), which has ties to his fantasy series. The Sword of Truth series sold 25 million copies worldwide and was translated into more than 20 languages. Additionally, it was adapted into a television series called Legend of the Seeker, which premiered on November 1, 2008, and ran for two seasons, ending in May 2010.
Goodkind was a proponent of Ayn Rand's philosophical approach of Objectivism, and made references to Rand's ideas and novels in his works.
Goodkind was a proponent of Ayn Rand's philosophical approach of Objectivism, and made references to Rand's ideas and novels in his works.
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Community Reviews
Displaying 1 - 1 of 1 review
July 5, 2011
Agora que já vou no nono livro da saga The Sword of Truth, de um total de 12 para já, posso confirmar que é uma aventura muito bem escrita e interessante de seguir, tal como a série - isto apesar de os livros não terem quase nada a ver com o que se passou na televisão, tirando os nomes das personagens e alguns momentos.
Embora continue a gostar muito, compreendo agora melhor, o motivo que levou tantos fãs a rejeitar esta adaptação. Os livros são muito mais violentos e sombrios, estando direccionados para um público adulto, ao passo que a série era aberta a quase todas as idades, propícia ao canal que a financiou e em que foi transmitida.
É este mesmo lado mais adulto dos livros, aliado ao facto de que a história avança essencialmente à força de aventuras cheias de combates e batalhas, que leva também muitos fãs de fantasia a odiarem a obra de Terry Goodkind.
De facto, ao longo dos vários livros, não existem aquelas personagens nobres e heróicas, com aspecto angelical, cheias de dilemas e que só recorrem à violência em último recurso. Muito pelo contrário, o herói tem como principal veículo da sua magia, uma espada, a heroína apodera-se da vontade dos inimigos com os seus poderes e a acompanhante de ambos, é uma mulher vestida de cabedal vermelho com um bastão que inflige dor em todos que lhe tocam, incluindo ela.
Por esta descrição, podemos concluir que estamos muito longe de Nárnia ou da Terra Média, confirmando-se essa ideia à medida que vamos descobrindo os vilões da história, que são bastante brutais. É um mundo onde os heróis aceitam e compreendem que, perante os seus inimigos, têm que ser ainda mais impiedosos que eles, não hesitando em recorrer à tortura ou mentira, para alcançar os seus objectivos.
Há momentos na história, que nos levam mesmo a perder a esperança e a pensar porque motivo continuam os nossos heróis a lutar, para depois sermos reanimados por uma conclusão inesperada, que transmite uma mensagem de esperança e valor, despertando-nos de um pessimismo que parece acompanhar a sociedade onde estes livros se desenrolam.
Sim, porque os livros estão cheios de mensagens e ideais, que também provocam a ira de muitos fãs de fantasia. Nota-se que o autor é um defensor duro das políticas militares dos EUA, porque está sempre presente a ideia de que deve haver um grande sacrifício pessoal e geral, para proteger os mais fracos, tomando conta deles, até se conseguirem defender por conta própria, sendo a violência e todo o tipo de métodos brutais, justificável nestes casos. Um dos livros tem mesmo uma dedicatória aos Serviços de Inteligência dos EUA.
Além deste, há muitos outros valores cheios de testosterona a preencher o livro, como a ideia de que nós é que fazemos o nosso próprio destino, que devemos lutar sem olhar a meios pelos nossos objectivos e não nos devemos deixar enganar pelo coração, que muitas vezes nos leva a acreditar em mentiras que queremos que sejam verdades...porque somos estúpidos.
É sem dúvida alguma um livro que desperta muitos ódios dos puristas de fantasia, mas eu considero-os mais livros de aventuras, com um ritmo rápido e brutal, como as personagens que os preenchem. Sim, estão cheios de sexo e sangue, com algumas situações muito exageradas e até a tocar os limites do ridículo ou do aceitável, mas penso que é mesmo isso que o autor quer e não criar um épico de fantasia.
Portanto, como conclusão, para mim The Sword of Truth é uma grande aventura e Terry Goodkind, é um excelente contador de histórias, que nos leva sempre a querer saber o que vai acontecer no capítulo seguinte e que não tem problemas em transmitir os seus ideais através do que escreve, mesmo se forem inadequados ou pelo menos, fora do comum, ao estilo fantasia. Não esperem um enredo e mundo complexo, como Game of Thrones, nem um ambiente épico e místico, como o Senhor dos Anéis, mas sim uma excelente aventura ao longo de vários livros, de ritmo elevado, cheia de acção e intensidade.
Embora continue a gostar muito, compreendo agora melhor, o motivo que levou tantos fãs a rejeitar esta adaptação. Os livros são muito mais violentos e sombrios, estando direccionados para um público adulto, ao passo que a série era aberta a quase todas as idades, propícia ao canal que a financiou e em que foi transmitida.
É este mesmo lado mais adulto dos livros, aliado ao facto de que a história avança essencialmente à força de aventuras cheias de combates e batalhas, que leva também muitos fãs de fantasia a odiarem a obra de Terry Goodkind.
De facto, ao longo dos vários livros, não existem aquelas personagens nobres e heróicas, com aspecto angelical, cheias de dilemas e que só recorrem à violência em último recurso. Muito pelo contrário, o herói tem como principal veículo da sua magia, uma espada, a heroína apodera-se da vontade dos inimigos com os seus poderes e a acompanhante de ambos, é uma mulher vestida de cabedal vermelho com um bastão que inflige dor em todos que lhe tocam, incluindo ela.
Por esta descrição, podemos concluir que estamos muito longe de Nárnia ou da Terra Média, confirmando-se essa ideia à medida que vamos descobrindo os vilões da história, que são bastante brutais. É um mundo onde os heróis aceitam e compreendem que, perante os seus inimigos, têm que ser ainda mais impiedosos que eles, não hesitando em recorrer à tortura ou mentira, para alcançar os seus objectivos.
Há momentos na história, que nos levam mesmo a perder a esperança e a pensar porque motivo continuam os nossos heróis a lutar, para depois sermos reanimados por uma conclusão inesperada, que transmite uma mensagem de esperança e valor, despertando-nos de um pessimismo que parece acompanhar a sociedade onde estes livros se desenrolam.
Sim, porque os livros estão cheios de mensagens e ideais, que também provocam a ira de muitos fãs de fantasia. Nota-se que o autor é um defensor duro das políticas militares dos EUA, porque está sempre presente a ideia de que deve haver um grande sacrifício pessoal e geral, para proteger os mais fracos, tomando conta deles, até se conseguirem defender por conta própria, sendo a violência e todo o tipo de métodos brutais, justificável nestes casos. Um dos livros tem mesmo uma dedicatória aos Serviços de Inteligência dos EUA.
Além deste, há muitos outros valores cheios de testosterona a preencher o livro, como a ideia de que nós é que fazemos o nosso próprio destino, que devemos lutar sem olhar a meios pelos nossos objectivos e não nos devemos deixar enganar pelo coração, que muitas vezes nos leva a acreditar em mentiras que queremos que sejam verdades...porque somos estúpidos.
É sem dúvida alguma um livro que desperta muitos ódios dos puristas de fantasia, mas eu considero-os mais livros de aventuras, com um ritmo rápido e brutal, como as personagens que os preenchem. Sim, estão cheios de sexo e sangue, com algumas situações muito exageradas e até a tocar os limites do ridículo ou do aceitável, mas penso que é mesmo isso que o autor quer e não criar um épico de fantasia.
Portanto, como conclusão, para mim The Sword of Truth é uma grande aventura e Terry Goodkind, é um excelente contador de histórias, que nos leva sempre a querer saber o que vai acontecer no capítulo seguinte e que não tem problemas em transmitir os seus ideais através do que escreve, mesmo se forem inadequados ou pelo menos, fora do comum, ao estilo fantasia. Não esperem um enredo e mundo complexo, como Game of Thrones, nem um ambiente épico e místico, como o Senhor dos Anéis, mas sim uma excelente aventura ao longo de vários livros, de ritmo elevado, cheia de acção e intensidade.
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