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Development as Freedom
By the winner of the 1998 Nobel Prize in Economics, an essential and paradigm-altering framework for understanding economic development—for both rich and poor—in the twenty-first century.
Freedom, Sen argues, is both the end and most efficient means of sustaining economic life and the key to securing the general welfare of the world's entire population. Releasing the idea of individual freedom from association with any particular historical, intellectual, political, or religious tradition, Sen clearly demonstrates its current applicability and possibilities. In the new global economy, where, despite unprecedented increases in overall opulence, the contemporary world denies elementary freedoms to vast numbers—perhaps even the majority of people—he concludes, it is still possible to practically and optimistically regain a sense of social accountability. Development as Freedom is essential reading.
Freedom, Sen argues, is both the end and most efficient means of sustaining economic life and the key to securing the general welfare of the world's entire population. Releasing the idea of individual freedom from association with any particular historical, intellectual, political, or religious tradition, Sen clearly demonstrates its current applicability and possibilities. In the new global economy, where, despite unprecedented increases in overall opulence, the contemporary world denies elementary freedoms to vast numbers—perhaps even the majority of people—he concludes, it is still possible to practically and optimistically regain a sense of social accountability. Development as Freedom is essential reading.
366 pages, Paperback
First published January 1, 1999
About the author
Amartya Sen
188 books1,490 followersAmartya Kumar Sen is an Indian economist who was awarded the 1998 Nobel Prize in Economic Sciences for his contributions to welfare economics and social choice theory, and for his interest in the problems of society’s poorest members.
Sen was best known for his work on the causes of famine, which led to the development of practical solutions for preventing or limiting the effects of real or perceived shortages of food. He is currently the Thomas W. Lamont University Professor and Professor of Economics and Philosophy at Harvard University. He is also a senior fellow at the Harvard Society of Fellows and a Fellow of Trinity College, Cambridge, where he previously served as Master from the years 1998 to 2004. He is the first Asian and the first Indian academic to head an Oxbridge college.
Amartya Sen's books have been translated into more than thirty languages. He is a trustee of Economists for Peace and Security. In 2006, Time magazine listed him under "60 years of Asian Heroes" and in 2010 included him in their "100 most influential persons in the world".
Sen was best known for his work on the causes of famine, which led to the development of practical solutions for preventing or limiting the effects of real or perceived shortages of food. He is currently the Thomas W. Lamont University Professor and Professor of Economics and Philosophy at Harvard University. He is also a senior fellow at the Harvard Society of Fellows and a Fellow of Trinity College, Cambridge, where he previously served as Master from the years 1998 to 2004. He is the first Asian and the first Indian academic to head an Oxbridge college.
Amartya Sen's books have been translated into more than thirty languages. He is a trustee of Economists for Peace and Security. In 2006, Time magazine listed him under "60 years of Asian Heroes" and in 2010 included him in their "100 most influential persons in the world".
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March 24, 2019
Interessante teoria da justiça de Sen considerando o contexto de países subdesenvolvidos. As liberdades substantivas apresentadas pelo autor apontam para a necessidade de aspectos mínimos de uma democracia para que haja um efetivo desenvolvimento. Faria bem aos liberais à brasileira considerar alguns argumentos do autor.
May 18, 2020
No livro “Desenvolvimento Como Liberdade” Sen argumenta a favor de sua abordagem de defesa à liberdade em duas frentes complementares, a liberdade como instrumento (liberdade instrumental) e liberdade como um fim (liberdade constitutiva). Ou seja, para Sen, as liberdades devem ser defendidas uma vez que é ético por si só defender as liberdades das pessoas, quanto pelo fato das liberdades serem inter-relacionadas e complementares, fazendo com que um aumento em uma liberdade gere um aumento geral das liberdades.
Na obra de Sen, a liberdade não tem o sentido mais restritivo do libertarianismo em que as liberdades são negativas e processuais, representando aquilo que não se pode fazer a outro ser humano. Mas são mais amplas, incluindo liberdades negativas e positivas, estas últimas sendo dar às pessoas a capacidade viver dignamente.
Por acreditar que uma pessoa que é processualmente livre, mas que não goza de suas liberdades negativas por não ter capacidade/dignidade devido à falta de comida, saúde e educação, na verdade não é livre, o discurso de Amartya se aproxima ao discurso instintivo de defesa dos menos favorecidos. Contudo, Sen contextualiza o seu discurso dentro da filosofia política e da análise econômica, trazendo dados de porque é razoável acreditar que é virtuoso pensar na liberdade de forma mais ampla do que libertários (com o foco nas liberdades negativas/processuais) e utilitaristas (com o foco no bem-estar agregado, mesmo que isso venha a prejudicar direitos individuais).
De certa forma, o livro de Amartya Sen, Desenvolvimento como Liberdade, é uma obra que traduz o senso comum em um pensamento mais estruturado e que dialoga com questões da filosofia política. Ou seja, discussões sobre como trazer para o debate político questões como o valor da democracia, da liberdade de expressão, das tradições, etc, são trazidas para o livro. Diferentemente da maior parte da tradição da filosofia ocidental, a proposta de Sen é menos racionalista e analítica, não tentando sumarizar todas as questões éticas de uma sociedade para somente um critério, como a maximização da felicidade (no utilitarianismo, com Mill ou Bentham) ou a criação de um sistema de regras que protejam a liberdade negativas com um sistema de regras racionais e não contraditórias (na deontologia, com Kant ou Nozick).
A obra de Amartya Sen, contudo, peca ao entrar no mérito de uma questão filosófica de qual deve ser o padrão para avaliar o sucesso ou fracasso de um país (ou, nas palavras do autor, qual base informacional utilizar para realizar a avaliação) sem conseguir delinear uma defesa clara dessa ideia de um ponto de vista filosófico ou mesmo prático, mas, apenas, apelar para a intuição e ao senso de justiça do leitor. Deve ser dito, contudo, que esse livro não possui o fim de delimitar claramente uma nova tradição filosófica ou econômica, mas sim trazer, em linguagem comum, os conceitos discutidos. Amartya Sen possui outros livros e artigos para tratar mais a fundo esses temas, como “A Ideia de Justiça”.
Já dos pontos positivos pode ser dito o fato do livro servir para familiarizar o leitor com algumas discussões modernas da filosofia política e trazer dados (que podem ser contraintuitivos) das relações entre as liberdades. Além de fazer uma análise mais embasada do ponto de vista teórico e empírico sobre o desenvolvimento econômico visto de forma mais ampla (incluindo a democracia liberal e as capacidades individuais, especialmente dos menos favorecidos).
Na obra de Sen, a liberdade não tem o sentido mais restritivo do libertarianismo em que as liberdades são negativas e processuais, representando aquilo que não se pode fazer a outro ser humano. Mas são mais amplas, incluindo liberdades negativas e positivas, estas últimas sendo dar às pessoas a capacidade viver dignamente.
Por acreditar que uma pessoa que é processualmente livre, mas que não goza de suas liberdades negativas por não ter capacidade/dignidade devido à falta de comida, saúde e educação, na verdade não é livre, o discurso de Amartya se aproxima ao discurso instintivo de defesa dos menos favorecidos. Contudo, Sen contextualiza o seu discurso dentro da filosofia política e da análise econômica, trazendo dados de porque é razoável acreditar que é virtuoso pensar na liberdade de forma mais ampla do que libertários (com o foco nas liberdades negativas/processuais) e utilitaristas (com o foco no bem-estar agregado, mesmo que isso venha a prejudicar direitos individuais).
De certa forma, o livro de Amartya Sen, Desenvolvimento como Liberdade, é uma obra que traduz o senso comum em um pensamento mais estruturado e que dialoga com questões da filosofia política. Ou seja, discussões sobre como trazer para o debate político questões como o valor da democracia, da liberdade de expressão, das tradições, etc, são trazidas para o livro. Diferentemente da maior parte da tradição da filosofia ocidental, a proposta de Sen é menos racionalista e analítica, não tentando sumarizar todas as questões éticas de uma sociedade para somente um critério, como a maximização da felicidade (no utilitarianismo, com Mill ou Bentham) ou a criação de um sistema de regras que protejam a liberdade negativas com um sistema de regras racionais e não contraditórias (na deontologia, com Kant ou Nozick).
A obra de Amartya Sen, contudo, peca ao entrar no mérito de uma questão filosófica de qual deve ser o padrão para avaliar o sucesso ou fracasso de um país (ou, nas palavras do autor, qual base informacional utilizar para realizar a avaliação) sem conseguir delinear uma defesa clara dessa ideia de um ponto de vista filosófico ou mesmo prático, mas, apenas, apelar para a intuição e ao senso de justiça do leitor. Deve ser dito, contudo, que esse livro não possui o fim de delimitar claramente uma nova tradição filosófica ou econômica, mas sim trazer, em linguagem comum, os conceitos discutidos. Amartya Sen possui outros livros e artigos para tratar mais a fundo esses temas, como “A Ideia de Justiça”.
Já dos pontos positivos pode ser dito o fato do livro servir para familiarizar o leitor com algumas discussões modernas da filosofia política e trazer dados (que podem ser contraintuitivos) das relações entre as liberdades. Além de fazer uma análise mais embasada do ponto de vista teórico e empírico sobre o desenvolvimento econômico visto de forma mais ampla (incluindo a democracia liberal e as capacidades individuais, especialmente dos menos favorecidos).
April 17, 2026
Ótimo livro, no fim me fez pensar em uma coisa.
Na nova tqm de Milton Friedman ele apresenta uma nova variável a riqueza, a tqm para ele seria uma explicação para a demanda por moeda. Mas a variável riqueza me pegou.
A variável riqueza é a “W”, onde W = Riqueza humana (capital humano) + Riqueza não humana (ativos). Portanto os países mais ricos seriam os países com maior W.
Mas o que me fez pensar, é na importância da educação e do conhecimento no longo prazo dentro dessa variável, uma outra interpretação.
Esse trecho do livro Desenvolvimento como liberdade do Sen, me fez pensar que a riqueza não humana é dada, ou tem ou não se tem, ou conquista ou é herdado, é uma condição contratual, e não de capacidades, a depreciação é condição de uma economia de mercado capitalista.
Entretanto, o capital humano, a riqueza humana, ela é determinada por algumas questões:
1 - oportunidades: posição social econômica, contextos institucionais.
2- liberdade: direito a ter acesso ao desenvolvimento das suas capacidades.
3- Esforço: é preciso de muito trabalho para conquistar um capital humano.
Contudo, a grande diferença entre os dois, é que a depreciação do capital humano em grande medida é sugestivamente natural, mas a única coisa que fica com a gente, é o que a gente aprende, é o conhecimento, e essa consciência ninguém pode tirar, nem mesmo o capitalismo.
E tudo aquilo que mais nos marcam na vida, são o que mais sentimos, inclusive os conhecimentos obtidos que tocaram o nosso coração, sejam eles o que for, mas eles vão acompanhar até o fim da nossa vida, acredito que mesmo eu “gagá” vou falar que um dia meu professor disse:
“que os pequenos agricultores são que nem besouros, que só conseguem voar porque ignoram as leis da física, porque se vissem o peso e tamanho nunca acreditariam na sua capacidade e na opressão que os teoremas da física impõem.
Os pequenos agricultores só continuam a trabalhar porque ignoram o sistema de mercado e os pressupostos econômicos, por exemplo pegam açaí (x) no Pará, que é vendido a algum comerciante que vai para alguma cidade maior próxima e vende ela a 2x, e assim adicionando trabalho por trabalho, vai ficando cada vez mais caro.”
Eu sei que a minha interpretação de riqueza humana é diferente da que friedman propôs, mas meu ponto aqui é dizer que a educação nos dá o conhecimento que este é um ativo que nunca será depreciado, não é concedido, é uma memória, a educação nos torna ricos de outra forma.
O capital humano não é volátil e nem precificado, não é o trabalho que você pode dar e muito menos o salário, não tem métrica, é a capacidade humana em que você pode contribuir para o desenvolvimento da sociedade a qual você faz parte.
Na nova tqm de Milton Friedman ele apresenta uma nova variável a riqueza, a tqm para ele seria uma explicação para a demanda por moeda. Mas a variável riqueza me pegou.
A variável riqueza é a “W”, onde W = Riqueza humana (capital humano) + Riqueza não humana (ativos). Portanto os países mais ricos seriam os países com maior W.
Mas o que me fez pensar, é na importância da educação e do conhecimento no longo prazo dentro dessa variável, uma outra interpretação.
Esse trecho do livro Desenvolvimento como liberdade do Sen, me fez pensar que a riqueza não humana é dada, ou tem ou não se tem, ou conquista ou é herdado, é uma condição contratual, e não de capacidades, a depreciação é condição de uma economia de mercado capitalista.
Entretanto, o capital humano, a riqueza humana, ela é determinada por algumas questões:
1 - oportunidades: posição social econômica, contextos institucionais.
2- liberdade: direito a ter acesso ao desenvolvimento das suas capacidades.
3- Esforço: é preciso de muito trabalho para conquistar um capital humano.
Contudo, a grande diferença entre os dois, é que a depreciação do capital humano em grande medida é sugestivamente natural, mas a única coisa que fica com a gente, é o que a gente aprende, é o conhecimento, e essa consciência ninguém pode tirar, nem mesmo o capitalismo.
E tudo aquilo que mais nos marcam na vida, são o que mais sentimos, inclusive os conhecimentos obtidos que tocaram o nosso coração, sejam eles o que for, mas eles vão acompanhar até o fim da nossa vida, acredito que mesmo eu “gagá” vou falar que um dia meu professor disse:
“que os pequenos agricultores são que nem besouros, que só conseguem voar porque ignoram as leis da física, porque se vissem o peso e tamanho nunca acreditariam na sua capacidade e na opressão que os teoremas da física impõem.
Os pequenos agricultores só continuam a trabalhar porque ignoram o sistema de mercado e os pressupostos econômicos, por exemplo pegam açaí (x) no Pará, que é vendido a algum comerciante que vai para alguma cidade maior próxima e vende ela a 2x, e assim adicionando trabalho por trabalho, vai ficando cada vez mais caro.”
Eu sei que a minha interpretação de riqueza humana é diferente da que friedman propôs, mas meu ponto aqui é dizer que a educação nos dá o conhecimento que este é um ativo que nunca será depreciado, não é concedido, é uma memória, a educação nos torna ricos de outra forma.
O capital humano não é volátil e nem precificado, não é o trabalho que você pode dar e muito menos o salário, não tem métrica, é a capacidade humana em que você pode contribuir para o desenvolvimento da sociedade a qual você faz parte.
February 1, 2021
Livro originalmente publicado em 1999. Obra-prima de Amartya Sen. O autor defende que o desenvolvimento poderia ser visto como um processo de expansão das liberdades reais que as pessoas desfrutam num país ou região. Cinco tipos distintos de liberdade são investigados com base nas experiências históricas de diversos países.
June 22, 2021
O livro me surpreendeu bastante, achei que teria críticas bem fortes a ele mas acabei me envolvendo muito com a linha de pensando desenvolvida por Sen no livro.
Além de que ele consegue fazer conteúdos que geralmente vemos na micro parecem bem simples mesmo.
É uma leitura super boa e muito esclarecedora também :)
Além de que ele consegue fazer conteúdos que geralmente vemos na micro parecem bem simples mesmo.
É uma leitura super boa e muito esclarecedora também :)
June 22, 2021
O livro me surpreendeu bastante, achei que teria críticas bem fortes a ele mas acabei me envolvendo muito com a linha de pensando desenvolvida por Sen no livro.
Além de que ele consegue fazer conteúdos que geralmente vemos na micro parecem bem simples mesmo.
É uma leitura super boa e muito esclarecedora também :)
Além de que ele consegue fazer conteúdos que geralmente vemos na micro parecem bem simples mesmo.
É uma leitura super boa e muito esclarecedora também :)
September 10, 2020
A tese é interessante, e as justificativas dadas em sua defesa são boas, mas o livro realmente atinge todos os seus pontos interessantes bem cedo, o que faz ele ficar meio maçante da metade em diante.
October 9, 2020
clássico sobre desenvolvimento
March 2, 2023
estrelas tem a ver com minha cara enquanto leio o livro e nao com o conteudo em si ... enfim
July 2, 2026
um sumário perfeito deste livro: "O desenvolvimento consistente na eliminação das privações de liberdade que limitam as escolhas e as oportunidades das pessoas de exercer ponderadamente a sua condição de agente"
May 15, 2023
Desenvolvimento como Liberdade é um livro com uma proposta clara: mostrar que países não se desenvolvem apesar da liberdade. Eles se desenvolvem por causa dela.
Amartya Sen argumenta que o desenvolvimento não se resume a acumular riquezas materiais, mas deve ser entendido como um processo de expansão das liberdades individuais. A liberdade é um valor intrínseco e um meio para alcançar outros objetivos, como saúde, educação, participação política e igualdade de gênero.
O principal argumento é que fatores como pobreza, desigualdade, opressão política e falta de acesso a serviços básicos restringem a liberdade das pessoas. Ou seja, políticas públicas que promovam a capacitação, a inclusão social e o fortalecimento das instituições democráticas aumentam a liberdade como um todo. Uma população que tem mais escolhas disponíveis é mais rica que uma população que tem menos.
Em resumo, é um excelente livro, que traz uma perspectiva humana da liberdade e que fez uma geração inteira de economistas a darem mais valor ao funcionamento inclusivo das instituições sociais. Não espere, porém, uma linguagem acessível. Sen tem uma escrita carregada e quem não é da área econômica pode ter dificuldade de destrinchar tudo que o livro tem a oferecer.
Amartya Sen argumenta que o desenvolvimento não se resume a acumular riquezas materiais, mas deve ser entendido como um processo de expansão das liberdades individuais. A liberdade é um valor intrínseco e um meio para alcançar outros objetivos, como saúde, educação, participação política e igualdade de gênero.
O principal argumento é que fatores como pobreza, desigualdade, opressão política e falta de acesso a serviços básicos restringem a liberdade das pessoas. Ou seja, políticas públicas que promovam a capacitação, a inclusão social e o fortalecimento das instituições democráticas aumentam a liberdade como um todo. Uma população que tem mais escolhas disponíveis é mais rica que uma população que tem menos.
Em resumo, é um excelente livro, que traz uma perspectiva humana da liberdade e que fez uma geração inteira de economistas a darem mais valor ao funcionamento inclusivo das instituições sociais. Não espere, porém, uma linguagem acessível. Sen tem uma escrita carregada e quem não é da área econômica pode ter dificuldade de destrinchar tudo que o livro tem a oferecer.
September 21, 2017
Livro indispensável para quem quer pensar em formas alternativas de olhar o desenvolvimento. A centralidade da Liberdade defendida pelo Sen, parece tão óbvia, mas ainda assim seus argumentos são ótimos.
Particularmente a discussão sobre participação e liberdade e críticas culturais (cap 10) são muito interessantes.
Particularmente a discussão sobre participação e liberdade e críticas culturais (cap 10) são muito interessantes.
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