Amantine Lucile Aurore Dupin de Francueil, best known by her pen name George Sand, was a French novelist, memoirist and journalist. One of the most popular writers in Europe in her lifetime, being more renowned than either Victor Hugo or Honoré de Balzac in England in the 1830s and 1840s, Sand is recognised as one of the most notable writers of the European Romantic era. She wrote more than 50 volumes of various works to her credit, including tales, plays and political texts, alongside her 70 novels. Like her great-grandmother, Louise Dupin, whom she admired, George Sand advocated for women's rights and passion, criticized the institution of marriage, and fought against the prejudices of a conservative society. She was considered scandalous because of her turbulent love life, her adoption of masculine clothing, and her masculine pseudonym.
Este conto escrito por George Sand , pseudônimo de Amantine Lucile Aurore Dupin, foi em homenagem à afilhada Valentine Fleury , filha de Alphonse Fleury, como um modo de distrair a garotinha que estava doente.
Um conto sobre um garoto chamado Simplício que apesar de ter pais e irmãos que foram influenciados pela corrupção e maldade reinante na época, cresce com um coração dócil, um espírito bondoso e vai sofrer muito por ser assim num mundo onde todos são maus com exceção da rainha dos prados .
Um conto fantástico, com zangões que falam , flores com poderes extraordinários, e principalmente com uma mensagem poderosa, mostrando como sofrem os que procuram ser bons em uma terra onde ser mau, corrupto e ganancioso é normal, o diferente é você. Bem parecido com o nosso mundo.
Libro leído para un reto. Un cuento que se me hizo corto. A través de sus sueños Simplón viaja entre abejas, abejorros, hadas, silfos y genios en una historia fantástica, a veces hermosa, a veces cruel. Las descripciones de la naturaleza son preciosas y transportan al lector a un paisaje colorido y armonioso. La batalla entre los diferentes elementos de la naturaleza muy bien plasmada.
História do Verdadeiro Simplício foi escolhido como contraponto à leitura de um livro mais denso e de leitura não apenas reflexiva, mas também de certo modo pessimista. Mas o universo conspira e te atrai para temas justamente correlatos. Uma alegoria acerca de bondade versus maldade, de ganância versus parcimônia, mas também sobre política e sociedade. Embora tenha gostado bastante, não foi a leitura divertida que imaginei. Não consegui abster-me desse olhar analítico e reflexivo, como gostaria.
Alguns grifos "ela falava sempre de economia e, enquanto ensinavam a Simplício a arte de contar, ela o atormentava dizendo sem parar que ele precisava aprender também a arte de produzir."
"o senhor acusava a senhora de ser avara e a senhora tratava o senhor como ladrão."
"é a princesa dos que juntam tesouros. Tornou muita gente riquíssima e o país aparentemente cresceu; mas, embora sem perseguir os pobres, agiu de forma a fazê- los perecer de fome, pois soube tornar os ricos egoístas e duros. Os pobres se fizeram cada vez mais ignorantes e maus por força dos sofrimentos e do ódio de tal maneira que todos se detestam nesse infeliz país"
Delightful reading, outstanding artwork/illustrations. Pretty complex for a children's book, I'm not sure I would be reading this aloud to a young child.
My favourite author telling a story with a lot of depth which also happens to still be very timely... I don't want to spoil this wonderful story, but though it's a children's book it has real wisdom for adults too. Available to read for free on Gallica.
"Il y avait une fois un père et une mère qui avaient un fils. Le fils s'appelait Gribouille, la mère s'appelait Brigoule et le père Bredouille. Le père et la mère avaient six autres enfants, trois garçons et trois filles, ce qui faisait sept, en comptant Gribouille qui était le plus petit. Le père Bredouille était garde-chasse du roi de ce pays-là, ce qui le mettait bien à son aise. Il avait une jolie maison au beau milieu de la forêt, avec un joli jardin dans une jolie clairière, au bord d'un joli ruisseau qui passait tout au travers du bois. Il avait le droit de chasser, de pêcher, de couper des arbres pour se chauffer, de cultiver un bon morceau de terre, et encore avait-il de l'argent du roi, tous les ans, pour garder sa chasse et soigner sa faisanderie ; mais le méchant homme ne se trouvait pas encore assez riche..."
“con frecuencia se iba solo al bosque a llorar sin ser visto y a pedir al cielo que sus padres le quisieran tanto como él les quería a ellos.” / “—¡Ay, señor! —respondió Simplón temblando de miedo—, lo que yo deseo, usted no puede hacer que se cumpla. Mis padres no me quieren, y a mí me gustaría que me quisieran” / “moriría de tristeza, porque te amo con el amor que hubiera tenido por mi madre si ella lo hubiera permitido” / “De repente sintió que es tan dulce ser amado, que rápidamente hay que corresponder y no atormentarse con otra cosa en el mundo.”
Cette histoire nous semble bien désuète aujourd'hui. On a du mal à croire que c'est une histoire pour enfant tellement il y a de méchanceté et de vilénie dans cette histoire ! Je ne pense pas que ce conte plairait aux enfants d'aujourd'hui.