A cidade é uma criação histórica particular, nem sempre existiu, mas começou em certo momento da evolução social e pode acabar, ou ser radicalmente transformada, em outro momento. Não existe por uma necessidade natural, mas por uma necessidade histórica, que tem um início e pode ter um término. Torna-se, portanto, importante explicar a origem da cidade no mundo antigo, e também na medida do possível o seu destino na hora atual. Ao trazer para a língua portuguesa a importante obra de Leonardo Benevolo, História da Cidade, a Editora Perspectiva pretende colocar ao alcance do meio profissional e interessado, além de um farto material ilustrativo, um instrumento básico para a compreensão de como foi possível e o que alimenta este fenômeno básico da sociedade e da cultura. Leia também do mesmo autor: A Cidade e o Arquiteto e História da Arquitetura Moderna.
(fonte: Amazon)
Edições conhecidas
- 1983 ; anterior ao ISBN, 728 páginas
- 2015: com este ISBN, relacionada como "1ª" (?) no site da editora
If you are doing research in urban planning, city planning, landscape & parks architecture, The History Of The City is the historical reference book you need to have. There are hundreds of old cities maps reproductions, mostly from Europe and the Middle East regions ...
I bought this book for a song in a used book store - now closed - in NYC East Village around 1985, as support material for a history of architecture class. Then I was foolish enough to resale it on ebay -for a good price- in 2009, but I still regret that decision, for I should have kept it in my personal library. (My Bad !!!)
Um livro maravilhoso. Revela o surgimento da estrutura e organização social que entendemos como cidades, desde a Mesopotâmia até os dias de hoje. Perfeito para entender como a relação do homem e suas necessidades sociais e econômicas ao passar do tempo moldam a organização espacial que nos circunda e onde vivemos. O livro é longo, porém muito rápido de se ler.
O livro é constituído em sua maioria por imagens, diagramas, vistas de cidades, desde as primeiras aldeias até a cidade moderna, encerrando por volta dos anos 70, em uma época antes da onda liberal dos anos 80 em que ainda haviam imensos departamentos de planejamento urbano governamentais. O autor jamais usa a palavra modernismo, como um estilo, mas usa o termo a pesquisa arquitetônica moderna como algo ainda vivo, capaz de se autocorrigir, como quando mostra a tentativa de diminuição da ênfase no uso do automóvel individual.