Quando Kariya decidiu ir até o Museu Submerso para a estreia de um documentário, não imaginou encontrar por lá Lana Boeing, sua grande paixão platônica. Agora, ela terá que lidar com a timidez e o passado para beijar a mulher dos seus sonhos.
Que decepção em... estava doida para ler esse conto desde que vi a capa fui ler agora e péssimo. Parece que a autora serviu vários tabus bem quebrados, lacrou em mana dizendo que em um relacionamento allocishet a mulher sempre é o elo mais fraco. Pior foi esse romance, a protagonista é interessante só que o interesse amoroso além de mal educada também é confusa? Confusa no sentido de em uma página ignora a existência da protagonista e na seguinte se mete no meio da protagonista para fingir que é amiga dela só para conhecer alguém de influencia. Ou flerta com a protagonista para quando a protagonista retribuir ser fria logo em seguida e umas páginas depois retribuir o beijo que a protagonista deu nela? Essa autora não soube construir a personagem não, sinceramente. E teve toda a história do museu e da mãe da protagonista para isso não signficar absolutamente nada e não acrescentar nada no final. Qual o conflito da história?
Enfim, infelizmente fui tombada pela capa bonita... A ideia da história é legal e escrita da autora não é ruim não só que deu errado.
se o objetivo é te deixar curioso entao é perfeito porque deixa o leitor se roendo de curiosidade pra entender a historia ao redor de quem parece ser a personagem principal de verdade já que tão mencionada e tão importante na história, marina! o livro termina sem a gente saber que fim a levou, os detalhes sangrentos de sua vida que sao mencionados por lana...a filha tambem pouco demonstra a relação ser algo tao caloroso ao ponto dela falar "eu sou a filha da marina," e isso me gerou dúvidas e me deixou chateada com esse final sem arremate!
algumas coisas não fizeram sentido nessa história e outras ficaram inacabadas durante a escrita, o que me fez dar essa nota baixa para o conto. algo que não pareceu natural foi o fato das duas melhores amigas da personagem principal não quererem ir para um evento que claramente era importante para ela. também durante a história é mencionado que na cidade há mais meninas do que meninos devido a uma lei de equidade educacional, mas a narração não se aprofunda nisso e creio que essa é uma falha também. isso sem mencionar que o relacionamento me pareceu extremamente repentino - o que não necessariamente é ruim, mas da forma que foi feito não me agradou. no início e na sinopse do conto, é dito que as personagens principais não se conhecem de fato, mas em pouco tempo (em menos de 3 capítulos) ambas estão andando de mãos dadas. além disto, algumas frases específicas do conto me deixaram levemente irritada por carregarem alguns preconceitos velados que talvez a escritora nunca tenha tido a oportunidade de rever ou por ter tentado apresentar um preconceito na personagem que escreveu, mas foi realizado de forma errônea. apesar disto tudo que disse aqui, a escrita é boa, leve e fluída. por conta da qualidade da escrita, não consigo dar uma nota menor do que dei.
2,5 - não gostei por motivos pessoais.
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Uma história que começa de forma despretensiosa e se desenrola de uma forma incrível. Tive um pouco de dificuldade para me conectar com as personagens no começo do conto, dei umas boas risadas com algumas frases, e senti um quentinho no peito com aquele final. Quero ler mais da autora e conseguir me conectar mais com suas personagens, tenho certeza de que vou me apaixonar pelo universo que está criando!
a capa do conto é linda demais e a história te deixa com vontade de quero mais, inclusive será que vai ter mais? porque preciso saber o que vai acontecer com elas duas e sobre a história de vida da Kari. enfim, leiam pra gente comentar e morrer de curiosade comigo?
Uma leitura rápida e agradável. Fiquei meio meh com algumas frases meio cultura de Twitter mas ficaram encaixadas no universo do livro então não foi tão ruim assim. Curti.
Esse conto é bom, tem frases interessantes, até em certos momentos foge do clichê mas ao mesmo tempo que tem boas passagens, tem coisas que são jogadas e não há explicação. A autora quis fazer uma história pós-pandemia mas não especifica muito sobre esse tempo. Teve um momento em que falou que a cidade em que a personagem principal mora tem poucos homens devido a uma lei mas não explica e até agora não entendi e pensei: “será se sou burra?” Mas vi comentários aqui de pessoas que não entenderam também. Todavia, autora diz que a história delas está longe de acabar, então espero que a continuação tire as dúvidas que ficaram nesse livro.
“— Não quero ser confundida com uma direitista de merda” pqqq??? Por ir a um museu? Ir a um museu é coisa de direitista?
“Era difícil acreditar nisso vindo de uma das calouras mais populares de Jornalismo, e considerando as opiniões feministas de Lana, não podia imaginá-la dando bola para um homem cisgênero. —“ Mulher feminista não pode namorar cisgenero? Isso retoma uma ideia rasa de que mulher feminista odeia homem quando é muito mais profundo que isso!
Então, tem algumas situações problemáticas que são típicas de uma esquerda liberal que não pretende se aprofundar muito nas questões. Mas, fora isso, é um bom casal mas tem esses problemas da escrita que ficou confusa e frases problemáticas.
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Kariya está indo pra estreia de um documentário sobre "Marina" que ajudou a fazer, só não contava com a presença de seu amor platônico, que também tem muito apreço pela Marina e pela diretora.
Achei um romance muito difícil de engolir, forçado e sem química, a única coisa que as uniu e une era o filme, e no começo Lana me pareceu super interesseira.
Também achei o roteiro muito vago e raso, o conto inteiro é mais sobre Marina do que qualquer outra personagem, o que torna complicado de aceitar qualquer outro foco. Além de ter achado muito estranho a mudança repentina de tratamento da Kari ao pensar Marina, de uma hora pra outra é ok se referir a dela como mãe? Entendo que talvez tenha sido um recurso pra causar surpresa nos leitores, mas sinto mais que deixou Kari uma pessoa fria e despreocupada sobre o que a mãe lhe representa.
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Kariya é gada demais, minha nossa senhora - mas gostei kkkk. Kariya é uma personagem muito carismática e acredito que a autora conseguiu passar bem a personalidade dela mesmo nessas poucas páginas que constituem o conto. Na verdade, não foi só com a pp mas também com todo o romance do livro. Nos primeiros momentos da relação entre Kariya e Lana, logo no capítulo três, já dava para sentir aquele frio na barriga que se sente - ou deveria se sentir - em todos os romances bons e devidamente clichês.
O conto também faz algumas reflexões relevantes sobre a descoberta da própria sexualidade e sobre a luta feminina.
"- eu acredito que, em um relacionamento heterosexual, mulheres sempre serão a ponta mais fraca."
Eu estou apaixonada pela sutileza desse livro. Durante toda história, a autora constrói uma pequena tensão sobre um acontecimento que nunca chega e me fez ficar agarrada no meu leitor torcendo para chegar logo. E foi tão fofo. Além disso, como estudante de Cinema e ex-estudante de biologia, qualquer coisa sobre documentário me deixa empolgada. E por mais breve que seja essa história, me envolveu muito forte com a história do documentário em si. Eu comecei esse livro sem nem saber a premissa, e terminei querendo devorar tudo dessa autora!
Uma história incrível pra quem tá com bloqueio literário! sério mesmo, amei as personagens e amei a evolução da protagonista e da história, COMO ASSIM TEVE DOIS PLOT TWIST????
De qualquer forma, eu basicamente grifei quase todo o conto então da por volta de 20 páginas cheias de grifo kkkk MAL POSSO ESPERAR PARA A CONTINUAÇÃO!!
Gostei da história, embora tenha demorado um pouco pra entender que não se passava nos dias atuais e sim em algum lugar no futuro. Gostaria que fosse um livro e não apenas um conto! Esta capa é um amor e é fofa igual a história.
Comecei achando que seria só um romance bobinho, mas com certeza a Kari tem um passado pesado junto com a mãe. O toque feminista nesse livro não foi algo que eu esperava, mas foi um ótimo conto pra passar o tempo.