Uma freira e dois cardeais encontram o corpo sem vida do Papa sentado na cama, com as mangas da roupa destruídas, os óculos no rosto e um livro nas mãos. O mundo reage com choque, sobretudo, quando Pedro, um delator em parte incerta, regressa à ribalta e contraria a versão oficial. Porém, tudo muda quando imagens de um escritor famoso vêm à tona, colocando-o na cena do crime.
Enquanto as dúvidas se instalam, um jornalista dedica-se à investigação do desaparecimento de uma adolescente. Mas eis que um recado é deixado na redação da Radio Vaticana. Com a ajuda de um professor universitário e da sua intrépida esposa, os três lançam-se numa demanda chocante pela verdade. O corpo da jovem está no local para onde aponta o anjo.
Pleno de reviravoltas e volte-faces surpreendentes, intimista e apaixonante, inspirado em factos reais, A Morte do Papa conduz-nos até um dos maiores mistérios da história da Igreja Católica, a morte de João Paulo I. Tendo como base os cenários únicos da Cidade do Vaticano, este é um thriller religioso arrebatador, de leitura compulsiva, e igualmente uma incursão perturbadora num mundo onde a ambição humana desafia o poder de Deus.
Nasceu em 1978. É autor da série bestseller de thrillers psicológicos Afonso Catalão, com a qual foi N.º1 de vendas nacional, de duas séries de ficção em formato podcast e de diversos contos.
Nomeado para vários prémios, incluindo o de Ficção Lusófona 2019 das Livrarias Bertrand com A Última Ceia, do qual foi finalista, destacou-se em 2012, quando venceu o concurso literário Note! com a obra O Espião Português, o seu primeiro livro, que a Cultura Editora reeditou em 2021.
Apresenta agora A Noiva Judia, o derradeiro título da série que o notabilizou.
Trilogia Freelancer (em reedição pela Cultura Editora) O Espião Português, A Espia do Oriente, A Hora Solene
Série Afonso Catalão A Célula Adormecida, Pecados Santos, A Última Ceia, A Morte do Papa, O Cardeal, A Noiva Judia Histórias do Bem e do Mal, Os Ficheiros Catalão, O Assassino, A Morte de Dario
Representação literária e imagem
Agência das Letras e-mail: info@agenciadasletras.pt
Referências
N.º 1 nacional de vendas de livros.
N.º 1 nacional Fnac;
N. 1 nacional Continente;
N.º 1 nacional Bertrand;
N.º 3 nacional WOOK;
N.º 1 nacional Kobo;
N.º 1 nacional Apple;
N.º 1 nacional Amazon;
N.º1 nacional policiais e thrillers Wook.pt;
N.º 1 nacional policiais e thirllers Bertrand.pt;
N.º 1 nacional google play;
Prémios Literários
Prémio Note! 2012 (parceria grupo LeYa, revista Lux Woman e lojas Note!) - O Espião Português. Finalista Prémio Bertrand Ficção Lusófona 2019 - A Última Ceia. Geeks de Ouro - Melhor livro nacional 2020 - A Morte do Papa.
Mais um grande leitura cheia de reviravoltas! Li o livro em menos de 48h porque queria sempre saber mais. Só não lhe dou 5⭐ porque este tipo de thrillers não é dos meus preferidos.
Começando pelo fim… foi uma leitura divertida, agradável e que aconselho. Foi o meu primeiro contacto com o autor, não tendo lidos os seus livros antecessores.
Encontrei uma escrita que não me arrebatou, mas com qualidade. É evidente a pesquisa do autor, sobretudo sobre a cidade-estado que é o Vaticano, o estado soberano governado pelo papa, onde a generalidade dos seus funcionários públicos são clérigos. Mostrou conhecimento da sua história, geografia, das suas leis, hierarquias e do corpo da guarda responsável pela segurança do Papa – a Guarda Suíça.
Uma estrutura narrativa que me agrada, recorrendo a “flashbacks” e onde se desenvolvem dois diferentes cenários, com investigações paralelas, mas que acabam por se tocar e convergir.
Uma história baseada na vida (e morte) do Papa João Paulo I, aqui denominado Mateus I, recorrendo naturalmente a momentos ficcionados. Explora temas controversos como a prostituição masculina na cidade de Roma, o sexo no seio da Igreja (sobretudo no Vaticano), o escândalo de corrupção financeira do Banco do Vaticano, a polícia bastante politizada do estado e, sobretudo a velha máxima de que, “What happens in Vaticano, stays in Vaticano”.
É um thriller religioso, ao bom estilo Dan Brown (encontrei alguns pontos comuns) onde decorrem as investigações da morte de um Papa com um papado de apenas 33 (ou serão 34) dias e de uma jovem rapariga, filha de dois funcionários do Vaticano, que ocorreram com uma diferença de 15 anos e sem, aparente, relação. Adornando todo este enredo, somos agraciados com triângulos amorosos, amores impossíveis, crimes passionais, suicídios e ainda um pequeno vislumbre de um Romeu e Julieta moderno.
É tão bom ver um autor português ser um caso de sucesso na literatura! E é tão bom ter tido a oportunidade de assistir ao seu crescimento enquanto autor, desde que era totalmente desconhecido e ganhou um prémio literário até aos dias de hoje onde, em poucos dias, o seu novo livro já vai na segunda edição. Tudo por mérito próprio, diga-se. A qualidade da escrita, a pesquisa cuidada, a dedicação aos seus leitores, a paixão que o move e que se nota de cada vez que fala sobre os seus livros. Tão bom!
Acho que não tenho nada a dizer, vê-se pela pontuação.
Foi uma série com uma mistura explosiva de mistérios e segredos, tudo relacionado com o mundo de islamismo, cristianismo e judaica, que demonstra bem que nenhuma religião é “pura”.
Há que ter atenção que cada livro desta série é inspirado pelos acontecimentos verídicos, a escrita foi ficando cada vez mais fluída e a construção das estórias foi ficando mais “complexas”. Ficava cada vez fascinada e agarrada desta série.
Não se vão arrepender ler esta série, um autor que merece atenção pelo trabalho que foi desenvolvido nesta aventura.
Sou grande fã dos livros do Nuno Nepomuceno e assim que soube que iria ser lançado mais um livro, fiquei super empolgada e não resisiti a fazer a pré-compra. Mais um vez, o Nuno traz-nos um thriller empolgante e onde fez uma mistura perfeita entre realidade e ficção, já que se inspirou na morte do papa João Paulo I, como também o misterioso desaparecimento de uma jovem italiana, e ainda detalhes da guarda do Vaticano. O Nuno pegou nestes factos históricos e “transportou-os” para o tempo actual, juntando-lhes o nosso já conhecido Professor Catalão e a sua esposa Diana. Não há como negar, o Nuno sabe escrever e contar histórias, e nem damos pelo tempo passar. O modo como nos descreve, faz-nos visualizar as cenas com perfeita clareza. Quanto a personagens, continuo a gostar do nosso protagonista mas fiquei muito curiosa para saber mais sobre Adam Immanuel e o Cardeal 😉 Para além do livro A Morte do Papa, li também todos os cinco contos: Dor, Ira, Raiva, O Assassino da Noite e o Beijo do Escorpião, e que são um bom complemento à história principal.
Com uma linguagem clara, viajando entre Lisboa, Roma e Londres, Nuno Nepomuceno tenta resolver o mistério da morte do papa João Paulo I e o desaparecimento de Manuela Orlandi. Ninguém vai ficar indiferente a esta obra.
Obrigada Nuno por este livro maravilhoso! Adorei! Cresceu tanto este menino! Muito orgulho! Que evolução!
O autor pega no episódio da morte de João Paulo I em 1978 e dá-lhe um cunho pessoal. Para já traz essa situação para o tempo presente. Chama ao Papa Mateus I e conta este episódio como se fosse passado nos dias de hoje. Depois vai andando para trás, até aos anos 60-70 para nos ir revelando alguns pormenores sobre a vida de Mateus I na sua juventude. Ainda temos também em paralelo a história de uma jovem desaparecida há 15 anos, também inspirada em factos reais. Até que ponto esta história se relaciona com a da morte do Papa? É este novelo que vamos desvendar ao logo destas páginas.
E era tãããão isto que tinha pedido ao Nuno que escrevesse! Que óptimo thriller religioso! Intrigante do início ao fim, cheio de suspense, reviravoltas e surpresas e tão bem contido nos momentos chave!
Sabem que o Nuno na apresentação do livro disse-nos que o final poderia não agradar aos leitores porque não era aquele final explosivo que, por vezes, se espera de um thriller. Também não há aqui perseguições de carros a altas velocidades, saltos e tiros etc. É uma narrativa muito melhor. O Nuno ficou ainda mais cerebral e, até vos digo, mais sádico. Calma! Quero com isto dizer que toda a trama alia muitíssimo bem os factos históricos transformados em ficção e alia perfeitamente momentos completamente frios, calculistas e arrepiantes com momentos super passionais. E sim, o final é muito controlado, mas foi tão bem encaixado, tão bem manobrado que não senti falta de algo mais explosivo. A frieza foi explosiva o suficiente para mim.
Enfim, começam a faltar-me adjectivos para vos dizer o quanto adorei esta história.
Podia perfeitamente ter sido algo a ocorrer realmente assim. E estas intrigas e teorias da conspiração em torno do Vaticano matam-me.
Leiam, malta! Porque o Nuno encontrou aqui um possível caminho para livros futuros. Aguardo ansiosamente pelo que esta cabeça vai produzir a seguir! Porque eu tenho a certeza que aquela cabeça já está a gerar novas ideias.
O Papa João Paulo I, a Emanuela Orlandi e o Rui Pinto têm nesta história outros nomes, mas é fácil identificá-los imediatamente. Já o professor Catalão desaparece quase por completo da narrativa, ou melhor, surge a espaços e fugazmente como um homem deprimente ,chato e que não tem qualquer interesse no desenrolar da trama.
O tema continua a ser religião, desta vez com o foco nos podres do Vaticano.
Continuo a gostar de passear pelas cidades em que a história se desenrola, neste caso Roma ❤️ e Lisboa ❤️, cidade do Vaticano, Bruxelas, Haia etc.
As personagens, neste caso aos magotes, não serviram para grande coisa, só para encher…, é caso para dizer keep it simple ou por outras palavras menos é mais.
Tirando os clichés clássicos, e algumas situações rebuscadas e pouco credíveis, foi uma leitura agradável.
Gostei dos dois primeiros livros do Nuno Nepomuceno, mas A Última Ceia e este A morte do Papa não me agarraram de forma alguma, e vamos ver se ainda ganho coragem para o 5º Catalão, lá para 2023.
Mais uma aventura do Professor Catalão e da sua mulher Diana, na verdade é mais uma aventura da Diana acompanhada pelo seu marido. Esta foi logo uma premissa que me agradou imenso. A investigação da morte suspeita do Papa Mateus I, transporta o leitor para várias cidades europeias e para vários locais de crime. Em todos os momentos existe algum acontecimento que prende a nossa respiração e nos “obriga” a continuar a ler. Somos de tal maneira envolvidos nesta narrativa cinematográfica que o tempo pára.
A história é excelente, mas a maneira de contar é diferente. Talvez por ter estranhado a forma como está escrito e como se vai desenvolvendo a história, ou por se tratar de mais um livro sobre a corrupção e desvio da Igreja Católica, custou-me mais a prender a leitura. Mas as últimas 250 páginas leram-se num instante.
A quem fôr ler, o livro é muito bom mas não esperem o ritmo frenético que o autor nos tem habituado.
Quando admiramos um autor, lemos todas as suas obras. E, passamos a reconhecer na sua escrita certos hábitos e vícios, que nos fazem prever a história. Certo? Errado. Mais uma vez e, fazendo uso de plot twists que conduziram o rumo dos acontecimentos para o lado oposto, Nuno Nepomuceno conseguiu, mais uma vez, surpreender os leitores. Não consegui, de todo, prever os desfechos dos mistérios que rondavam a morte de Mateus I e o desaparecimento da jovem Gabriela. Uma escrita incrível, com capítulos curtos e vários interlocutores, tornam este livro fácil de devorar e difícil de largar.
O que dizer deste livro? Fantástico e viciante com um duplo enredo que nos prende até ao fim da leitura. Existe uma evolução muito notória na escrita do autor e a estória continua bem construída como nos restantes livros anteriores. Quando pegamos num livro deste autor, sabemos que as nossas expectativas não saem defraudadas. Aguardo pelo próximo! Recomendo vivamente esta leitura.
Eu gosto muito de thrillers religiosos, sou mesmo fã do género. Adoro thrillers e, crenças religiosas à parte, acho que a Igreja católica, a Bíblia Sagrada e a religião Católica, em geral, são excelentes temas para enredos misteriosos e de suspense. Por isso, um título sobre a morte de um Papa, obviamente, chamou-me logo a atenção.
Tenho dificuldade em expressar os meus pensamentos sobre este livro. Todas as linhas deste enredo são tão complicadas que acho que ainda não absorvi todos os pormenores. Tenho a sensação que muitos pormenores me escaparam mas nem os consigo identificar todos.
O meu interesse nesta leitura era mesmo as circunstâncias da morte do Papa Mateus I; tudo aponta o leitor para que tenha sido assassinado e eu queria saber quem, porquê e como, pronto. De modo que, quando o enredo se começou a estender para o desaparecimento de uma adolescente 15 anos antes, sendo dada como presumivelmente morta mesmo não tendo aparecido o corpo, sem aparente relação com a morte do Papa, fiquei a modos que chateada. Essa parte do enredo, mais as cenas que envolviam o professor Catalão e a mulher, personagens de quem desgostei imediatamente, não me cativaram por aí além.
No entanto, pontuação alta para as visitas a várias cidades e suas descrições: Bruxelas, Londres, Roma, a nossa Lisboa e, claro, Vaticano.
Perto do final, quando as peças começam a encaixar e, mesmo depois de estar tudo esclarecido ainda surgirem mais surpresas, isso sim, foi muito bom. Adorei a forma como me surpreendeu.
Tenho acompanhado o Nuno há pouco mais de um ano para cá e tenho vindo a gostar cada vez mais dos seus livros. Li "A Célula Adormecida" e "Pecados Santos" de seguida e, pouco tempo depois, comprei "A Última Ceia" que tinha saído há dias. Agora comprei este "A Morte do Papa". Ah, os dois primeiros eram da biblioteca! Este é mais uma vez um livro muito bem escrito, pleno de reviravoltas, mas que se nota uma evolução na escrita. Só gostava que o professor Afonso participasse um pouco mais, mas ele já é daquelas personagens que vão ficar para a história. Faz lembrar o Gabriel Allon dos livros do Daniel Silva que nem sei quantos são, mas são mais de 15 com certeza. Tal como os outros três livros que referi, a história vai sendo contada em vários tempos, no passado e o que dá nome ao livro e no presente, mas também em certas alturas que são importantes para a história. Este mostra os escândalos no Vaticano, a homossexualidade, tem alguns pormenores de pequenos acontecimentos intercalados com a história, baseando-se na morte do papa João Paulo I. Parecem muitas personagens, além do professor Afonso Catalão e da jornalista Diana Marques Silva, mas depois tudo se encaixa e faz sentido, a história muito bem construída, as reviravoltas, tudo. Por isso, só podia dar cinco estrelas como dei aos outros três livros. :) Além disso, o Nuno Nepomuceno é uma pessoa super simpática e afável com os seus leitores. 😀
É um autor que não desilude!! Recebi uma cópia de avanço deste livro, gentileza do Nuno e da editora e agradeço imenso. A leitura deste livro não poderia ter sido melhor, podres da igreja, aventuras, acontecimentos reais e um final fabuloso! É uma leitura muito fluída, em que a acção se passa em vários sítios, tão bem descritos que parece que estamos lá. Algumas personagens já nossas conhecidas amadurecem e outras novas muito bem construídas, enriquecem o enredo da história. Nada aborrecido, é mais um thriller fantástico!!
Nota: li os pdfs suplementares Dor, Ira, Raiva, O assassino na noite e O beijo do escorpião. Pequenos contos que complementam a história 😊
“o céu fora pintado cor de champanhe”. - Nuno Nuno Nuno, como fazer uma pessoa passar a noite a ler? Continuar a escrever estas obras de arte. Já tinha lido outros livros do escritor, no entanto este foi sem dúvida, o meu favorito, as minhas reações foram basicamente estás ao longo do decorrer do livro: 😃🧐🤭🤫🤔😱😨🤬😂🤯🤯🤯 Este livro tem uma base extremamente bem pesquisada, fez me no fim ficar ainda mais curiosa pelos acontecimentos que se passaram na vida real que o Nuno juntou com a sua criatividade. Posso afirmar sem dúvida que foi um livro que me prendeu que me ri e fiquei abismada, que tentava perceber o que sucedera e não fazia ideia, que me surpreendeu. Como as obras passadas do Nuno, esta está super bem escrita, o que é o que mais me agrada para ser honesta, e depois toda a ligação, todos os pequenos pormenores, coisas que nós achamos insignificantes mas que depois tudo se interliga, querem um bom livro? Leiam este. Leiam o que é nosso, porque não se vão arrepender.
Não se podia esperar outra coisa de um autor como o Nuno Nepomuceno! Um livro cheio de voltas e reviravoltas em que nada é o que parece. Um suspense até ao fim. Quando se pensa que se descobriu tudo, lá vem um outro capitulo que nos tira o tapete debaixo dos pés! Os contos adicionais foram uma jogada de mestre! Sem palavras! Obrigada pelo maravilhoso livro! 5🌟
"A morte do Papa" é o quarto livro da saga de Afonso Catalão que Nuno Nepomuceno nos traz. Um thriller religioso inspirado na morte do Papa João Paulo I que se constitui como um dos maiores mistérios da Igreja Católica. Tanto na realidade como na ficção, o Papa morre 33 dias (ou 34?) depois de ter sido eleito pelo conclave como o Príncipe da Igreja. Habilmente, Nepomuceno traz-nos os acontecimentos, as intrigas e as especulações que surgiram depois da morte de Mateus I, o papa da ficção, cruzando-o com um outro acontecimento também verídico: o desaparecimento de uma jovem italiana de 15 anos. No final do livro, o autor descreve os acontecimentos reais em que se inspirou no livro, mostrando como consegue trazer a realidade para a ficção e prender-nos à leitura.
Achei a escrita bastante interessante e a personagem de Afonso Catalão um investigador e académico com muitas surpresas para nós. Trata-se de uma personagem bem conseguida e que tem a dimensão pessoal e psicológica essenciais aos meandros de um thriller religioso, um pouco a lembrar os livros de Dan Brown. Nuno Nepomuceno agrega, com maestria, uma investigação que se vê que foi aprofundada sobre a Igreja Católica e a Cidade do Vaticano, sobre a Guarda do Vaticano e sobre as suspeitas de desvios de avultadas quantias de dinheiro de um dos bancos mais ricos do mundo, o do Vaticano. Mostra também os jogos de interesses e de poder que se vivem entre os cardeais oponentes no conclave e às suspeitas de relações homossexuais que, de tempos a tempos, assolam a Igreja Católica. E traz também contemporaneidade à história com hackers e sites de divulgação de segredos que deitam por terra homens poderosos expondo os seus segredos mais sombrios.
Gostei muito mesmo deste livro e da escrita do autor, mostrando bem porque é o autor português de thrillers por excelência. Mal posso esperar pela leitura do livro que se lhe segue...
Este livro foi muito interessante e proporcionou uma leitura aprazível. Confesso que o gênero "thriller religioso" nunca chamou muito a minha atenção, mas sempre que vejo que o Nuno publica alguma coisa fico logo curiosa. Aliás, os livros do Nuno são os únicos livros deste género pelos quais já me senti interessada!! Nesta obra está presente um enredo bem construído e pensado. Dei por mim presa na história e muito interessada em perceber o seu desfecho. Como sinto que já é habitual nos livros do Nuno, existem várias personagens. Acho que todas elas foram muito bem elaboradas visto que todas desempenham um papel essencial para o desenvolvimento da ação. Outra característica que gostei bastante neste livro foi o facto de ele se passar em diferentes cidades. Ao ler este livro, somos transportados para Roma, Lisboa e até Londres. O que mais adoro no trabalho do Nuno é a sua escrita: expressiva, cativante e determinada. Apesar de achar que o início foi um pouco lento, confesso que li as primeiras 70 páginas do livro num ápice. Estava presa ao livro, cativada por cada palavra e expressão. Por fim, queria mencionar que é muito interessante a forma como o autor decidiu pegar em factos verídicos e trabalha-los de forma a criar uma história única e original. Classifico este livro com 4,2 estrelas em 5.