The facts concerning Rasputin and the details of his career are brought to the American public for the first time. It dispels the untrue and improbable stories in regard to this famous adventurer. The portion on the Russian Revolution is devoid of everything sensational and is complied mainly from narrations of the principle persons connected to the Revolution.
Princess Catherine Radziwiłł (Polish: Katarzyna Radziwiłłowa; 30 March 1858 – 12 May 1941) was a notable Polish aristocrat. Born in Russia into the House of Rzewuski, her maternal family was the illustrious Dashkov-Vorontsov. Carefully educated, in 1873 she married the Polish Prince Wilhelm Radziwiłł.
She became a prominent figure at the Imperial courts in Germany and Russia, but became involved in a series of scandals. She combined her love for the luxury of the courts, social life, gossip and intrigue with her literary talent and she is notable as the author of two dozen books on European royalty and the Russian court in particular most notably: Behind the Veil at the Russian Court (1914) and her autobiography It Really Happened (1932).
Escrito em 1918 (segundo outros leitores), o livro de Catherine Radziwill - Rasputine é-nos apresentado como um resumo biográfico de uma dos personagens mais enigmáticos dos anos que antecederam a revolução de Março de 1917. Não li o original escrito na língua nativa da autora, mas na presente tradução fiquei sempre com uma sensação de desconforto pelo tipo de linguagem utilizada. Agressiva, provocatória, partidária, tendenciosa, por vezes a roçar o escatológico. Foram tantas as vezes que vi este tipo de linguagem que dei por mim a encontrar algumas semelhanças entre a presente e a de alguns comentadores dos nossos dias. E, não me parece que haja uma tradução defeituosa, essa gente fala desse modo e mais importante, pensa dessa forma - o que a autora nos mostra é uma forma de pensar muito semelhante à que vamos vendo nos dias de hoje. E se não é uma escrita aprazível, também o contudo não nos prende no objectivo a que se propõe. O supostamente “retratado” (está muito longe de ser uma biografia), Grigori Efimitsch Rasputine (Gricha), é-nos apresentado sem nenhum trabalho de investigação, surgindo antes como um texto formado na memória da autora, a qual nunca denotou, e nunca o pretendeu disfarçar, qualquer simpatia ou compreensão por Rasputine. Claro que escrito em 1918, um ou dois anos após a morte de Rasputine, seria difícil ter a distância necessária para se efectuar um trabalho isento. Assim sendo, o presente texto deve mais ser observado como um “artigo de opinião” e não como um trabalho biográfico. Não que seja uma opinião errada, mas é apenas uma interpretação dos acontecimentos pela autora, a sua opinião sempre apresentada nestes moldes e nunca, ou pelo menos muito raramente apoiada por provas minimamente credíveis. Os factos não estão datados, documentados nem no mínimo cruzados com informações de outras origens. E mesmo quanto á opinião fico com demasiadas reservas. Todo o texto é, como disse, omisso quanto a datas e detalhes. Da sua leitura fica-se com a impressão que é mais escrito com base em “mexericos” que foi registando do que num conhecimento direto que tivesse do personagem. Diz por exemplo na pág 71 que entrevistou Rasputine, e que essa entrevista ocorreu no inverno de 1913-1914! Não tinha um mês, um dia? Diz também que Rasputine apresentava um olhar magnético com os seu olhos negros! Negros? Todas as descrições que conheço me falam de um olhar cinzento azulado, frio! Será que entrevista existiu? Tenho dúvidas. Também a descrição que nos faz do seu assassinato deixa muito a desejar! Não há datas, não indica quais os participantes no jantar em casa do príncipe Yussupov. Refere que terá sido baleado. Sugere um tiro e terão sido três, não nos diz por quem, e muito menos faz qualquer menção aos rumores? boatos? da morte por arma de fogo ter ocorrido após uma tentativa falhada de envenenamento com cianeto. Resumindo, uma biografia muito fraquinha e má que para a ter pontuado com tres estrelas é porque lhe encontrei algum mérito. E efectivamente encontrei. Ainda que não tenha sido esse o objecto central a autora, a descrição que nos faz da promiscuidade entre política, sociedade civil e igreja ortodoxa ajuda-nos a compreender em muito os acontecimentos na Rússia do século XXI. Esta promiscuidade, a linguagem distópica dos líderes religiosos, o misticismo da sociedade, a corrupção, os assassinatos políticos, a preponderância dos serviços secretos, o confronto das visões ocidentais e asiáticas para o futuro da Rússia, o complexo política-militar e as suas ramificações para o mundo dos negócios e a observação da guerra como forma de alimentar esta teia interesses e rendas que em seu torno giram, são pilares e características de uma sociedade cujos reflexos ainda bem notórios nos dias de hoje. Todas estas características podem ser lidas nas entrelinhas e ainda que não tenham sido o objectivo da autora, e até principalmente por isso, devem retratar de forma bem fidedigna a Rússia dos inícios do século XX e ajudar-nos a compreender a Rússia dos dias de hoje.
A very fascinating book to read. It was published about a year after the Bolshevik Revolution. The writer used a pseudonym at the time because she (who wrote as a male) had concerns about retaliation. She also claimed to be in a position to witness much of this as it unfolded.
It is written in an easy to read style and she throws in many of her own opinions. Occasionally, her high breeding showed in the text. When she wrote this she did not know Czar Nicholas II and his family were executed. At one point she even references that while she knew they were exiled, she thought they were alive
A century later, more is probably known about that period in history than was known then but it is an iconic look at two significant aspects of Russia in the 1910's.
A good edition to a book shelf if you are interested in the Romanoff’s, and Russian history. Written in 1918 at the end of the Russian Revolution, the author appears to have direct knowledge of Rasputin, and the fall of the last Czar, Nicholas II. A delightful read, and she was no friend to the Empress Alexandra, for whom she contributes to interfering with state business and having too much influence over the weak Emperor in state affairs.
Mesmo sendo curto, este livro conseguiu tornar-se repetitivo para mim. Comecei por achar a leitura interessante, mas do meio em diante já me estava a aborrecer um bocado. Também não esperava que fosse tão focado na visão da própria autora, julgava que seria uma apresentação de factos mais objectiva. Assim, apesar de não ter sido o livro mais empolgante de sempre, aprendi algumas coisas, pelo que valeu a pena.
Interesting in that it was written after the murder of Rasputin and the arrest of the tsar but before the murder of the tsar. Princess Radziwill was an intimate of royals and a bit of a renegade.
One of the books I read for my Rasputin paper, it's one I want to come back to when I have more time and do not have to skim read the material because I'm busy writing.
Escrito imediatamente após a revolução Russa e portanto pouco tempo após os acontecimentos relatados, este livro dá-nos a perspetiva da autora, uma influente princesa Russa a viver fora do país. O livro é pouco simpático para a figura analisada, desmistificando também a aura criada em torno deste que foi um homem nascido na Sibéria que, sem educação mas aproveitando as suas ligações, grandemente devidas à sua fama de místico, chegou a ter um papel de destaque na política e economia Russas do início do século XX. Considerado pela autora como um joguete nas mãos de alguns homens perigosamente ambiciosos, não terá sido tão influente junto do Czar Nicolau II como nos foi levado a crer, tendo, no entanto, a sua ação provocado grandes riscos para a estabilidade política, económica e diplomática da Rússia.
Em termos históricos, este livro é uma leitura bastante importante para quem é entusiasta pela história recente da Rússia - muitos documentários colocam Rasputine como um Homem com uma influência política enorme. Dessa forma, para mim, a grande vantagem deste livro é mesmo o facto de ele contradizer todas essas alegações - Rasputine, apesar de ter tido mais relevância do que alguma vez deveria ter tido, nunca teve poder de decisão em várias matérias políticas da Rússia. O livro acaba por pecar, em primeiro lugar, na sua organização - não gosto da divisão dos temas, acho que a sequência deveria ser melhor; e, também, no facto de Catherine abordar tópicos sem o desenvolver - por exemplo, ela fala, e bem, na introdução, da personagem execrável que foi a imperatriz Alexandra, mas desenvolve o tópico com o aprofundamento que devia. No entanto, há que entender que este livro é mais um relato histórico do que um ensaio, e é totalmente compreensível que não esteja perfeito em termos literários. Não obstante, é talvez o melhor relato sobre Rasputine que existe.
Para quem tem curiosidade sobre a figura mediatica e mística que foi Rasputine é uma boa leitura. Obviamente, nao muito aprofundada e algo subjetiva mas que traz à luz fatores desconhecidos sobretudo se nao aprofundaram este tema na faculdade como eu.
A escrita entretem o leitor sem grandes observacoes politicas masajuda-nos a perceber a figura de Rasputine nao só na cena politica russa como também as impressoes criadas por Europa fora.
Fiquei com a ideia de este ser um fanatico movido pelo poder nao só existente em S.Petersburgo mas tambem tendo como principal motivo a religiao. Religiao essa que de certa forma o protegia e criava esta figura de "Profeta" e "Santo". Ele na verdade era um mero campones, rude e sujo que serviu de peao nos grandes interesses politicos que rodeava o entao czar Nicolau II.
O seu declínio nao tardou em chegar e o seu fim foi inevitavel.
This book was an interesting look at the situation and personality of Rasputin by a contemporary observer of the last throes of the Romanov monarchy and the Revolution. It contains all of the outdated, opinionated, and critical language expected of such a book, which is part of its charm. The book is not only a criticism of Russia's fanaticism with Rasputin, but that of Nicholas II and Empress Alexandra. While the book reveals no new information that well-researched history books do not, it is valuable as a source (though possibly not a completely reliable one) from someone who lived in those times and interviewed Rasputin herself.
Muito interessam-se o retrato desta figura mística da sociedade Russa retratada por está escritora. Já tinha lido uma versão mais antiga onde era retratado o Rasputin tinha uma imagem diferente a sociedade da época.
Não foi uma obra excecional. Bastante subjetiva, apresenta o ponto de vista da escritora. No entanto, foi uma leitura elucidativa que diz bastante nas entrelinhas.