É um grito, palavra que jorra sangue quente.
28 poemas. Ciclo de 28 dias, menstruação. Corpo-gerador, mas colonizado e explorado, vira corpo-terrritorio e quer se livrar.
Sangria é quase um livro de História, é poesia feminista e performance visual, é o retrato do Brasil antes e agora, mas principalmente do que somos e fomos desde 2013.
(Recomendo ler e ouvir a poeta declamando.)