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Queixumes dos pinos

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Eduardo Pondal (1835-1917) é, xunto con Rosalía de Castro e Curros Enríquez, un dos tres grandes autores do Rexurdimento do século XIX. El é o poeta dos pinos, o bardo, a memoria antiga da Galicia celta, os verdes castros, mitos históricos do mundo anterior á cegada do romano. A súa obra "Queixumes dos pinos" é referencia obrigada na procura das raíces de identidade da nación galega, os fillos de Breogán, e o primeiro grande esforzo para a construcción duna lingua literaria e culta.

226 pages, Paperback

First published January 1, 1886

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About the author

Eduardo Pondal

16 books3 followers
Eduardo María González-Pondal Abente, nado en Ponteceso o 8 de febreiro de 1835 e finado na Coruña o 8 de marzo de 1917, foi un poeta rexionalista galego, en lingua galega e lingua castelá, autor da letra do Himno de Galicia. Foi un dos tres grandes poetas do Rexurdimento, xunto con Rosalía de Castro e Manuel Curros Enríquez. En 1965 dedicóuselle o Día das Letras Galegas.

Eduardo María González-Pondal Abente (February 8, 1835 – March 8, 1917) was a Galician (Spain) poet, who wrote in both Galician and Spanish.

Of Hidalgo origin, Pondal was the youngest of a family of seven. From 1884 onwards he studied Latin in a school in Vilela de Nemiña which belonged to his cleric relative, Cristobal Lago. In 1848, he moved to Santiago de Compostela to study Philosophy and, afterwards, Medicine at University.

As a student, he was a regular at Liceo de Santo Agostiño, a place where literary debates took place. There, he was discovered as a poet during the banquet of Conxo. It was a banquet organized by liberal students in 1856 to honor "the third state", and where students rubbed shoulders with laborers. The toasts are retrospectively considered to have an important political meaning.

In 1860, Pondal completed his studies and began working as a doctor for the Spanish Army at Ferrol. He also published A Campana de Anllóns, his first poem in the Galician language.

In 1861, he opted for an official job working for the Crown. He got the job in Asturias, but he left it, and his career as a doctor.

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5 reviews1 follower
April 7, 2020
If you are studying galician this book is not for you; but if you are interested in Galicia's history and culture you must read this. The language is far from the modern galician and it has a lot of cultural, historical and mythic references that makes this book a challenge. Great book but hard to read.
Profile Image for Vestealva.
46 reviews2 followers
June 16, 2024
De Pondal pouco se pode criticar, a sua obra é central demais na literatura galega (como um dos pés do Rexurdimento) e distante demais dos nossos tempos como para que julgar a sua qualidade, ou se gostei da sua poesia ou nom, seja particularmente relevante à obra em si. No geral, como pessoa mais bem desconhecedora da poesia, encontrei a poesia de Pondal mais palatável que a moderna (entendendo que é mais umha carência minha que umha crítica desta última), ainda que alguns poemas eram tematicamente questionáveis (alguns chegando a soar a romantizaçom da violaçom). No geral gostei, ainda que os lugares comuns podem chegar a ser repetitivos.

Já sobre a ediçom, tenho opinions mais negativas: abre o livro umha brevíssima nota sobre as ediçons, de umha página, sem introduçom à vida ou obra de Pondal, como si tenhem muitas outra colecçons e antologias; as notas de rodapé som mui inconsistentes entre os livros, e escassas em todos menos um; nos apêndices do final, o primeiro chama a atençom a certos aspectos gramaticais pouco comuns dialectalmente (polo menos actualmente), o qual pode ser útil para muitos leitores, mas o segundo (vocabulário) é absurdo, com várias páginas de termos "complicados" como «verdá: verdade» ou «cara: cara a».

Nom consigo entender se este glossário vem de um universo paralelo onde o galego está tam normalizado que a pessoa média nom entende os castelhanismos, umha celebraçom do galego normativo como puríssimo ou umha burla ao mais "reintegracionista" dos pais do Rexurdimento, mostrando todos os seus castelhanismos. Polo contrário, contei uns 50 termos que desconhecia, muitos dos quais nom entendim no contexto, e que nom figuram em nengum glossário ou nota de rodapé. Como se pode ver, esse foi o aspecto que mais me molestou.

Em resumo, um jeito aceitável de ler a obra de Pondal, ainda que poderia ser melhor.
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