Uma seleção espirituosa e diversificada de oitenta cartas brasileiras inesquecíveis, fartamente ilustrada por fac-símiles das correspondências originais e dezenas de fotos.
Intrigas, confissões, ameaças, estratégias, declarações de amor. Descortina-se um universo inimaginável quando se lê a correspondência dos personagens marcantes da história do Brasil. Dando um novo olhar aos fatos já conhecidos e trazendo à luz missivas inéditas ou pouco difundidas, o jornalista Sérgio Rodrigues apresenta uma saborosa coletânea de oitenta cartas dignas de nota, recebidas ou enviadas por escritores, artistas e políticos — de Elis Regina a Olga Benário, de Chico Buarque a Santos Dumont, de Renato Russo a d. Pedro I —, entre outros personagens. Ilustradas por fac-símiles e dezenas de fotos e acompanhadas por breves textos que contextualizam cada carta, as missivas conduzem o leitor por um deleitoso passeio pelos grandes momentos de nossa trajetória. Um convite irrecusável para conhecer o que há de melhor, mais original e imprescindível em nosso país — a partir dos olhos e da intimidade de figuras extraordinárias.
Sérgio Rodrigues (Brazil, 1962), fiction writer, literary critic and journalist, is the author of seven books of various genres: novels, short stories and non-fiction.
Having worked for most major newspapers and magazines in Brazil, Rodrigues is now a full-time writer who keeps two columns – one about literature, the other focused on language issues – in Veja.com, the online version of the largest weekly magazine in Latin America. He was awarded the Prêmio Cultura (Culture Prize) 2011 by the Rio de Janeiro State Government for the whole of his work. He lives in Rio de Janeiro.
3,5, na verdade. O livro tem uma diagramação linda e divertida, mas peca muito na seleção das cartas. A falta de critério de separação delas me irritou um pouco. Há Cartas geniais e outras pouco interessantes. Esperava mais do livro.
Comecei a ler este livro em 2018 e fui consumindo as cartas aos poucos. A maioria é bem bacana, poucas são sem graça. A que mais gostei é a de Caio Fernando Abreu para um amigo jornalista. Tanta verdade sobre o ato de escrever <3