Sensibilidade e vida. A presente obra provoca a curiosidade e aborda questionamentos comuns ao humano contemporâneo. Construído com pensatas filosóficas sobre temas presentes no cotidiano da vida, este livro aguça os sentidos e induz à tomada de atitude positiva no desejo de se encontrar a cada dia.
Mario Sergio Cortella (Londrina, 05 de março de 1954) é um filósofo brasileiro, mestre e doutor em Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, onde também é professor-titular do Departamento de Teologia e Ciência da Religião e da pós-graduação em Educação (Currículo), além de professor-convidado da Fundação Dom Cabral e do GVpec da FGV-SP.
Good book for the introduction into philosophy , with intelligent provocative philosofical questions, none of which are explored deeply (this was not Cortella intention in this book), but all of them are guided to great references which the author read and values.
Adoro o Cortella em palestras mas acho os livros deles sem apelo e fracos no sentido literal. Esse foi outro livro repetitivo, chato e que, ao meu ver, não consegue mexer com o leitor.
Como todos os comentários do Cortella, este livro é gostoso de ser lido, sem muito compromisso, mostrando a visão precisa do professor com um toque filosófico, sempre com um português impecável. É um livro pra se ler em pouco tempo, sem muito compromisso, com várias cronicas que agregam um pouco de informação e fazem a gente pensar.
“Eu sei por que motivo o meio-termo não é seguido: o homem inteligente ultrapassa-o, o imbecil fica aquém”. Radicalidade é uma virtude; o vício está na superficialidade.
“Três aspectos tem a marcha do tempo: o futuro aproxima-se hesitante, o agora voa como seta arremessada, o passado fica eternamente imóvel”.
“ninguém aprende a viver pela experiência alheia; a vida seria ainda mais triste se, ao começarmos a viver, já soubéssemos que viveríamos apenas para renovar a dor dos que viveram antes”.
“ter experimentado muitas coisas ainda não quer dizer que se tem experiência”.
“o trabalho afasta de nós três grandes males: o tédio, o vício e a necessidade”.
A condição imposta pelo terror, seja ele em qual formato vier, é assemelhada a uma descrição feita por vários portadores de “síndrome de pânico”, angustiante patologia muito presente em nossos tempos;
“Eu não tenho ódio; eu tenho é memória”.
A sensação é que esse cansaço nebuloso é adiado por algumas estereotipadas e forçadas comemorações coletivas que apenas invadem a inconsciência e perturbam desejos de somente aquietar-se, se não de forma mais definitiva, ao menos suspendendo temporariamente as tensões de ter de existir sem pausa e ser obrigado a participar de um espírito de júbilo traduzido em posse fugaz, matéria plástica e reconciliações transitórias.
“Somos todos anjos com uma asa só; e só podemos voar quando abraçados uns aos outros”.
Esse est percipere aut percipi (Ser é perceber e ser percebido). O que não é percebido não existe, ou seja, o que não for notado e distinguido perde efetividade.
Rousseau proclama a “bondade natural” das pessoas, mas teme sempre que a vida social apodreça essa condição inicial; desse modo, é preciso uma educação com métodos ativos, com respeito à personalidade infantil, e que impeça a ocorrência de descaminhos maléficos.
Nossa liberdade nos permite e nos incrimina, nosso arbítrio nos autoriza e nos inculpa; diferentemente de outros seres, temos maior condição de autonomamente decidir e escolher.
Tecnologia em si mesma não é requisito exclusivo para avaliar e fomentar a qualidade da produção e da vida humanas.
razão é uma dádiva do céu, e se o mesmo se pode dizer quanto à fé, o céu deu-nos dois presentes incompatíveis e contraditórios,
o ser humano vai consolidando e valorizando sua capacidade de dizer não aos fatos, às pessoas e às relações. É claro que por trás da capacidade de negar algumas coisas está inclusa a faculdade de afirmar outras; isso é, em suma, o cerne da possibilidade de escolher, de romper limites, de rejeitar situações.
Renunciar ao apodrecimento das mentes e derrotar a negligência ética é sonho vital para afastar o colapso dos fundamentos da existência coletiva.
Comprei a edição de Kindle pela Amazon e foi uma decepção, totalmente errado, parece ter feito com um conversor automático, tem muitos espaços inseridos e até o número da página no meio do texto,. Só leiam a edição física!
Enquanto ao conteúdo, achei bastante provocador, histórias com dados interessantes e curtas, só queria tal vez ter aprofundado mais nas discussões.
Até hoje, esse foi o livro do professor que menos me fez pensar, que menos me deteve em suas páginas e que eu mais rapidamente quis finalizar. Simplesmente não me pegou. Achei muito disperso, sem foco.
Um bom livro para a introdução a filosofia, com várias reflexões sobre o cotidiano, reflexos sociais e as circunstâncias que envolvem a contemporaneidade, amplia o nosso olhar para o óbvio.
Cortella sempre nos faz refletir sobre nossa vida e o mundo ao nosso redor. Uma escrita fácil e discussões atuais, gostei do livro. É o terceiro que li do Cortella e sempre aprendo muito com ele.