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Hieronymus B.
“Hace diez años que dibujé este personaje. Le di un nombre basándome en Hieronymus Bosch, Hieronymus B. es un simple empleado de oficina al que le planteo situaciones especiales. He dibujado durante los últimos años, para diversas revistas y antologías, los episodios de este álbum. Quizás dentro de otros diez años pueda aparecer otro libro con nuevas historias de Hieronymus B.”
64 pages, Hardcover
Published April 8, 2008
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Community Reviews
Displaying 1 - 9 of 9 reviews
January 13, 2014
A 'silent' comic where purely pictorial dialogue prevails, Hieronymus B is a clerk working in a gigantic office with a million winding staircases and endless rooms. He goes from room to room searching for a paper he needs to file and that's when things start getting surreal. Very neat black & white artwork, which is good enough reason to buy the comic (there is hardly anything resembling a plot in this comic).
Read
May 27, 2021Cortito pero adorable. Para leerlo cualquier mañana con el café y el corazón ensanchado.
Hieronymus es entrañable en gran parte de lo imaginativo de las situaciones en las que se ve inmerso. Es una pena, sin embargo, que un personaje que podría ser tan carismático tenga una personalidad tan poco marcada: las historietas antiguas lo plasman como un pobre oficinista, pero a medida que pasan los años se le usa como personaje cascarilla para aquello que se antoje.
Entiendo que podríamos hablar de él como hombre-plantilla, pero creo que Hieronymus, tan mono como es, merece más.
Hieronymus es entrañable en gran parte de lo imaginativo de las situaciones en las que se ve inmerso. Es una pena, sin embargo, que un personaje que podría ser tan carismático tenga una personalidad tan poco marcada: las historietas antiguas lo plasman como un pobre oficinista, pero a medida que pasan los años se le usa como personaje cascarilla para aquello que se antoje.
Entiendo que podríamos hablar de él como hombre-plantilla, pero creo que Hieronymus, tan mono como es, merece más.
May 19, 2026
Having a weird title draws me to read this one. It took a while to get into this book but its worth it. The humor some stories are hit or miss nevertheless some are trippy. I like the artwork and a "noir" vibe of this book. Over all the book is an interesting and enjoyable read.
October 23, 2020
Charming formalist, faux-expressionist comics with a light supernatural overlay. Cuddly Kafka.
July 4, 2025
Muy tierno, es como si Kafka mirara la parte brillante en lugar de la turbia y dibujara monigotes para la tira de un periódico. Me encantaría poder leer una tira cada mañana mientras desayuno.
February 9, 2012
"Hieronymus B." é uma colectânea de histórias curtas produzidas no intervalo de uma década que são protagonizadas por um escriturário homónimo do pintor quinhentista Bosch.
As histórias têm um elemento onírico, com regras próprias, muito semelhantes aos contos infantis, também sugerido pela antropomorfização dos elementos naturais, por exemplo, as nuvens que têm por sua vítima de eleição B., entre os vários antagonistas é mais proeminente o seu chefe, autómato da realidade, que tenta ancorar B. à mesma, mais propriamente ao seu trabalho, mas com diferentes graus de sucesso .
Ao longo da obra nota-se a evolução no traço de K., à medida que estiliza o desenho da personagens, elas adquirem um ar mais infantil e "sólido", o tal icónico que McCloud refere. Não é à toa que Ulf K. ganhou o prémio Max und Moritz para melhor autor alemão em 2004, o contraste eficaz entre preto e branco, a sua narrativa (muda!) fluida que faz com que o livro se leia muito rapidamente.
Talvez a única crítica ao livro (que não foi pensado como tal) é que é uma colagem das várias histórias e, embora tenha uma temática recorrente, não funciona bem como unidade. Sabe a pouco.
As histórias têm um elemento onírico, com regras próprias, muito semelhantes aos contos infantis, também sugerido pela antropomorfização dos elementos naturais, por exemplo, as nuvens que têm por sua vítima de eleição B., entre os vários antagonistas é mais proeminente o seu chefe, autómato da realidade, que tenta ancorar B. à mesma, mais propriamente ao seu trabalho, mas com diferentes graus de sucesso .
Ao longo da obra nota-se a evolução no traço de K., à medida que estiliza o desenho da personagens, elas adquirem um ar mais infantil e "sólido", o tal icónico que McCloud refere. Não é à toa que Ulf K. ganhou o prémio Max und Moritz para melhor autor alemão em 2004, o contraste eficaz entre preto e branco, a sua narrativa (muda!) fluida que faz com que o livro se leia muito rapidamente.
Talvez a única crítica ao livro (que não foi pensado como tal) é que é uma colagem das várias histórias e, embora tenha uma temática recorrente, não funciona bem como unidade. Sabe a pouco.
October 13, 2008
I love the line drawings in this book, reminiscent of Dutch artist Joost Swarte. Even though the illustrations are wonderful, the storytelling aspect is slight, more of a slight-of-hand trick than a real reading experience. However, the drawings alone are worth the effort.
March 27, 2020
Colección de historias cortas con un estilo de dibujo muy particular y un aire onírico de un funcionario despistado.
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