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Koolau the Leper

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"Because we are sick they take away our liberty. We have obeyed the law. We have done no wrong. And yet they would put us in prison. Molokai is a prison. That you know. Niuli, there, his sister was sent to Molokai seven years ago. He has not seen her since. Nor will he ever see her. She must stay there until she dies. This is not her will. It is not Niuli's will. It is the will of the white men who rule the land. And who are these white men?

26 pages, Paperback

First published January 1, 2006

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About the author

Jack London

7,847 books7,781 followers
John Griffith Chaney, better known as Jack London, was an American novelist, journalist and activist. A pioneer of commercial fiction and American magazines, he was one of the first American authors to become an international celebrity and earn a large fortune from writing. He was also an innovator in the genre that would later become known as science fiction.

London was part of the radical literary group "The Crowd" in San Francisco and a passionate advocate of animal rights, workers’ rights and socialism. London wrote several works dealing with these topics, such as his dystopian novel The Iron Heel, his non-fiction exposé The People of the Abyss, War of the Classes, and Before Adam.

His most famous works include The Call of the Wild and White Fang, both set in Alaska and the Yukon during the Klondike Gold Rush, as well as the short stories "To Build a Fire", "An Odyssey of the North", and "Love of Life". He also wrote about the South Pacific in stories such as "The Pearls of Parlay" and "The Heathen".

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Displaying 1 - 13 of 13 reviews
Profile Image for Ana.
220 reviews51 followers
December 16, 2015
Lo mismo de antes. Prefiero a Jack London narrando la vida de los lobos o perros. Lo que pasa con este corto relato es que narra lo mismo una y otra vez, mucha palabrería para mi gusto y terminó siendo más tedioso que interesante.

Algo que me dejó con el ojo cuadrado, fue leer una oración racista en el relato. Eso me dio pie a investigar más sobre London, y en efecto, el escritor tenía ciertas ideas racistas acerca de las personas asiáticas. Resultó algo interesante, claro, pero dado que sus obras Colmillo Blanco y La llamada de la selva son de mis favoritas, hizo a que mis ánimos se bajaran un poco. No todos los días descubres que el creador de dos de tus novelas favoritas era un pijo racista.
Pero ya me estoy yendo por otros temas.
Profile Image for Amanda Himura Battousai.
255 reviews104 followers
January 13, 2025
Un relato acerca de la resistencia de los débiles, de los marginados, frente al colonialismo y su deshumanización.
Me gustó mucho, me emocionó porque ¿quién no se conmueve ante la lucha y resistencia de los que sufren?
No es un relato perfecto, pero me llegó profundamente.
La edición está muy cuidada y las ilustraciones son maravillosas.
Procuraré que los siguientes libros que lea con esta temática, sean de autores originarios de Hawaii.
Profile Image for Rolando S. Medeiros.
143 reviews7 followers
March 29, 2024
Koolau, o Leproso — 15pp
Um exército revolucionário de Leprosos


"Era aquélla la danza de los muertos vivos, porque la vida seguía amando y anhelando en sus cuerpos en desintegración."


Já li o London outras vezes — adoro o To Build a Fire —, e não lembro como cheguei a este conto. A este bom conto, por sinal. Ritmo frenético, ação, violência, e imagens claríssimas, muito visuais: quase se ouve o som das rajadas de metralhadora do Koolau ou dos bombardeios americanos à ilha os leprosos.

É, antes de tudo, uma ficção histórica (ficção, galera, ficção!)*. Koolau é um havaiano, que como muitos outros com quem convive, contraiu a lepra por conta do fluxo de pessoas devido à dominação e abertura das ilhas. O governo, vendo o número de aflitos só crescendo e sem muita certeza de como a doença se transmite ou se cura, abre um decreto que todos os leprosos devem ser enviados para Malokai — uma ilha-prisão.

O conto abre com um discurso de Koolau para outros leprosos justamente contra isso. Dá a entender que já passou algum tempo desde a decisão do governo, e Koolau e os poucos que conseguiu juntar e fugir para a Ilha de Kalalau já estão cansados, só querem viver o final de suas vezes como seres-humanos, amando, desejando, se divertindo, mesmo deformados pela doença (a quote inicial vem daí). O narrador até usa o termo "criaturas", a dado momento.

" — Nos privan de la libertad porque estamos enfermos. Hemos acatado la ley. No hemos hecho nada malo. Y, sin embargo, nos encierran en una prisión. Molokai es una cárcel. Vosotros lo sabéis. Ahí tenéis a Niuli. Mandaron a su hermana a Molokai hace siete años. Desde entonces no ha vuelto a verla ni volverá a verla jamás."


Isso, é claro, vira um problema para o governo. Eles enviam frequentemente pequenas patrulhas para a Ilha, mas Koolau domina o terreno do lugar, repetidamente rechaça ou mata-os. E isso começa a pesar para o governo: um bando de leprosos, deformados, vencendo-nos de novo e de novo?, não pode! Decidem, finalmente, mandar um pequeno exército para tomar a ilha, com morteiros e tudo.

Daí desenvolvem-se as melhores partes do conto: a última dança/festa dos Leprosos; a preparação para a chegada do exército; a carnificina completa na ilha, cenas dignas do melhor do cinema de ação/guerra; sobretudo a cena de Koolau protegendo a única ponte que dá acesso à parte de cima da Ilha. A caracterização da ilha, aliás, é muito boa. Há bombardeios, trocas de tiro em passagens estreitas, emboscadas na floresta, armadilhas… É o cinema de ação atomizado em quinze páginas.

Descrições muito boas — no meio da troca de tiro, Koolau sente o cheiro de carne queimada, e só então percebe que é a própria carne dele queimando sob a metralhadora —, do tipo
"Mientras Koolau seguía disparando sobre ellos, llegó a su olfato un olor a carne chamuscada. Miró en torno suyo, y al poco descubrió que procedía de sus propias manos. Era el calor del rifle. La lepra había destruido la mayor parte de los nervios de sus extremidades y aunque su propia carne se abrasaba y él sentía el olor, no experimentaba la menor sensación"


E se você acha que a narrativa acabará com algum tipo de moral — como nos filmecos —, você se engana. O conto sofre uma virada, e da destruição patente (buracos, deslizamentos, corpos despedaçados, bombas zunindo, "traição") o que fica são várias reflexões sobre liberdade interrompida; raiva, violência e revolta que une e que isola; o orgulho da liberdade e o encaminhamento para um fim solitário, trágico.

Eu cada vez mais gosto do London.

[[A tradução para o espanhol é do Luis López Nieves e está disponível na internet, btw]]

~ ~ ~

[*A narrativa é de 1900s. Enfatizei ficção histórica porque bati o olho numa análise gigantesca de um descendente (se não me engano) de Havaianos que fez praticamente uma tese de umas sessenta páginas de como o London mentiu e inventou e coisa e tal. Mas é claro, meu amigo, é ficção! Queria o quê?

Há realmente problemas de representação (o narrador utiliza algumas palavras estranhas quanto aos chineses), mas não está na narrativa de todo. Não importa que o nome dos lugares sejam reais, que a própria história seja BASEADA em um evento histórico real. Ele inventou um monte em cima, há narrador, há personagens, há uma finalidade estética. Até o uso da palavra "criaturas" para os leprosos tem um sentido, a desumanização deles reflete a desumanização que o próprio exército e governo fez deles. O narrador em terceira pessoa, na minha leitura, está imerso no fogo cruzado, ponto esse que é central no conto.]
Profile Image for German DarthSith.
119 reviews
January 31, 2026
Un cuento breve, implacable, que deja claro que “lo más cruel no siempre es la enfermedad… sino el mundo que la rodea.”

Releer a Jack London después de muchos años es una experiencia distinta. En la adolescencia me encantaba por la aventura, sus personajes destinados al fracaso pero que aún así, luchan hasta el último aliento; hoy me sorprende sobre todo por la claridad con la que expone lo inevitable: no solo la dureza de la naturaleza, sino la violencia de la historia.

Koolau the Leper es mucho más que el relato de un hombre perseguido por la enfermedad y el destino. Es también una imagen brutal del colonialismo:

“llegan prometiendo civilización, Dios o consuelo, se apropian de la tierra y terminan obligando a sus antiguos dueños a sobrevivir bajo nuevas reglas, nuevas leyes y nuevas cadenas.”

London narra sin adornos, con una frialdad que hace la tragedia aún más intensa. Y eso provoca una incomodidad ética inevitable: la aventura es solo la superficie de algo más oscuro, más estructural, más humano.
36 reviews
November 8, 2023
Some friends are visiting Hawai’i, and that reminded me of this story. I had listened to an audio version some years ago, but I cannot find it. I did find a pdf of this short (~20 pages) story to send them. Since I had it, I took the opportunity to re-read it.

I remember liking the audio version better. It was more dramatic. Perhaps it should be read out loud. Still, I really liked it. If you have been to Hawai’i, especially Kaua’i or Moloka’i, I think you will, too. It took less than 15 minutes to read, so even if you disagree with my rating, you have little to lose!
Profile Image for Bitanem.
10 reviews1 follower
November 21, 2019
This was my first Jack London. You will understand the story is not about rebellions or discrimination. You’ll notice koolau is NOT described the symbol of local ppl or the representative of socially discriminated ppl at all. Actually his way of thinking or attitude toward life is sometimes in very western way and it’s very coherent. The last is very clear.
Profile Image for Matt Kelland.
Author 4 books9 followers
October 18, 2025
Another underdog tale from London, based on a true story. Interesting to compare it with the account by Pi'ilani, Ko'olau's wife, and the movie The Wind and the Reckoning. London's distaste for lepers is uncomfortable reading, but he still manages to make Ko'olau and interesting and sympathetic character.
204 reviews
March 7, 2025
Underappreciated short story by American novelist Jack London. First published in 1912.

An honorable man afflicted with leprosy defends his right to remain free in the sacred Kalalau Valley on the island of Kauai.
Profile Image for Tim Muchmore.
16 reviews1 follower
February 20, 2020
A quick read this short story tells of the Leper Rebellion in Kaua'i against the Hawaiian Provisional Government in 1893. Koolau stands defiant against the discrimination shown towards Hawaiians, especially those afflicted with leprosy.
Profile Image for Forked Radish.
3,911 reviews84 followers
July 4, 2021
An interesting, fact based account. But, was London buggered by a bok choy or something?
Profile Image for Natasha.
85 reviews
May 10, 2010
Another short story I read for my brother. It was only mildly interesting to me.
Displaying 1 - 13 of 13 reviews

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