O Fotógrafo é uma das principais provas de que o jornalismo em quadrinhos associado à obra de Joe Sacco já está virando um gênero. O livro lança mão das possibilidades estilísticas das fotos em preto e branco e da versatilidade dos quadrinhos para produzir um trabalho novo e relevante. O livro conta a história do fotógrafo francês Didier Lefèvre, que em julho de 1986 partiu para o Afeganistão acompanhando uma equipe dos Médicos Sem Fronteiras. Naquela época, o país estava em guerra, com tropas da União Soviética lutando contra os guerrilheiros mujahedin (que mais tarde instalaria o Talibã no poder). Lefèvre achou a experiência tão marcante que resolveu transformá-la em livro.
Dividida em três volumes, a obra traz o relato pessoal da experiência de Lefévre no país, com as dificuldades e perigos enfrentados pelo profissional e pela equipe de Médicos Sem Fronteiras. A história é contada através da mistura de fotos em preto e branco do autor e quadrinhos assinados por Emmanuel Guibert, com diagramação e cores de Frédéric Lemercier. Neste segundo volume, a caravana finalmente chega a seu objetivo: Zaragandara, no coração do Afeganistão. Ali, em um hospital improvisado, tem início o verdadeiro trabalho da equipe médica, não apenas no atendimento aos feridos de guerra, mas principalmente na prática da medicina cotidiana em condições precárias.
Emmanuel Guibert has written a great many graphic novels for readers young and old, among them the Sardine in Outer Space series and The Professor’s Daughter with Joann Sfar.
In 1994, a chance encounter with an American World War II veteran named Alan Cope marked the beginning of a deep friendship and the birth of a great biographical epic.
Another of Guibert's recent works is The Photographer. Showered with awards, translated around the world and soon to come from First Second books, it relates a Doctors Without Borders mission in 1980’s Afghanistan through the eyes of a great reporter, the late Didier Lefèvre.
Guibert lives in Paris with his wife and daughter.
Segunda parte da trilogia que narra a ajuda humanitária da MSF no Afeganistão, durante a guerra com a União Soviética, em 1986. A história segue, com relatos da rotina da atuação dos médicos em Zaragandara, vilarejo base da MSF, próximo à zona de conflito.
A narrativa gráfica, intercalando fotografias e quadrinhos segue maravilhosa. Captura com precisão o aspecto humano do que cerca a área de conflito e todo o desafio que a equipe da MSF precisa superar para dar apoio à população local em um hospital improvisado.
"Ensuite,il faut savoir que le chadri, c'est assez récent. A peu près un siècle. Auparavant, beaucoup de femmes des villes, de toute leur vie, ne mettaient pas le nez hors de chez elle de leur maison." "C'est vrai ? " 3 Biens-sûr que c'est vrai. Dans une grande ville, c'est pour ça que l'invention du chadri a été un gain d'autonomie et de liberté. Elles ont enfin pour sortir de chez elles. De toute manière, on en fait un symbole exagéré et idiot de ce chadri, les vraies priorités, pour les femmes, c'est l'accès aux soins, à l'éducation, au travail et à la justice, pas les fringues."
I would have readily given both this and tome 1 of this series five stars had the writing been more compelling. The format - a spectacular combination of photos and drawn graphics - is wonderful and unique. However, the writing often left me bored and drifting off. That said, this is well worth picking up even to skim through. And if you don't know much about the amazing work that MSF does, this alone may hold attention.
Strip- en fotoverslag van Didier Lefèvere over zijn opdracht als beroepsfotograaf bij AZG in Afghanistan tussen 1986 en 2002. Een boek over zijn reiservaringen: "Voyages en Afghanistan, le pays des citrons doux et des oranges amères".