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Read this for college. Is very repetitive but it can be summarized to this: you have to fight to have your rights, the only one who deserves freedom and life is the one that conquers for itself every day.
I don’t know how to rate this, but it had good arguments, and I recommend it to anyone interested in Law.
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No momento em que a lei renuncia a apoiar a luta, ela se abandona. Só merece a liberdade e a vida aquele que as conquista por si próprio todos os dias.
Um livro que com certeza estará na lista de leitura nos cursos de direito. Recomendo para qualquer pessoa que tenha curiosidade no assunto. O livro tem uma leitura rápida, clara e fácil. Não tem-se dificuldade alguma em seu entendimento, mais pode, ao decorrer ficar repetitivo.
Interessante por ir contra a ideia de imobilismo e inércia da população. Convida as pessoas a lutarem por seus direitos, a defendê-los e a se posicionar contra injustiças. Meio repetitivo e cheio de pensamentos tão próprios dos positivistas
It is good? Yes. Is it deep? Yes. Am I going to pretend I've understood it all? Definitly. My classmates keep saing that it is too complicated, so I will just assume my brain is more developed (just joking, that's probabliy cause I don't drink and they are hight right now for sure). And I don't care that this and the next books are in portuguese. Somebody needs to practice some colonizer language here.
MEU DEUS QUE LIVRO CHATO, i mean... ele falou bonito, mas é muito repetitivo. Sem contar que odeio livros de raciocínio único/continuo "Somente merece a liberdade e a vida aquele que quotidianamente tem que conquistá-las" - Fausto de Goethe
Ihering expõe com maestria a necessidade do caráter individual bem como do povo para defender e conquistar seus direitos frente ao Estado, os estrangeiros e violadores. Nem todo povo tem tal fibra, nem todo indivíduo tal virtude.
Não é a edição que li, pois, a que eu li não tem aqui no site. Bom, sou estudante de direito, estou no inicio do curso, no segundo semestre, o livro em geral é bom, mas cansativo, utiliza de muita juridiquês o que torna a leitura complicada para alunos que não tem tanto conhecimento ainda.
O livro é muito bom e tem uma linguagem acessível, para um clássico. As únicas observações negativas que tenho são relacionadas à edição, que contém diversos erros de digitação e pontuação.
De pronto me acordé de que este fue uno de los pocos libros que me gustó leer en la prepa. Estuve leyendo las frases que subrayé para mi resumen y están finas finas. Hubiera sido abogada 😂
lo leí para la clase de Sociología Jurídica, es muy bueno para el Derecho pero por momentos sentí que le daba vueltas a la misma idea de capítulos anteriores
Jhering was an eminent and eminently respectable professor of Roman Law in Austria and Germany in the late 19th century. This book is based on lectures he gave about the foundations of law. The tone is polemical, not scholarly. He exhorts, he denounces; he is bombastic and emphatic; he does not cite many sources nor tell jokes.
The basic premise is something like this: Law isn't a dispassionate working-out of socially optimal policies. It is people's attitudes of struggle and conflict, solidified into rules. The sentiment that motivates law isn't optimization, it is outraged dignity. The hero of the book is the English tourist:
"We, on the Continent, have frequently proof enough of, in the typical figure of the traveling Englishman who resists being duped by inn-keepers and hackmen with a manfulness which would induce one to think he was defending the law of Old England—who, in case of need, postpones his departure, remains days in the place and spends ten times the amount he refuses to pay. The people laugh at him, and do not understand him. It were better if they did understand him. For, in the few shillings which the man here defends, Old England lives. ...[I]n the few pieces of silver which the Englishman refuses and which the Austrian pays there lies concealed more than one would think, of England and Austria; there lie concealed centuries of their political development and of their social life."
The author explains that law is a communal project: we're all engaged in a collective struggle to build a rule-abiding society. A deliberately lawless person, like an out-and-out robber, is on the other side of that conflict. "The defense of one’s concrete legal rights, when these rights are attacked, is a duty of the individual whose rights have been invaded, not only to himself, but also to society" -- because if somebody has deliberately robbed or defrauded you, and you don't prosecute or sue, you are a deserter in the struggle for law, a traitor to the community.
He explains in this connection that it's very unfair what the court does to Shylock in the Merchant of Venice. He explains in a footnote that probably the bond is void as against public policy, but once the court has conceded that it's valid, it's dishonest trickery not to let Shylock execute it. There's an intimation that the Romans would have absolutely enforced it.
Part of the charm of German scholars from the 19th century is that they don't fit neatly into our current political categories; one can't tell if the author is a radical liberal or a right-wing authoritarian.
La lucha por el derecho, de la cual nos habla Rudolf von Ihering con una demandante recomendación por hacerla parte de nuestras vidas, es una propuesta de una oposición constante contra todas las injusticias a las que nos enfrentamos día con día todas las personas, tanto en la esfera individual como a nivel estatal o nacional; una obligación que tenemos los seres humanos de conocer y velar por nuestros derechos y de defenderlos a toda costa, ya que lo contrario equivaldría a un suicidio moral. Tres de los puntos centrales de este texto son el honor, los intereses y el conformismo, ya que son los móviles de las personas para hacer o no hacer algo que haga que valgan sus derechos. Si hay algún beneficio pecuniario de por medio, el actuar del individuo es más rápido que en otras ocasiones. Muchas de las veces, si nos cuesta más trabajo, dinero o esfuerzo el proceder con una demanda o una acción legal, nos quedamos sin hacer nada al respecto. Sin embargo, si se trata de una cuestión de honor, tal vez siga habiendo quienes quieran sacrificar su vida para quedar como héroes. Un tema que es importante recalcar es el de la propuesta sobre la correlación que existe entre el derecho público, el penal y el privado. En tanto que los funcionarios y autoridades respeten los derechos de los individuos, estos pueden hacer valer sus derechos con mayor facilidad, y viceversa. Todo esto es parte de una grande obra nacional, y todo ciudadano debe comprometerse a no cometer ninguna injusticia, ya que no así no sufrirá ninguna. Si bien es la utopía que von Ihering sugiere, una responsabilidad que podemos adoptar es la de dejar atrás nuestros deseos egoístas e intereses personales y poco a poco hacernos de la idea que el derecho pueda estudiar y buscar el camino para avanzar. Defendiendo el derecho en general se lucha por el derecho personal; el sentimiento legal del individuo garantiza la existencia de un mejor país.
"A luta pelo Direito é a poesia do caráter". Essa frase de Ihering demonstra aquele sentimento que todo ser humano civilizado tem , mas acima disso , o sentimento que todo humano de bom caráter possui. Essa luta , hoje, é mais do que uma mera defesa de interesses , trata-se da afirmação da sua pessoa e personalidade perante o Estado e sua vida particular. Aqueles que sustentam a não necessidade de lutar ,seja por palavras ou pelas mãos , estão redondamente enganados . O Direito é uma força viva e não um conceito fixo, disse Ihering e , de fato , tal luta mantém acesa a chama do bom direito. Lutar pelo direito é afirmar subjetivamente a moral e objetivamente uma das maiores dádivas da humanidade: a Ética .
É nessa batalha, em todos os planos, objetivo e subjetivo, público e particular, laboral, econômico ou atinentes à personalidade humana , que garantimos a maior das proteções do Direito: a defesa da Dignidade .
Essa obra clássica , porém atemporal merece atenção de qualquer pessoa e especialmente dos juristas que se prezam.
Muy interesante libro que defiende una sencilla tesis: es el sentimiento del derecho, tanto en su vertiente de sensibilidad frente al dolor como en el valor de hacerle frente (en pocas palabras: en la disposición a luchar) lo que determina la salud jurídica de un pueblo. Tanto el diseño como la ejecución del derecho deben, por tanto, responder a esas variables si se pretende que una sociedad asuma al derecho con la dignidad con la que supuestamente lo hizo Roma. Interesante reivindicación del dolor dentro de la filosofía jurídica.
Ihering vem com uma proposta que se opõem ao que era exposto e defendido pelos historicistas: o direito não é uma construção natural, costumeira, como o idioma, o direito provém da luta de um povo, a Luta pelo Direito.
Destarte, Ihering também defende que lutar pelo direito é uma obrigação moral para consigo mesmo e para com a comunidade.
Para que um Estado seja forte sua população dever ter consciência do Direito, principalmente privado.
Como diria Chesterton: o soldado não vai a luta porque odeia o que está a sua frente, mas porque ama o que deixou para trás.
Slightly polemic? Yes. Overly hyperbolic? Quite so. Despite his approach, von Jhering delivers an interesting take on the philosophy of law. It’s easy enough to understand that those not equipped with a juris doctoris degree can still follow along with his concepts and conclusions.
The basic gist is that for laws to survive there must be struggle. Von Jhering succinctly breaks down the types of struggles relevant to law and examines their effects.
Lalor’s translation to English is a thing of beauty, bringing eloquent sentences and poetic wording to such a usually dry subject.
O livro retrata uma posição oposta ao jusnaturalismo de Savigny, no qual Jhering (ou Ihering en algumas publicações) faz uma exposição clara de suas idéias. Seu discurso é simples e direto, despido do juridiquês e rico em exemplos palatáveis. Recomendado para qualquer público, é também uma excelente leitura para os alunos dos primeiros semestres do curso de Direto.
Interessante a análise de Ihering sobre como o direito subjetivo e o direito objetivo são mutuamente independentes. Claro que tal análise nega a hesegese pensada após o alemão, mas mesmo em nosso moderno ordenamento é válida, através da idéia de jurisprudência.
had to read it for my theory of law classes and it was kinda difficult to read cause it was the first year studying law. would read it again, just to see how my abstraction has developed and how do i understand this book.
Este libro retrata la visión de la dignidad del liberalismo: luchar por tus bienes es luchar también por tu dignidad. Ese ese la moraleja de este texto.