Jump to ratings and reviews
Rate this book

La tierra y los ensueños de la voluntad

Rate this book
Con la sustancia de la tierra, dice Bachelard, la materia nos provee de tantas experiencias positivas y la forma es tan real, que casi no se puede ver cómo es posible dar cuerpo a unos ensueños que llegan a la intimidad de la materia. En suma, con la imaginación de la materia terrestre se reanuda el debate sobre la función de la la percepción de las imágenes es la que determinará los procesos de la imaginación.

454 pages, Hardcover

Published November 1, 1994

14 people are currently reading
468 people want to read

About the author

Gaston Bachelard

98 books757 followers
Gaston Bachelard was a French philosopher who rose to some of the most prestigious positions in the French academy. His most important work is on poetics and on the philosophy of science. To the latter he introduced the concepts of epistemological obstacle and epistemological break (obstacle épistémologique et rupture épistémologique). He influenced many subsequent French philosophers, among them Michel Foucault and Louis Althusser.

Ratings & Reviews

What do you think?
Rate this book

Friends & Following

Create a free account to discover what your friends think of this book!

Community Reviews

5 stars
46 (59%)
4 stars
17 (22%)
3 stars
13 (16%)
2 stars
1 (1%)
1 star
0 (0%)
Displaying 1 - 3 of 3 reviews
53 reviews
November 11, 2022
Emoções conflitantes:
Por um lado, Bachelard me ensinou a sonhar. Ele me mostrou a potência das imagens imaginárias e o jeito como elas podem ganhar vida em literatura (acho que nunca li nenhum livro parecido com os que ele cita). Bachelard admite, na pg. 126, "queria estar bem certo de eliminar o filósofo que quer pensar dentro de mim enquanto eu queria tanto me entregar à alegria de escrever"; eu me sinto exatamente assim com muita frequência, queria me entregar à beleza das imagens sem os filtros de racionalidade que as cobrem. Bachelard parecia ter estado na mesma busca que eu, e suas explorações no país da racionalidade excessiva devem me ajudar a navegar em minha própria busca. Tenho vontade de ler algumas das obras que ele toma como referência e só me jogar nas imagens bonitas e irracionais.

Mas, do ponto de vista filosófico, acho suas teses grandes demais. Ele parece desconsiderar o quanto as imagens literárias são culturais e podem variar ao longo do tempo. Algumas de suas afirmações absolutamente não tiveram respaldo na minha imaginação e eu devo isso à diferença de quase um século e de um Oceano Atlântico. Se eu tento traçar as origens de minhas imagens materiais, elas remetem a mídias modernas e comerciais, como filmes e video-games. Como ter certeza de que essas imagens são de fato reflexos das forças psíquicas primordiais humanas e não se transmitem na superfície das interações humanas de geração em geração?
No final do livro confesso que estava já cansado de ler e queria que a coisa acabasse logo. Mesmo assim é um livro que vai me fazer pensar por muito tempo...
Profile Image for sue rr.
962 reviews88 followers
December 11, 2017
Confesso que quando chega nessa parte do percurso eu já tô arrepiando pro Bachelard. Na verdade, os volumes sobre a terra são os mais maçantes, talvez por serem justamente dois. Depois de partir pros devaneios do repouso, finalmente será o momento de reler os devaneios sobre o espaço e recuperar uma certa leveza da coisa. O imaginário da terra é pesado, literalmente.
Displaying 1 - 3 of 3 reviews

Can't find what you're looking for?

Get help and learn more about the design.