Comment les anarcho-capitalistes devraient-ils interagir avec l'État moderne ? Hans-Hermann Hoppe dissèque la nature de l’État démocratique moderne et suggère des stratégies pour mettre en œuvre une révolution libertarienne ascendante dans l’idéologie et le gouvernement civil. Hoppe débute en examinant la nature de l’État en tant que « monopole de la défense et de la fourniture et de l'application du droit et de l’ordre ». Comme tous les monopoles d’État, le monopole de l'application de la loi entraîne également une hausse des prix et une baisse de la qualité des services. Pourquoi cet état de fait est-il toléré ? Les États démocratiques modernes, bien plus que les monarchies et les domaines princiers d'antan, sont considérés comme moraux et nécessaires en dépit de nombreuses preuves du contraire. Dans l'esprit de la plupart des citoyens modernes des États démocratiques, le droit et l'ordre sont ce que l'État en dit être, ce qui a conduit à une longue période de centralisation et de consolidation du pouvoir par ces États. Comment le libertarien peut-il lutter contre cette tendance ? Hoppe offre un programme qui peut ouvrir la voie à une nouvelle société libertarienne.
The role of this book only becomes apparent after realizing that it is a transcribed lecture given by Professor Hoppe at a Mises Institute conference back in 1997. In this case, brevity is not the soul of wit; taken out of context the philosophy seems poorly constructed and the arguments shallow. Only well-read minarchists, anarcho-capitalists, and neo-reactionaries will be aware of the deeper praxeological foundations that are necessary for understanding. A casual reader of political philosophy will disregard this as a collection of asserted half-truths. It does contain some goodies here and there, but otherwise needs to be ditched for more rigorous texts.
Há muito tempo que tinha vontade de ler este livro. A contribuição do autor para o libertarianismo já me era conhecida por interpostos mas não directamente então existia grande expectativa em relação ao primeiro livro do autor que iria ler. Além disso interessavam-me modelos e análises de transição de uma sociedade colectivista para o voluntarismo.
Infelizmente devo dizer que fiquei um pouco decepcionado. O livro é escrito de uma forma um pouco breve e oferece apenas um caminho mal sustentado e analisado. Não são analisadas as condições actuais de ligação entre governo central e governação local nem tão pouco são analisadas consequências económicas de transição entre dois "estágios" económicos e sociais. A introdução no que concerne às críticas ao estado são interessantes mas quando chega a altura de oferecer um caminho de O Que Deve Ser Feito o livro parece que acaba extemporaneamente.
Espero adentrar outros livros de Hans-Hermann Hoppe porque este ainda não satisfez a minha curiosidade.
This booklet started great. Hoppe's explanation of the state's monopoly of protection and why the state's legalized extortion racket grows stronger and stronger as the protection it provides grows weaker, and why this happens, is very convincing. But, his explanation of what has to be done to break up the protection monopoly, although it sounds good, was not quite as convincing to me. For example, after the federal government relinquishes control, the government property is to be distributed among citizens based on total taxes they had paid over the years. Yet, with no government in control, who would do this and how would it be done? In other words, I didn't see much evidence or reasoning why the anarcho capitalist replacement of government with competing protection groups could work along with a weaker centralized protection group without one of them eventually growing into a monopoly again. It is like he is saying if we educate ourselves not to allow this to happen, we can keep it from happening. I'm not so sure this would work for long.
Lido, mas passei tanta raiva que não estou muito afim de comentar. Deve ser um dos piores livros que já li na vida e depois dela também. Anarquista nem é gente.
Hoppe é sempre genial, mas acho esse livro um pouco problemático pra quem nunca teve qualquer tipo de contato com as ideias dele. Por ter uma estrutura meio panfletária, todos os conceitos são desenvolvidos de forma muito superficial e, portanto, podem levar a interpretações equivocadas - justamente pela falta de conhecimento prévio -. Um bom exemplo seria a discussão sobre elite local, ele passa tão rápido por esse tópico q parece q ele é só um maluco elitista quando, na realidade, quando vc lê “democracia” ou “a breve historia do homem” entende perfeitamente oq ele quer dizer e como chegou às conclusões apresentadas neste livro.
Enfim, dois pontos finais: 1. Jamais indicaria para um leigo começar a estudar austrolibertarianismo por esse livro hahahaha a pessoa vai sair transtornada e assustada com as ideias. 2. Oq eu verdadeiramente gosto muito no livro é a exploração do fomento ao localismo como estratégia de mudança. Como o próprio Hoppe já disse por ai “Meu sonho é uma Europa feita de 1.000 Liechtensteins”.
Este fino livro tem como base uma palestra ministrada por Hoppe em 1997. Nele o autor faz um apanhado do que significa o Estado, destacando o fato de se tratar do monopolista da proteção. O monopólio por si só traz diversos problemas de custo e qualidade, enquanto ocupar-se da proteção tira um direito do cidadão. Para deter a doença estatal, Hoppe recomenda a desmonopolização da proteção e da justiça, o apoio a toda descentralização de poder e a rejeição da democracia. Pára atingir a estes fins, o autor mostra que não é possível uma abordagem de cima para baixo, recomendando o contrário, sem desperdiçar energia com governos centrais e reformas da educação, mas se concentrando nas mudanças partindo de pequenas cidades.
Essay on how to establish the libertarian social order within existing democracies
Hoppe is..Hoppe. Every one of his essays and books is essentially making the case for the same desired outcome, but focusing on different aspects of the overall argument. In this essay he describes how both we got to where we are today (territorial monopoly democracy) and how to use the tools of democracy to return to a libertarian social order (anarchocapitalism)
Obra bem resumida de Hans-Hermann Hoppe, mostra como é possível bater de frente contra a democracia, que destrói o sentimento individual em pró do bem da massa, usando estratégias liberais e libertárias. Bem interessante e rápido, recomendo para quem quer se aprofundar no assunto ou está apenas interessado em conhecer outro ponto de vista político e social. Recomendo!
Conhecer Hans-Hermann Hoppe através dessa obra foi maravilhoso. Especialmente pelo trocadilho do título em contraste com o livro escrito pro Vladimir Lenin. Hoppe nos dá uma clara lição de conceitos como o estado que temos hoje, a monarquia do passado e o que devemos fazer para finalmente nos livrarmos dessas algemas. Recomendo.
Um livro muito pequeno, que aparentemente foi transcrito de uma palestra.
Não acrescenta muita coisa ao libertarianismo em termos de novidade, trazendo de um pouco diferente apenas a parte final de sugestão de mudança de baixo para cima, o que concordo, apesar de não parecer tão factível.
Good enough, Hoppe maintains consistency, but this subject needs a lot of explanations, and this book is too short and only talks about the subject superficially, and he kinda repeats the same in his book Democracy.
Fun Fact! The title is a reference to "What is to Be Done?" from Vladimir Lenin.
Não sei o que dizer sobre esse livro. Muita coisa parece factível, mas muito do que o autor propõe é impraticável, mesmo que ele afirme o contrário. De qualquer modo, é sempre interessante ler as ideias de HHH e ver como elas, se aplicáveis e aplicadas, poderiam mudar o mundo.
Hoppe's suggestion on how anarcho-capitalists should engage the State. I don't think this could actually work, but would be far more effective than any other plans I have encountered to date.
I’m not really in the Libertarian or Anarcho-Capitalist camps, but among thinkers in those circles, Hans-Hermann Hoppe strikes me as one of the sharper and more consistent voices. Even where I’m not fully persuaded, I appreciate how systematic his arguments are.
One point I found especially convincing is his claim that a free society needs more than just the right legal framework—it also depends on a compatible moral and cultural order. That emphasis on pre-political foundations feels important, and it’s something that often gets overlooked in policy-heavy discussions. In that sense, What Must Be Done reads less like abstract theory and more like a practical outline of how Hoppe thinks a freer, more decentralized society could realistically take shape.
The section that stood out most to me was his discussion of local taxation. He argues that public employees—teachers, judges, police officers—as well as welfare recipients, should be excluded from voting on local tax and regulatory matters because they are directly funded by those taxes. His reasoning is that those who are net beneficiaries of tax revenue shouldn’t determine its level. Whether or not one ultimately agrees, it’s an interesting way of framing democratic incentives. In the American context, changes along those lines would significantly alter local political dynamics, especially in Blue States.
I would say this work feels like one of the clearest “road map” texts for understanding Hoppe’s broader vision. It’s focused, intellectually consistent, and definitely thought-provoking.
Short and sweet -- you can read it in an hour. Hoppe diagnoses what ails us and offers a bold anti-democratic two-step program to regain liberty, starting at the local level. Although written back in 1997, this essay is especially relevant today with the Free State Project taking of in New Hampshire.
Ensayo sobre estrategia política, expone el método de la fragmentación jurisdiccional y la participación política enfocada a este propósito, acompañada por una agenda de comunicación. Razonamiento pulcro como es usual en este autor. Debería popularizarse más.
A good read. Definitely inspirational to the anarchy-capitalist reader, and probably should be required reading for all political libertarians as encouragement to focus on the local level.