Beatriz, Rita e Samuel são amigos desde a infância, tendo as suas vidas seguido rumos diferentes: a primeira é casada, mãe de três filhos e um casamento (aparentemente) feliz; a segunda, separada, com um namorado ausente e uma filha problemática; Samuel, casado e com dois filhos adolescentes, vive a imagem da família tradicional. Quando os três amigos decidem passar uns dias juntos, não imaginam até que ponto as suas vidas podem mudar.
O aparecimento de uma mulher misteriosa, Benedita, vai transformar o que deveria ser um fim-de-semana tranquilo numa descida ao inferno, onde cada uma das personagens é confrontada com os seus medos e desejos proibidos.
Luísa Castel-Branco regressa ao romance e surpreende os leitores com esta fábula moderna em tom de crítica social, que é também uma história sobre os afectos, o valor da amizade e o poder do amor e do perdão.
Luísa Castel-Branco é jornalista, apresentadora de televisão e escritora portuguesa. A sua vida esteve desde sempre ligada à Comunicação, tendo começado a colaborar no jornal Semanário e mais tarde fez parte do grupo fundador da revista Máxima. Estudou Marketing e trabalhou em áreas tão distintas como Publicidade, Turismo, entre outras. Foi assessora de imprensa de um gabinete ministerial e criou também uma agência de comunicação, dedicando-se à área do marketing político. Em 1999, foi convidada a integrar o projeto CNL, canal onde começou a carreira televisiva. Depois do talk-show Luísa, mudou-se para a TVI onde apresentou o concurso Dinheiro à Vista. Uma nova mudança aconteceu, desta vez para a RTP, e apresentou os programas Emoções Fortes e O Elo Mais Fraco. Na SIC Mulher voltou ao formato talk-show com Vícios e Virtudes e participou em Eles por Elas. Publicou uma coletânea de crónicas, intitulada Luísa em 2001. Escreve no diário Destak atualmente. É autora de cinco romances. O primeiro livro, Alma e os mistérios da vida, foi lançado em 2008 e desde aí não deixou a vida literária.
"Creio que nunca sabemos toda a verdade sobre as pessoas. E por vezes essa verdade é mais difícil de aceitar do que poderíamos pensar."
Um fim de semana prolongado numa pousada, três casais amigos e respectivos filhos. Uma mulher má e uma noite de tempestade fizeram com que viessem à superfície segredos e que personalidades fossem reveladas.
É o segundo livro que leio a Luísa Castel-Branco e assim como do primeiro gostei bastante.
I READ “ se este foi o meu pais” but is pissing me off so much it’s not on good reads imma put this one till the proper one is out. Did not understand every single word of it but I’m pretty proud I understood most of it with the little Portuguese I know 😋
Beatriz, Rita e Samuel são amigos desde a infância, tendo as suas vidas seguido rumos diferentes: a primeira é casada, mãe de três filhos e um casamento (aparentemente) feliz, a segunda separada, com um namorado ausente e uma filha problemática; Samuel, casado e com dois filhos adolescentes, vive a imagem da família tradicional. Quando os três amigos decidem passar uns dias juntos, não imaginam até que ponto as suas vidas podem mudar. O aparecimento de uma mulher misteriosa, Benedita, vai transformar o que deveria ser um fim-de-semana tranquilo numa descida ao inferno, onde cada uma das personagens é confrontada com os seus medos e os seus desejos proibidos. Luísa Castel-Branco regressa ao romance e volta a surpreender os leitores com esta fábula moderna em tom de crítica social que é, também, uma história sobre os afectos, o valor da amizade e o poder do amor e do perdão."
Não digas a ninguém é, se não me engano, o terceiro livro de Luísa Castel-Branco, bem conhecida por ter a sua vida ligada à Comunicação em Portugal. Apenas a conhecia pelas suas “aparições” na televisão como apresentadora e foi a primeira vez que conheci um dos seus trabalhos literários. Sinceramente, estou com sérias dificuldades em classificar e fazer um crítica a este livro. A sinopse prometia uma história fabulosa, com boas personagens e bem mais. No entanto, as minhas expectativas não foram atingidas e é aqui que reside o problema da minha crítica. Não consigo dizer que este livro me desiludiu totalmente ou ferozmente mas também não posso afirmar que me surpreendeu. Leu-se, é aquilo que me apetece dizer. Não me sensibilizou, apesar de sentir as personagens como reais, que poderia encontrá-las na minha rua. A escrita é simples, qualquer pessoa conseguia compreender perfeitamente a história. Na minha opinião existiam demasiados diálogos e pouca descrição, chegava mesmo a confundir-me nas conversas que as personagens tinham pela falta de identificação. Mas o livro teve vários pontos positivos. Em primeiro toda a história é uma crítica à sociedade portuguesa, às amizades interesseiras que existem, à mentalidade retrógrada de muitos cidadãos supostamente exemplares do nosso país, à visão e à vida que muitos jovens chamados problemáticos têm, à maquinação que ainda muito boa gente elabora para triunfar. Foi, essencialmente, por estes pontos que não consigo dizer que o livro está mau. É uma leitura light, leve e não passa disso. Não me marcou e vou lembrar-me deste Não digas a ninguém como apenas mais uma leitura.
"Beatriz, Rita e Samuel são amigos desde a infância, tendo as suas vidas seguido rumos diferentes: a primeira é casada, mãe de três filhos e um casamento (aparentemente) feliz, a segunda separada, com um namorado ausente e uma filha problemática; Samuel, casado e com dois filhos adolescentes, vive a imagem da família tradicional. Quando os três amigos decidem passar uns dias juntos, não imaginam até que ponto as suas vidas podem mudar. O aparecimento de uma mulher misteriosa, Benedita, vai transformar o que deveria ser um fim-de-semana tranquilo numa descida ao inferno, onde cada uma das personagens é confrontada com os seus medos e os seus desejos proibidos. Luísa Castel-Branco regressa ao romance e volta a surpreender os leitores com esta fábula moderna em tom de crítica social que é, também, uma história sobre os afectos, o valor da amizade e o poder do amor e do perdão."
4,5⭐️ Nem sei bem porquê, mas nc me fascina mt ler autores portugueses e por isso qd me emprestaram este livro a minha reacção foi logo dizer k n keria (aliás já outra pessoa me tinha emprestado e n li). Mas a verdade é k me surpreendeu bastante... Se ao ler a 1ª pág achei k ia fazer um "frete", assim k a virei fiquei c vontade de ler... Adorei e recomendo vivamente