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G. K. Chesterton, A Critical Study
This book has been considered by academicians and scholars of great significance and value to literature. This forms a part of the knowledge base for future generations. We havent used any OCR or photocopy to produce this book. The whole book has been typeset again to produce it without any errors or poor pictures and errant marks.
- GenresBiography
102 pages, Paperback
First published January 1, 1978
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Community Reviews
Displaying 1 - 2 of 2 reviews
December 6, 2023
Neste trabalho de crítica literária de Julius West, duas qualidades de sua escrita que julguei destacadas são a precisão e a ponderação. Observa-se que é muito preciso pela leitura que realizou das obras de Chesterton e a capacidade de encontrar o que não está evidente. Ao mesmo tempo, mostra-se ponderado por saber avaliar pontos positivos e negativos da obra de Chesterton conforme seus critérios.
Como uma resposta à recepção de Hereges, Chesterton publicou Ortodoxia, definido deste modo por Julius West: "o seu livro mais brilhante. Há poucas obras na língua inglesa cujo brilho é tão mantido. Ortodoxia é uma torrente rápida de argumentos expressos epigramaticalmente." Em Ortodoxia, Chesterton assume o sentido de "ortodoxia" como o do credo dos apóstolos. Para Julius West, Chesterton considera como ortodoxos os anglicanos, os católicos romanos, os calvinistas etc, mas em vez de expressar ortodoxia poderia ser uma "catolicidade extraordinária" - comentário este de 1915, antes de 1922, ano no qual Chesterton tornou-se formalmente católico.
Chesterton é caracterizado como: um escritor singular nunca imitado; combativo, alguém que prefere o ataque à defesa; um crítico que não é de qualidade inferior; um poeta movido pelo impulso, não devendo ser procurada na sua poesia regularidade racional; um tory católico tanto quanto seja possível.
Seu método de humor é apresentado segundo a tática de usar termos ou imagens extremos, que dificilmente alguém sensato concordaria, e contrastá-los com a normalidade. Jornalistas conhecem uma constante que acompanha o jornalismo, a saber, o sensacionalismo. Por isso não é de se estranhar que um jornalista, como Chesterton era, soubesse usar esse recurso.
West dedica um espaço para comentar obras literárias de Chesterton, que como ficcionista empregava muita fantasia. Algumas delas são: O Homem que foi Quinta-Feira, que inicia de modo excelente, mas não termina do mesmo modo; os dois primeiros volumes de Padre Brown (os dois publicados até 1915), onde encontra algumas falhas nos enredos; The Flying Inn, que julga como "aquele último e pior dos seus romances".
O capítulo 7 é iniciado com uma sátira à idealização da Idade Média, que Chesterton consideraria uma utopia, uma terra jorrando leite e mel.
Finalmente, quanto à política, mesmo com moderação, percebe-se um posicionamento de Julius West alinhado aos whigs ou esquerdistas. Afirma que Chesterton nunca difere politicamente do historiador Hillaire Belloc. Cita trechos de O Que Há de Errado com o Mundo? criticando Chesterton porque seria contra o voto de mulheres. E lhe atribui um antissemitismo porque, mesmo Chesterton negando que fosse antissemita, afirma que as referências aos judeus são inúmeras e sempre do mesmo lado.
Como uma resposta à recepção de Hereges, Chesterton publicou Ortodoxia, definido deste modo por Julius West: "o seu livro mais brilhante. Há poucas obras na língua inglesa cujo brilho é tão mantido. Ortodoxia é uma torrente rápida de argumentos expressos epigramaticalmente." Em Ortodoxia, Chesterton assume o sentido de "ortodoxia" como o do credo dos apóstolos. Para Julius West, Chesterton considera como ortodoxos os anglicanos, os católicos romanos, os calvinistas etc, mas em vez de expressar ortodoxia poderia ser uma "catolicidade extraordinária" - comentário este de 1915, antes de 1922, ano no qual Chesterton tornou-se formalmente católico.
Chesterton é caracterizado como: um escritor singular nunca imitado; combativo, alguém que prefere o ataque à defesa; um crítico que não é de qualidade inferior; um poeta movido pelo impulso, não devendo ser procurada na sua poesia regularidade racional; um tory católico tanto quanto seja possível.
Seu método de humor é apresentado segundo a tática de usar termos ou imagens extremos, que dificilmente alguém sensato concordaria, e contrastá-los com a normalidade. Jornalistas conhecem uma constante que acompanha o jornalismo, a saber, o sensacionalismo. Por isso não é de se estranhar que um jornalista, como Chesterton era, soubesse usar esse recurso.
West dedica um espaço para comentar obras literárias de Chesterton, que como ficcionista empregava muita fantasia. Algumas delas são: O Homem que foi Quinta-Feira, que inicia de modo excelente, mas não termina do mesmo modo; os dois primeiros volumes de Padre Brown (os dois publicados até 1915), onde encontra algumas falhas nos enredos; The Flying Inn, que julga como "aquele último e pior dos seus romances".
O capítulo 7 é iniciado com uma sátira à idealização da Idade Média, que Chesterton consideraria uma utopia, uma terra jorrando leite e mel.
Finalmente, quanto à política, mesmo com moderação, percebe-se um posicionamento de Julius West alinhado aos whigs ou esquerdistas. Afirma que Chesterton nunca difere politicamente do historiador Hillaire Belloc. Cita trechos de O Que Há de Errado com o Mundo? criticando Chesterton porque seria contra o voto de mulheres. E lhe atribui um antissemitismo porque, mesmo Chesterton negando que fosse antissemita, afirma que as referências aos judeus são inúmeras e sempre do mesmo lado.
June 3, 2015
Review title: Obscure criticism
From here in my head, at this point in history and in comparison to the dim level of literay intelligence extant today, it seems hard to countenance or sustain a valid critique of Chesterton. Apparently in 1916 such was not the case, as West tears into a sometimes near-rant of criticism of Chesterton. Truth be told when his criticism is at his best is when he reads the most like the man he criticizes.
He is most critical of Chesterton for his humor and his Christianity, perhaps most especially when one is used in service of the other. Yet he does concede that Chesterton is right when he says that the opposite of funny is not unfunny; "A man may be perfectly serious in a funny way," says West, in perhaps the most powerful praise one could offer up to Chesterton.
In perhaps his most interesting criticism of Chesterton West says that Chesterton fails to distinguish the difference between a Christian and a Crusader. "The [Christian] attempts to show his love to his enemy by abolishing his unchristianness, the [Crusader] by abolishing him altogether." Perhaps in the Christian culture of his day Chesterton seemed heavy handed in his defense of Christianity; today as Christianity fights to stay relevant or even engaged in the culture, he sounds like a welcome voice of victorious strength.
Much of the rest of West's criticism centers on small sidebars of Chesterton's writing that are no longer particularly relevant or even read today, which perhaps proves the truth of West's critique but also the danger of offering it so soon. History has voted. Chesterton (most of him, anyway) remains read and relevant; West remains a footnote.
From here in my head, at this point in history and in comparison to the dim level of literay intelligence extant today, it seems hard to countenance or sustain a valid critique of Chesterton. Apparently in 1916 such was not the case, as West tears into a sometimes near-rant of criticism of Chesterton. Truth be told when his criticism is at his best is when he reads the most like the man he criticizes.
He is most critical of Chesterton for his humor and his Christianity, perhaps most especially when one is used in service of the other. Yet he does concede that Chesterton is right when he says that the opposite of funny is not unfunny; "A man may be perfectly serious in a funny way," says West, in perhaps the most powerful praise one could offer up to Chesterton.
In perhaps his most interesting criticism of Chesterton West says that Chesterton fails to distinguish the difference between a Christian and a Crusader. "The [Christian] attempts to show his love to his enemy by abolishing his unchristianness, the [Crusader] by abolishing him altogether." Perhaps in the Christian culture of his day Chesterton seemed heavy handed in his defense of Christianity; today as Christianity fights to stay relevant or even engaged in the culture, he sounds like a welcome voice of victorious strength.
Much of the rest of West's criticism centers on small sidebars of Chesterton's writing that are no longer particularly relevant or even read today, which perhaps proves the truth of West's critique but also the danger of offering it so soon. History has voted. Chesterton (most of him, anyway) remains read and relevant; West remains a footnote.
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