Depois do sucesso de "O Ovário de Eva", a bióloga e romancista Clara Pinto Correia, publica agora um livro sobre a ciência da reprodução humana. Uma escrita apaixonada, com um toque de humor, fazem de O MISTÉRIO DOS MISTÉRIOS um livro irresistível para le
CLARA PINTO CORREIA nasceu em Lisboa, a 30 de Janeiro de 1960. Licenciada em Biologia pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e doutorada em Biologia do Desenvolvimento pela Universidade de Buffalo (EUA). Foi jornalista no semanário O Jornal e coordenadora da secção de ciência do JL. Estreou-se com Agrião! (1983), seguindo-se entre outras Adeus, Princesa (1985), O Sapo Francisquinho (Prémio “O Ambiente na Literatura Infantil”, 1986), Anda Uma Mãe a Criar Filhos para Isto e Não Podemos Obrigá-los a Amarem-se, E Se Me Tivesse a Bondade de Dizer Porquê? (1986), crónicas de parceria com Mário de Carvalho, Campos de Morangos para sempre (1987), Portugal Animal (1991), Ponto Pé de Flor (Prémio Máxima de Literatura, 1990), Domingo de Ramos (1994), Mais Marés Que Marinheiros (1996), Mais que Perfeito (1997), Mensageiros Secundários (2000), A Arma dos Juízes (2002), A Primeira Luz da Madrugada (2006) e Não Podemos Ver o Vento (2011). Morreu a 9 de Dezembro de 2025, em Estremoz.
Um livro muito interessante que conta a história das várias teorias sobre reprodução humana ao longo do tempo. Um must para quem se interessa por história e a evolução da ciência.
O mistério da origem da vida persiste, mas a Clara mostra-nos como tem evoluído o pensamento humano sobre a reprodução e como todos os nossos dogmas condicionam o progresso do conhecimento. Tem sido um longo caminho.
Muito interessante acompanhar como homens inteligentes e reputados cientistas desenvolveram teorias que hoje em dia seriam ridicularizadas pelo simples facto de hoje termos acesso a muito mais conhecimento sobre o assunto. Mas apenas temos acesso a esse conhecimento porque esses homens se interessaram, estudaram e experimentaram. Acho apenas que a autora divaga muito à volta dos séc. XVII e XVIII para terminar com apenas um capítulo dedicado ao séc. XX, onde haveria muito mais a relatar.