O 2.º volume das Obras Completas de Agatha Christie reúne outros dois romances não menos célebres: Murder on the Links (Poirot, o Golfe e o Crime) e The Man in the Brown Suit (O Homem de Fato Castanho). Poirot, o Golfe e o Crime, de 1923, viria confirmar a enorme popularidade que a figura do detective Hercule Poirot ganhou tão pouco tempo decorrido sobre a sua magistral criação.
Dame Agatha Mary Clarissa Christie, Lady Mallowan, DBE (née Miller) was an English writer known for her 66 detective novels and 14 short story collections, particularly those revolving around fictional detectives Hercule Poirot and Miss Marple. She also wrote the world's longest-running play, the murder mystery The Mousetrap, which has been performed in the West End of London since 1952. A writer during the "Golden Age of Detective Fiction", Christie has been called the "Queen of Crime". She also wrote six novels under the pseudonym Mary Westmacott. In 1971, she was made a Dame (DBE) by Queen Elizabeth II for her contributions to literature. Guinness World Records lists Christie as the best-selling fiction writer of all time, her novels having sold more than two billion copies.
This best-selling author of all time wrote 66 crime novels and story collections, fourteen plays, and six novels under a pseudonym in romance. Her books sold more than a billion copies in the English language and a billion in translation. According to Index Translationum, people translated her works into 103 languages at least, the most for an individual author. Of the most enduring figures in crime literature, she created Hercule Poirot and Miss Jane Marple. She atuhored The Mousetrap, the longest-running play in the history of modern theater.
"Murder on the Links" is one of Agatha Christie's earliest novels, and the second to feature Hercule Poirot and Hastings. I'm now trying to follow the chronology as closely as possible, and it's clear that the tone here is lighter than in "And Then There Were None." For example, there are some farcical elements to this investigation which, while not detracting from the seriousness of the plot, do make it a little less believable. When I mention this, I'm thinking particularly of Hastings's astonishing, not to say unbelievable, behavior throughout the story. He remains true to form, of course, in his often hasty conclusions, but expect to be surprised nonetheless. For the rest, I thoroughly enjoyed Hercule Poirot's deductions. In this installment, he finds himself competing with a French investigator employing innovative methods, creating a rather delightful clash between the ancients and the moderns, the outcome of which you can surely guess. A fine vintage and a thoroughly enjoyable, entertaining read.
The Man in the Brown Suit
I think I can say without hesitation that I prefer Hercule Poirot and the very particular atmosphere that accompanies his investigations; there's something mythical and timeless about them that I never tire of. I'm less enthusiastic about Agatha Christie's other works at the moment. For today's reader, orphaned of Poirot, it requires readjusting to the conventions of another era and a different atmosphere. To begin with, it's difficult to find Anne, the heroine of this adventure and espionage novel, believable; I think that, even at the time, such carefree abandon and exuberance must have been more than a little out of line. I'll skip the far-fetched, delightfully kitschy situations; almost all the plot twists are quite implausible. I think you have to be rather sentimental or appreciate irony to enjoy this story fully. That said, I found the plot and the various mysteries very well done: the hunt for the "colonel" and his identification, the red herrings. Here, the author remains true to form and enjoys leading us on a merry chase (literally and figuratively). The whole thing gave me some good moments of reflection and, above all, helped me appreciate this story. I'll gladly revisit Poirot; until then, I'm making an appointment with Superintendent Battle—fingers crossed.
Se um chimpanzé(eu) consegue ler isto em menos de 5 dias, não há desculpa.Estou muito satisfeita por finalmente ter nas minhas patas exemplares da Agatha Christie e vergonha de admitir que é a minha primeira vez a lê-la.Não há grande coisa para apontar para além da leitura fácil e do quão rápido se absorve na história. Tenho 50 livros agora destes pra ler 😭💀
Como sempre, Agatha Christie não desaponta. Apesar de serem das primeiras obras dela, o Poirot continua a ser o clássico Poirot e as histórias continuam a ser completamente intrigantes. Confesso que Poirot, o golfe e o crime esteja um bocado àquem de muitas das obras dela, como por exemplo O assassinato de Roger Ackroyd , ainda assim é bastante agradável de ler. Já O homem de fato castanho acabou por ser apenas uma história Ok. Não obstante, em geral, não me arrependo nada de a ter lido.
Não tinha este livro em casa e por isso fui lendo aos bocados desde a altura da páscoa até agora. Como na altura em que terminei a primeira parte do livro a única coisa que tinha escrito era que a história tinha um bom ritmo e estava escrita de forma a que não quiséssemos parar de ler vou focar o resto da review na segunda obra do livro. E, por acaso, ao ler esta segunda obra, achei o ritmo mais lento e não tinha vontade de pegar no livro, apesar de isso se dever talvez ao facto de ter lido mais às prestações. Também não adorei a personagem principal nem o ponto vista do Eustace Pedler e isso não ajudou a deixar-me agarrada ao que estava a acontecer. Gostei das pequenas reviravoltas que foram acontecendo ao longo do livro, mas a revelação no final apesar de ser inesperada eu não fiquei assim tão espantada apesar de nunca ter suspeitado que fosse esse o coronel. Num geral é um 4⭐️ apesar de ter gostado muito mais de acompanhar a história de Poirot do que a de Anne Beddingfeld.
MARAVILHOSO, como sempre! Este livro contém duas obras da Agatha Christie. ~ Primeiro, em "Poirot, o golfe e o crime", temos um crime que se desenvolve em tantas reviravoltas e novos mistérios que até fiquei confusa algumas vezes, com tantos personagens e descobertas. Para além disso, também tem algum romance e a melhor parte do livro: o duo do nosso detetive belga favorito e o seu cavalheiro hopeless romantic roommate, Hastings (adoro-o com todo o meu coração). ~ E depois, em "O homem do fato castanho", temos um mistério desvendado por uma rapariga inteligente e destemida, Anne Beddingfield, onde um dos personagens é um dos queridos amigos do Poirot, o coronel Race, dos serviçoes secretos. No início fiquei um pouco desapontada por não estar lá o Poirot, mas isto acabou por se desvendar uma história bastante interessante (com um romance maravilhoso).
Para me acompanhar nas férias, escolhi trazer comigo mais duas obras da Agatha Christie publicadas em 1923 e 1924.
Uma leitura divertida que incentiva, tal como Poirot, a utilizar as “celulazinhas cinzentas” na busca de respostas para os mistérios de ambas as histórias.
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“Poirot, o golfe e o crime” é uma boa história. Para mim, foi uma leitura compulsiva para descobrir o assassino e resposta aos mistérios que iam surgindo ao longo da narrativa.
O “Homem de fato castanho” ficou aquém das 3 obras que li da Agatha Christie. Tinha os ingredientes certos para uma boa história mas ficou um pouco “exagerada”, confusa e com alguns momentos monótonos.
Mais um passo na minha jornada para ler todos os livros da Agatha Christie! Desta vez com um excelente policial protagonizado por Poirot e um thriller standalone OK.
A história d' O Homem de fato castanho é absolutamente incrível, fiquei colada à leitura. Infelizmente não posso dizer o mesmo na primeira história Poirot, o golfe e o crime, que poderia ter sido um pouco melhor. A própria escrita fez me um pouco confusão porque já não estou habituada a ler Agatha Christie. Contudo, fiquei com vontade de ler mais policiais desta escritora tão afamada.
O que dizer de Agatha Christie? Foi uma das escritoras que me fez apaixonar pela leitura, os seus livros são clássicos. Há muito tempo que não lia nenhuma obra desta autora, mas a vontade de ler os seus policiais incríveis voltou. Este livro é composto por duas histórias, a primeira “Poirot, o golfe e o crime” aborda um homicídio/rapto que o detetive Poirot é convidado a investigar. Esta história tem a ação dividida entre a Grã-Bretanha e a França, envolvendo vários investigadores. Este crime aparenta ser muito simples de resolver contudo sempre que aparece uma nova pista, Poirot está lá para a desacreditar, porque nem tudo o que parece é. A história é moderadamente interessante devido ao seus plot twists. A segunda história, “O homem de fato castanho” deixou-me completamente colada às páginas, primeiro uma das personagens principais é uma jovem super corajosa e empoderada e segundo toda a atmosfera da história é incrível. Um homicídio em Londres, leva a uma caça pelo suspeito num cruzeiro que desembarca na costa Africana. Os protagonistas desta história vão superar vários desafios para achar a mastermind por detrás do crime. Algumas curiosidades, eu não tinha este livro na minha lista de compras mas numa visita a Lisboa comprei-o na estação dos autocarros por apenas 5€ e não podia estar mais feliz com ele. Esta edição está a agrupar as várias obras da autora por ordem cronológica, permitindo observar a evolução de Agatha Christie. Se não conhecem, recomendo pesquisar esta autora.
Agatha Christie é sempre Agatha Christie e não há muito mais a dizer. Resume-se numa palavra: fantástica!
Hercule Poirot faz parte do meu imaginário, pois em adolescente gostava muito de ver as séries em que o detective dos bigodes engraçados resolvia tudo sem a mínina dificuldade, tendo em conta pormenores em que mais ninguém reparava.
A segunda história deste livro é contada na primeira pessoa por uma protagonista feminina - Anne, que foi uma agradável surpresa, tanto pelo seu atrevimento como pelas suas deduções espectaculares.
Murder on the Links (or Poirot, o golfe e o crime): 4,5 out of 5 stars. It was great. The kind of mystery I love from Agatha Christie. We can never actually guess how it is going to end because everything is changing every minute.
The Man in the Brown Suit (or O homem de fato castanho): 3 out of 5 stars. This book was kind of boring. Its setting and story were not appealing to me so I found myself not being mentally invested in it. I was hoping for it to end quick.
Poirot, o Golf e o crime: Poirot mais uma vez prova que as suas célulazinhas cinzentas são implacáveis na descoberta da verdade, descobrindo que o assassino é quem menos se espera
O Homem do fato castanho: a novidade é que este livro é contado na primeira pessoa, sem que nenhum dos nossos detectives habituais intervenha, sendo que o "mau" da fita nos inspira simpatia
"Poirot, o golfe e o crime" apresenta-nos um homicídio em que as pistas parecem não fazer sentido. Poirot é consultado neste caso para trazer alguma luz. Um livro com um ritmo frenético, em que nada é o que parece, um must read e definitivamente 5*.
Já em "O homem do fato castanho" acompanhamos uma rapariga, Ann, que segue um homem de fato castanho. Confesso que não gostei muito desta história, achei-a algo enfadonha, motivo pelo qual a classificação final do livro acabou por ser de 3*.