Da autora do consagrado A morte é um dia que vale a pena viver, mais de 400 mil livros vendidos.
Sem poesia, a vida seria a morte.
Imersa no cotidiano que escolheu, marcado por morte e sofrimento, a médica paliativista Ana Claudia Quintana Arantes fez da poesia a sua estratégia para não sucumbir.
Seus versos percorrem correntezas profundas antes de chegar ao papel que os acolhe. Já confortaram pacientes e embalaram amores. Comoveram céticos e até ilustraram pesquisas.
Neste livro, a poesia se entremeia a uma prosa que, de certa maneira, também é poesia. Em textos curtos nos quais resgata memórias, sonhos e lembranças, Ana Claudia prepara o espírito dos leitores para os versos que virão, numa conversa sobre a vida que transborda em todos os cantos.
Os apreciadores de A morte é um dia que vale a pena viver e dos outros livros da autora encontrarão aqui a origem de sua força – a nascente onde brota a inspiração para exercer seu trabalho com compaixão e humanidade.
Ana Claudia sempre sensível. Gosto muito dela. O livro de poesias em si não é nada sofisticado e, a proposta de convidar o leitor a escrever, achei bobinha.
Mundo interior tem o mesmo jeito delicado e sereno da escrita da Ana Cláudia que conhecemos na não-ficção e embora seja um gênero novo, ainda podemos ver muito do cuidado e do fazer profissional da autora. São poesias bonitas e que vão refletir bastante sobre perda, saudade e impermanência.