Novas histórias da Bossa Nova. Afirma que a Bossa Nova é mais ouvida hoje que em 1961 e mergulha em seu universo tratando de fatos como a vinda de Brigitte Bardot ao Brasil, a trágica história de Orlando Silva, a saga de samba e swing do Beco das Garrafas, as andanças de Tom Jobim pelo mundo e como a Bossa Nova saiu do mar e veio à praia, entre outros.
Rui Castro, na ortografia oficial. Nasceu em 1948. Começou como repórter em 1967, no Correio da Manhã, do Rio, e passou por todos os grandes veículos da imprensa carioca e paulistana. A partir de 1990, concentrou-se nos livros. Publicou, entre muitos outros, as biografias de Carmen Miranda, Garrincha e Nelson Rodrigues, e obras de reconstituição histórica, sobre a Bossa Nova, Ipanema e o Flamengo. É cidadão benemérito do Rio de Janeiro.
Leitura leve. Para quem gosta de música, principalmente Bossa Nova. Mas sem ter muito conhecimento deste ritmo, acabei achando um pouco difícil em deixar fluir em algumas partes por detalhar demais todos os nomes de compositores, e obras, e parcerias etc... mas ao retratar o Rio na década de sessenta nos leva a uma viagem bem bacana.
Para quem leu "Chega de saudade" é mais do mesmo, com histórias requentadas da Bossa Nova e alguns artigos posteriores. Além disso, Ruy Castro destila seu mau humor contra gêneros musicais de que não gosta.