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Por Ladrar Noutra Coisa

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Zaya foi maltratada, abandonada e presa a uma árvore, resgatada e colocada no canto mais recôndito de um canil, onde os pitbulls e outros cães "perigosos" ficam até morrer. Mas o destino levou até aquele lugar um ser bondoso e extremamente belo*, que a adotou. Agora, com novos donos, nova casa, nova vida... tudo mudou! As relações com outros animais, o seu ódio de estimação por gatos, a vida como influencer, o estranho modo de viver dos humanos, tudo é relatado no diário que alimenta. E já que falamos em alimentar: para a Zaya, bacon é vida.

Por Ladrar Noutra Coisa – Diário de uma bitch é um registo sarcástico e bem-humorado do mundo canino e humano, segundo o ponto de vista de uma cadela que, para além de comer e dormir, gosta de escrever coisas inconvenientes.

*O humorista Guilherme Duarte. Os adjetivos usados são da Zaya.

240 pages, Paperback

Published January 1, 2020

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About the author

Guilherme Duarte

12 books31 followers

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1 (<1%)
Displaying 1 - 26 of 26 reviews
Profile Image for Celia {Hiatus until August}.
750 reviews138 followers
November 17, 2020
Porquê comprar este livro?
Divertido, sarcástico (cuidado com os palavrões se forem os miúdos a ler), humano, tenta sensibilizar as pessoas para o abandono e maus tratos dos animais.
Para quem gosta de animais, é garantidamente uma leitura obrigatória e pelo menos não me faz sentir tão maluca quando falo com o meu cão e acho que ele me entende (porque ele entende).
description

E acima de tudo, 0,50€ reverte para a Associação SOS Animal.

Gargalhadas garantidas e o risco de ocorrer umas lágrimazitas no canto do olho.
Profile Image for Ana Paulino.
83 reviews11 followers
November 19, 2020
Para este livro decidi dividir a minha opinião, no meu blog reflito sobre o humor presente no livro, e no meu canal de Youtube sobre a sua pertinência a nível da consciencialização do comportamento da canino, principalmente de grande porte, e da importância da adopção de um animal preso num cani.


https://www.youtube.com/watch?v=Yv0AY...


Guilherme Duarte é um humorista português que começou a sua carreira através do blog “Por Falar Noutra Coisa” em 2013. A partir dele, lançou-se nas plataformas sociais, incluindo um canal de YouTube e Podcast (que já terminou), e iniciou-se na stand-up comedy. Com “Por Ladrar Noutra Coisa” vê o seu 4ª livro editado.



Fiquei muito expectante com este livro pois, não só estou no início do meu projecto de ler humor o #desafiosillyseason#desafiosillyseason, como era o livro de um humorista português que não prometia crónicas ou biografias, e, por fim, e o mais importante talvez, tratava da história de Zaya, a cadela pit bull que, há 4 anos Guilherme Duarte, resgatou de um canil, depois de anos de maus tratos – além de que era prefaciado pelo Nuno Markl e, se tinha o aval do Markl, para mim era o suficiente para avançar sem receio.



Por norma, gosto de complementar as minhas opiniões entre Blog e YouTube e, com este livro senti que isso fazia ainda mais sentido, porque, confesso desde já, foi um livro que me custou muito a ler e, por isso, muito também a pensar sobre como fazer esta opinião. Decidi então direccionar o espaço no blog para as minhas considerações relativamente ao tipo de humor presente no livro e, utilizar o vídeo para focar a importância de um livro deste género na desmistificação de muitos tabus que ainda existem com a adopção de cães, seja a nível de raça, de idade, de comportamento, de espaço, etc…

Este foi um livro doloroso, um livro que não abandonei logo no início por várias razões, uma delas porque queria continuar a entender esta relação do Guilherme com a sua cadela que era enternecedora e que a fazia, pouco a pouco, perder o medo que acumulou durante anos e anos. O livro é-nos apresentado como um diário e começa uns dias antes do Natal, na primeira noite que Zaya passa em casa dos novos donos e termina um ano depois, com uma Zaya que já não tem medo do acto de tirar um cinto das calças.

Ao longo de um ano conta-nos histórias e faz-nos perceber como se vai deixando entregar e confiar, não só naquelas pessoas, mas também nas pessoas em quem aquelas pessoas confiam. E, este processo está muito bem explorado, muito bem descrito e é, não só um exemplo, como julgo que pode ser um guia para quem ainda tem questões com a adopção. Não que eu seja uma expert do comportamento canino com mais certificados na parede que um salão de estética, mas eduquei 4 cães até aos 3 anos, todos resgatados, alguns vítimas de maus tratos e uma delas, já com 8 anos, ainda muito traumatizada. Mas sobre isto, e para não alongar muito, podem ver o vídeo no YouTube.

O que me custou neste livro foi o tipo de linguagem que o humorista escolheu, junto com a personna que atribuiu à cadela. A ideia tinha tudo para resultar, mas o tipo de humor que utiliza entra pelo caminho da piada fácil. Basicamente Guilherme Duarte quer pôr-nos a rir, e fá-lo através do uso abusivo de palavrões, na minha opinião completamente desnecessários – eu estou longe de ser uma puritana em relação ao uso de palavrões, apenas julgo que, muitas vezes, eles são usados como muleta à comicidade e acabam por tornar a linguagem brejeira em vez de interessante e, a mim, não é o tipo de humor que me interessa.

Posso dar exemplos de humoristas como Nuno Markl, Ricardo Araújo Pereira, ou Seinfeld que basicamente não usam palavrões nos seus textos. Por outro lado temos Bruno Nogueira e João Quadros que usam alguns (eu sei que podia começar usar outras referências, mas em equipa vencedora não se mexe!) ou Jimmmy Carr que usa bastante, mas que conseguem fazê-lo sem tornar o discurso brejeiro ou ofensivo (Viram o que fiz aqui? levei-vos ao engano, para depois, pimba! afinal eu trago coisas novas!). Mesmo que olhemos para Fernando Rocha, que usa e abusa dos palavrões, é um homem do Norte, é a sua linguagem, a forma como o faz, não fere da mesma forma como eu sinto que me feriu este livro, talvez mais por, supostamente ter sido escrito por um cadela. Expressões como “o caralhinho” e “mete isso no cu” são demasiado frequentes, já para não falar das típicas: “merda” e foda-se”.

A Zaya é uma cadela que sofreu muito e que, num golpe de sorte, foi retirada de um canil. E digo num golpe de sorte porque ir ao canil escolher um animal, para o escolhido, é mesmo assim: um golpe de sorte. É por isso que muitas vezes se ouve dizer: “Foi ele/a que me escolheu a mim”, porque às vezes basta um olhar, um abanar de cauda, às vezes basta estar enrolado de medo num canto da jaula, as hipóteses são tão mais mínimas quanto os factores sejam mais variados. E, enquanto cadela que sofreu ela agradece tudo o que lhe é dado nesta segunda vida que este casal lhe proporciona. Mas, como cadela que nunca teve afecto e casa, por isso é normal que comportamentos como, xixi e cocó dentro de casa, ladrar ao nada e destruição de sofás, demorem a ser controlados, imagino que alguns possam nem desaparecer por completo. Tal como o ladrar ao nada, o ladrar na rua a outros animais significa que ela é uma cadela extremamente reactiva, comportamento que resulta, não só dos traumas a que foi sujeita, como também do facto de não ter sido socializada, todo o contacto que tinha com outros cães era no âmbito das lutas de cães e nem como lutadora, mas sim como isco para preparar os verdadeiros lutadores, é por isso que Zaya tem os dentes limados ao máximo, para que não consiga morder. Já com humanos, o contacto que tinha era com base no medo, na ameaça e nos maus tratos, até ter sido abandonada, atada a uma árvore, quando deixou de servir o seu propósito.

É óbvio que o Guilherme Duarte, como humorista que é, vai querer aligeirar esta história e tornar a Zaya mais leve, esperançosa e com um novo olhar sobre a vida. Talvez para isso, tenha usado o trocadilho bitch, na língua inglesa cadela (animal) e cabra (mulher sem escrúpulos). atribuindo-lhe uma personalidade cool que consegue, no meio de alguma sensatez e ironizando comportamentos humanos, tornar-se insuportável.

Rui Zink, no prefácio do mais recente livro de João Quadros, o humorista que muitos consideram como a grande besta do humor, aliás, do Twitter, diz algo muito importante e que nunca me vai sair da cabeça: “a única ética do humor (…) consiste em apontar a mira sempre para cima ou em frente, nunca para quem está em baixo. (…)” E o que a Zaya faz aqui, na grande maioria das vezes é apontar a arma para baixo. É elevar-se perante os outros animais,não só os gatos, o que pode ser normal, mas também outros cães, fazendo até listas de raças de cães indicando os seus defeitos e apelidando-os de “burros”, “gordos” e “estúpidos”, que aliás são termos que ela gosta muito de atirar ao desbarato, porque nem os humanos escapam a esta mira.

Outra questão que me incomodou, na persecução do humor brincando com o conceito de Alfa, é que de cada vez que se refere ao seu dono, através dos pronomes “ele” e “lhe”, fá-lo sempre com maiúscula no início, “Ele” e “Lhe”, enquanto a dona não é digna de tratamento especial, ômega, ômega, ômega. O que não deixa de ser estranho quando ela própria discorre sobre o facto de quando se fala sobre a espécie canina se falar no cão e nunca na cadela, usa-se sempre o masculino.

Ora, enquanto todas estas formas de insulto sejam recorrente no humor, na minha opinião, e não o posso ressalvar vezes suficientes, nesre caso elas não passam de muletas para conseguir um riso fácil e imediato. Mas não me quero estar aqui a teorizar sobre a diferença entre comédia e humor e de como os bobos foram dispensados porque a corte começou a apreciar um humor mais refinado, ao invés da comédia fácil e previsível – discutiremos sobre isso mais tarde e de forma mais aprofundada, primeiro porque não sei o suficiente e depois porque não o meu intuito é não analisar o tipo de humor de Guilherme Duarte, mas sim o que encontro neste livro.

Quis apenas introduzir aqui o tema para deixar no ar que, tal como nos géneros literários, o humor tem várias formas e há público para todas essas formas. Eu adoro humor negro, por exemplo, quanto mais negro melhor, no entanto, há quem não o suporte. Da mesma forma que eu não aprecio de thrillers e uma grande parte dos leitores adora.

Eu podia falar-vos de muito mais, mas iria entrar em campos que não quero explorar aqui. vou apenas deixar-vos exemplos do tipo linguagem que a Zaya usa que, podem dizer que é tirada fora de contexto, mas a verdade é que o contexto é todo o livro:

“O Cajó também mija nos cantos dos prédios, mas só porque é um porco de merda, não é para marcar território, O Cajó é um burro, é o que é. (…)”

“O meu dono hoje tentou meter-me aquela merda no focinho outra vez” (um açaime)

“O Quentin tem uma mania do caralhino”

“Eu não sou nenhuma rafeira”

“Uma mola no cu?”

“Tomem mamas no focinho”

“Foda-se, que merda de profissão!”

“No Carnaval vou mascarar-me de Dartacão, mas vou ser a Zaya, a Dartacona.”

“Sempre que me abano largo dois quilos de areia e tenho o cu que parece um panado.”



No entanto, não posso dizer que todo o humor é mau, as frases motivacionais estão muito bem conseguidas e foram, sem dúvida, a minha parte favorita. A Zaya pega num cliché da internet e transforma-o, através do sarcasmo, em punch-lines motivacionais do mundo canino.

Outro lado que a Zaya tem é uma sensibilidade aguçada e sarcástica para observar e comentar uma série de comportamentos humanos que considera idiotas, com os quais eu concordo na sua grande maioria e que, quando disccorre sobre eles enquanto pensamento, sem recorrer a artifícios pré-estabelecidos da comédia, se tornam grandes momentos de humor, como por exemplo quando cria a sua página de instagram e tira umas foto num dia de praia:

“Valeu pelas fotografias que tirei para o Instagram. Tirei mais de cem e agora vou metendo uma por dia , para parecer que estou sempre de férias na praia. È assim que as influencers fazem: fingem que estão lindas na praia todos os dias, de pele lisinha, mas na verdade estão num T1 na Amadora. (…) Sinto que é injusto para as influencers humanas o facto de eu estar a competir com elas no Instagram. É que elas só têm likes porque mostram as mamas quase todas, e eu tenho 8 mamas que posso mostrar sem nada a tapar. Os mamilos das cadelas não são censurados.”

Há mais exemplos deste géneros e abordo mais alguns no vídeo abaixo

Em resumo, quase nunca me diverti ao ler este livro, antes me saturei imenso e, de cada vez que lhe pegava tive vontade de desistir dele. No entanto, mais uma vez, o que me fez levá-lo até ao fim foi o quanto fiquei comovida com a história de Zaya e como Guilherme Duarte lhe possibilitou outra vida de forma tão consciente e complacente, sempre com toda a ternura e rigidez que se deve ter quando se lida, não só com um cão com um porte destes, (potencialmente qualquer coisa ou não), mas com um passado abusivo como o dela que além das mazelas físicas, como os dentes limados, traz consigo imensas mazelas emocionais. Vê-los ultrapassar isso juntos, para mim que tenho animais, que já tive e ainda tenho de passar por situações que ele descreve, foi um momento de identificação muito importante.

No entanto, o facto de não estar à espera que uma cadela nestas condições se transformasse, repentinamente, numa cadela xenófoba, irritante, endeusada, auto-centrada, e sem pingo de humildade, a não ser quando se via em apuros, fez-me afastar do texto.

Como já disse, a personna que o humorista utilizou para personificar a sua cadela recorre a todos os truques de comédia fácil que, uma grande parte dos melhores humoristas já largou, nunca usou ou acabou por reciclar. Imaginem aquele rapaz que quer ser O palhaço do século XXI, mas entra em palco a tropeçar nos sapatos 10 números acima dos dele para cair com a cabeça dentro de um balde e que, quando se levanta não consegue tirar. Para mim, foi mais ou menos esta a visão que tive durante o livro.

E, ressalvo mais uma vez de que falo do livro e não do trabalho do Guilherme enquanto humorista. Dessa parte falarei num outro projecto que estou a preparar sobre o humorismo em Portugal a partir do livro “Com o Humor Não se Brinca” de Nelson Nunes, que tem também versão podcast com Fernando Alvim a acompanhar o autor.

Doei o meu livro à SOS Animal para que podessem leiloá-lo e recebessem por ele, um pouco mais do que os meus 0,50€.
Profile Image for Anabela Santos.
71 reviews3 followers
August 3, 2024
Adorei. Livro ideal para quem tem cães e para quem não tem. Concordo com tudo. Adotem não comprem. Há tantos animais a precisar de amor.
Profile Image for Ana Dâmaso.
Author 12 books83 followers
January 19, 2022
Não é bem o meu estilo de leitura. Rapidamente me cansei
Profile Image for Susana Resende.
144 reviews11 followers
January 24, 2021
Para quem gosta de animais é uma leitura obrigatória.
É um livro divertido.
Profile Image for Vanessa Farropas.
1 review4 followers
March 26, 2021
Muito bom.
Muito bem escrito, super divertido, leitura leve e agradável.
Profile Image for Teresa Monteiro.
98 reviews
February 27, 2021
Duas estrelas porque apoia uma associação animal.
Desisti a meio.
Escrita simples (tudo bem e até se encaixa no tema de ser uma cadela a escrever), mas em cada 10 palavras uma é um palavrão para efeito de comédia que não atinge o objetivo.
O autor tentou meter algumas frases para nos fazer pensar, mas as críticas desnecessárias e só porque sim são tantas que me fizeram querer desistir do livro.
Coisas que fiquei a saber ao ler o livro que podia passar bem sem saber: a namorada dele gosta de levar palmadas durante o sexo. Porque é que o autor usa esta informação para comédia? Não sei, como também não sei porque é que uma cadela chamaria tantas mulheres de desesperadas por se disfarçarem no carnaval (e outras coisas).


O autor também tem um complexo de Deus (a cadela refere-se a ele com ela maiúscula, achei estranho) e fez questão de referir que a namorada ficava contente depois de levar as palmadas e que primeiro dizia "não, não" e depois "sim, sim" - basicamente deu uma medalha de bom trabalho a si mesmo.

Li as notas do autor e achei bem que ele tenha referido também as partes más de adotar um cão e de apelar á adoção com consciência.

Dar 50 cêntimos a uma associação por cada livro é uma boa iniciativa, sempre ajuda um bocadinho.
Profile Image for Inês Catarina.
23 reviews
February 22, 2021
O livro é engraçado e toca em aspetos importantes. No entanto, a meio do livro, comecei a ficar um pouco cansada, tendo em conta que começa a ser repetitivo, sempre as mesmas piadas de caniches, de ser gorda, de comer biscoitos, da rua, etc. E a partir do momento em que é repetitivo, deixa de ter piada e passa só a ser banal. A primeira metade do livro é fenomenal. O resto deixa a desejar.
This entire review has been hidden because of spoilers.
Profile Image for Sonia Teles.
121 reviews18 followers
December 25, 2020
"Por Ladrar Noutra Coisa" é o diário da cadela Zaya escrita em parceria com o seu dono, o humorista Guilherme Duarte. Não deixa de ser um relato divertido do dia-a-dia visto pelos olhos da sorridente Zaya mas também nos faz pensar em como há humanos que não merecem o amor incondicional que os cães lhe devotam. Revisitamos aquilo que Zaya viveu na sua vida passada, antes de entrar na vida de Guilherme Duarte e da namorada, e acompanhamos a felicidade que ela conheceu quando saiu do canil.

Este livro pretende, em primeiro lugar, divertir mas também emociona e faz pensar. A Zaya mostra-nos como os humanos podem ser complicados e como a vida ser muito mais fácil se não nos levássemos tão a sério.

Já sigo o Guilherme Duarte há muito tempo. Preparem-se para o seu sarcasmo e a sua ironia apurada. E também algumas asneiras .

Aconselho vivamente este diário, especialmente se quisermos passar umas horas repletas de gargalhadas. Bem que precisamos.
Profile Image for João Faria.
12 reviews1 follower
January 5, 2021
Um livro bastante interessante para quem gosta de animais, em particular de cães. Tem imensos momentos engraçados de peripécias do quotidiano da Zaya. Recomendo vivamente para quem procura uma leitura leve, divertida e despreocupada. No entanto, é um livro que não deixa de chamar a atenção para problemas grave como é o caso do abandono e os maus-tratos a animais de companhia.

Ah e 0,50€ revertem para a SOS animal o que é sempre um óptimo acrescento 😃
Profile Image for Mariana Campos Flor.
2 reviews
January 5, 2021
Leitura divertida e fácil. É um bom livro para preencher pequenos momentos pelo seu formato de diário. Tem momentos de riso fácil, brejeirice (boa), introspecção e alguma acidez. Para pessoas mais sensíveis talvez tenha momentos de humor negro e linguagem demasiado agressiva. Mas nada que um seguidor de Guilherme Duarte não esteja habituado.
Gostei e recomendo! :)
Profile Image for Liliana.
11 reviews
December 31, 2020
Amei! 😍😍 Recomendo vivamente! Além de ser super engraçado e cómico, dá muitas lições e algumas críticas à nossa sociedade no que toca à forma como tratamos os animais, mas também à forma como os humanos se tratam entre si. Leiam!
Profile Image for Cláudia Cunha.
1 review
January 3, 2021
O diário de uma cadela muito fofa que pensa que é uma bitch (no sentido ofensivo). Livro bastante leve para ler antes de dormir, no entanto, apanha-nos numa nova perspectiva sobre a vida humana, e sobre a ligação humana e animal que nos faz pensar. Terminando por vezes com uma boa gargalhada.
This entire review has been hidden because of spoilers.
Profile Image for Ana Filipa.
30 reviews11 followers
March 6, 2021
Um livro super divertido, com muito humor e com mensagens bastante importantes!
Só sei que quero um diário 2.0, porque esta bitch tem que partilhar mais da sua vida :D
Já disse que quero mais? Quero pois!!!

Profile Image for Catarina Almeida.
47 reviews1 follower
January 16, 2021
Brilhante! A Zaya fez-me rir, sorrir, também chorar... mas acima de tudo fez-me amar ainda mais os cães. Não há ser mais puro ❤
Profile Image for Raquel Porfírio.
3 reviews2 followers
March 1, 2021
Todo um misto de emoções durante a leitura. Valeu umas valentes gargalhadas.
Adorei!!
Profile Image for Catarina M.
233 reviews17 followers
March 1, 2021
Uma perspectiva engraçada da humanidade e realidade dos animais de estimação (nomeadamente abandono animal) "ladrado" por uma autêntica bitch.
Uma leitura leve.
Profile Image for Sofia.
98 reviews1 follower
November 7, 2023
É um livro engraçado q.b., não é para crianças que está cheia de "asneiras". Ao fim de algum tempo, torna-se repetitivo.
Profile Image for Patrícia Bernardo.
285 reviews
June 8, 2023
Não é decididamente o meu género, mas não deixa de estar engraçado, quem tem cães revê-se no livro.

A Zaya é real, foi abandonada presa a uma árvore e adotada num canil, de uma sala onde ninguém vai porque só lá estão cães potencialmente perigosos.
O livro tem a foto do antes e depois do canil e as diferenças são muito grandes.
Displaying 1 - 26 of 26 reviews

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