Die Suche nach weiteren Fragmenten der Himmelskarte führt Gran und seine Freunde auf den vom Krieg gegen das Erste Imperium geplagten Archipel Auguste. Hier treffen sie nicht nur auf Rackams alten Lehrmeister Eugen, sondern auch auf ihre alten Feinde Hauptmann Pommern und General Furias. Und die wecken und verärgern auch noch Leviathan, die Astralbestie des Archipels, mit der Kraft der Dämonenkristalle.
On en apprend pas beaucoup plus sur les réelles motivations de l'Empire et du chevalier noir. Les révélations se font au compte goutte. J'aurais aimé en savoir + sur Orchis et ce dernier. J'espère qu'au prochain tome on aura enfin des réponses.
Relecture du 12/03/20 : malgré qu'effectivement on a quelques révélations sur le Chevalier Noir et Orthis c'est vrai que j'aurais aimé connaître leur histoire j'espère dans les prochains tomes la lumière sera faite sur ces 2 persos.
Esse é um quinto volume bem estranho. Sabe quando você não sabe se elogia ou se fala mal? Leia-se elogio no sentido de que o volume não foi tão ruim quanto os anteriores. Mesmo assim, o bastão é tão baixo que qualquer coisa que aparece a gente já considera um desenvolvimento. Todo o quinto volume se concentra em dois momentos: o encontro com Leviathan e o Cavaleiro Negro em Auguste e a chegada do grupo no arquipélago Lumacie. A arte melhorou dois dedos o que novamente não significa muita coisa, mas algo na maneira como o artista desenha os combates novamente me incomodou. Mesmo assim alguns designs me chamaram a atenção como a de Yggdrasil e todo o ambiente em Lumacie. A impressão que fiquei após terminar de ler ambos os volumes é a do copo meio cheio e meio vazio. Não me acrescentou nada, não me divertiu nada mas também não me incomodou.
Neste volume começamos com Eugen revelando a sua dívida com Leviathan e em como a besta do cristal estelar serviu como um deus protetor das ilhas. Esse é até um tema recorrente nesses volumes. Para o Império, as feras representam armas a serem exploradas para os seus propósitos escuros, mas para os cidadãos das diversas ilhas espalhadas pelo mundo eles são deuses protetores. Vamos nos recordar de Tiamat que abençoava com ventos tranquilos o lar de Rackam, Leviathan que serve às ilhas Auguste, Colossus que age como um guardião poderoso em Valtz e Yggdrasil em seu sono em Lumacie abençoando o arquipélago com uma linda flora e fauna. Eugen parece ser mais do que aparenta e nos revela o nome do Cavaleiro Negro. Os pequenos diálogos que eles trocam parecem revelar mais do que simplesmente se conhecerem. Ficamos na dúvida sobre quem é de verdade o intrépido capitão. Achei que viria mais desta situação do Leviathan e da história com Eugen, mas toda a situação é resolvida tão rapidamente que foi um momento bem anticlimático.
Este volume decide contar mais sobre a história secreta que envolve a série. Só que as informações são meio jogadas e mal explicadas e o efeito que causa é mais o de confusão do que intriga. O grupo é atraído pelo Cavaleiro Negro a ir para o arquipélago Lumacie, mas tudo o que conseguimos é uma gargalhada do personagem. As ações não fazem sentido e o inimigo só vai descobrir a conexão entre Lyria e Gran mais adiante. Ou seja, ele poderia ter dizimado todos antes, mas não fez sabe-se lá por qual motivo. E o fato de estar esperando Lyria ficar mais forte não teria impedido de sequestrar a moça e matar todos. É ilógico. Um argumento fraco de roteiro. Enfim, todos chegam ao arquipélago e encontram Orchis sozinha embaixo de uma árvore. Novamente o enredo tosco:
- por que raios o Cavaleiro Negro deixou um "instrumento" tão importante sozinho em um navio? - por que os personagens não levaram a Orchis para fora da ilha e depois conversaram com ela?
Tem furo demais no enredo. Daria para responder essas perguntas de uma maneira simples, bastando pensar cinco minutos a respeito. Mas, a solução dada é preguiçosa, meio happy-go. Sei que estou bastante rabugento com o mangá, mas ele não faz nada para me ajudar a gostar dele. Caçando Dragões, do Taku Kuwabara, foi um mangá que comecei odiando com todas as forças e lá pelo volume 9 já tinha sido conquistado com boas histórias. Não é dos meus favoritos, mas certamente me diverte na medida do possível. Granblue só me faz querer bater a cabeça na parede.
A arte melhorou um pouco, mas tem um detalhezinho. Os cenários estão melhores e até chegaram a me surpreender na metade desse quinto volume, mas o autor passou a usar novamente ambientes enevoados. Isso fornece um abrigo para amenizar alguma arte menos estilizada. Distorções escondem problemas de design ou fundos chapados. Mas, gostei de como cocho desenhou florestas. Ele colocou vários detalhes de árvores, alguns monstros espalhados e uma topografia irregular. Fez os personagens entrarem em um ambiente mais estranho e diferente dos anteriores. O visual da Rosetta e de Yggdrasil ficaram bem semelhantes ao do game e funcionais na arte. Só que algo me incomodou no momento do combate e fui conferir em edições anteriores. Não há variedade na ilustração dos poderes dos personagens. Todos eles parecem ser só explosões de luz (todas iguais) com o nome da habilidade embaixo (geralmente algum nome pomposo). Entendo que isso é baseado nas habilidades do game, mas por que não criar ilustrações diferentes para os golpes. Foi algo que aludi em resenhas anteriores: o golpe parece que causa dano brotando no peito do adversário. A gente não tem a sensação de que algo realmente aconteceu. Isso age em detrimento da imersão na história.
Our lovely day at the beach full of half naked fanservice is being interrupted by a giant sea monster attacking the island. In other words, the original plot wants y'all back on track. See the quest marker on the map. Go there and fight the big scary boss monster (and his minions). Then gain either a new ally or a new enemy...or both.
That's the basis of this series. It can get repetitive, but the art is beautiful and the characters are very likable. At this point, I'm just excited to see the cool kaiju monsters.