Dez anos passados sobre a publicação original, em Fevereiro de 1996, a novela "O Homem que Julgou Morrer de Amor" surge agora numa reedição totalmente revista. Factos e filósofos da Antiguidade Clássica misturam-se com personagens e acontecimentos ficcionais, dando corpo a uma história de amor intemporal, com toada de tragédia grega.
A trabalhar na imprensa desde 1989, recebeu em 1994 o prémio de jornalismo da Lufthansa e, em 1996, a menção honrosa dos Prémios Gazeta de Jornalismo do Clube de Jornalismo/ Press Club.
Estreou-se nas letras em 1996 com o livro "O homem que julgou morrer de amor/O casal virtual", tendo sido convidado, nesse mesmo ano, a participar na colectânea "A cidade sonhada", a par de alguns dos mais reputados escritores, poetas e artistas do Porto. O livro de contos "O Silêncio de um homem só" (2004) valeu-lhe o Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco.
Tem participado em várias publicações e antologias, entre as quais se destacam: “Porto.Ficção” (edição Asa), “Putas – Antologia do Novo Conto Português e Brasileiro” (edição Quasi), “Porto, Fragment de Vie” (da editora francesa L’Escampette), “Doze Contos com Livros Dentro” (edição Campo das Letras), “Suplemento Literário de Minas Gerais” e “Bestiário” (ambos do Brasil), “Magazine Artes” e “Imagem Passa Palavra” (edição Cooperativa Gesto). Escreveu ainda os textos dos livros “Vitória: Verso e Reverso” (edição Afrontamento) e “Mário Marques, Para Além do Instante” (edição do Centro Português de Fotografia).
Desde Julho de 2001, o seu nome consta do Dicionário de Personalidades Portuenses do Século XX, da Porto Editora, sendo o mais jovem dos nomes biografados.
Em 2012 foi lançado o romance "Somos Todos Um Bocado Ciganos".
Em fevereiro de 2014, o seu livro "Uma mentira mil vezes repetida" (romance de 2011) conquistou o Prémio Literário Casino da Póvoa/Correntes d'Escritas.
Embora o situar do enredo na Grécia Antiga e o recurso a personagens históricas não seja muito explorado para dar alguma tonalidade ou aprofundamento especiais à história – quedando a sensação de que não faria diferença de maior contá-la nos dias de hoje –, essas opções não deixam de sugerir leituras e suposições imaginativas sobre a universalidade e intemporalidade das mais básicas intrigas e emoções humanas. O contexto político e filosófico grego oferece, assim, um quadro encantatório e cativante para o mais simples drama romântico.