Manuel Jorge Marmelo


Born
Porto, Portugal

A trabalhar na imprensa desde 1989, recebeu em 1994 o prémio de jornalismo da Lufthansa e, em 1996, a menção honrosa dos Prémios Gazeta de Jornalismo do Clube de Jornalismo/ Press Club.

Estreou-se nas letras em 1996 com o livro "O homem que julgou morrer de amor/O casal virtual", tendo sido convidado, nesse mesmo ano, a participar na colectânea "A cidade sonhada", a par de alguns dos mais reputados escritores, poetas e artistas do Porto. O livro de contos "O Silêncio de um homem só" (2004) valeu-lhe o Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco.

Tem participado em várias publicações e antologias, entre as quais se destacam: “Porto.Ficção” (edição Asa), “Putas – Antologia do Novo Conto Português e Brasileiro” (edição Quasi), “Porto, Fragment
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Average rating: 3.21 · 424 ratings · 71 reviews · 34 distinct works
Uma mentira mil vezes repetida

3.48 avg rating — 67 ratings — published 2011 — 3 editions
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O Amor é Para os Parvos

3.42 avg rating — 48 ratings — published 2011 — 2 editions
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O Tempo Morto é um Bom Lugar

3.24 avg rating — 41 ratings — published 2014
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Aonde o vento me levar

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Macaco Infinito

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Portugués, Guapo y Matador

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“Que importa a gramática de raiz latina quando duas bocas estão demasiado próximas para que qualquer vocábulo possa ser dito?”
Manuel Jorge Marmelo, O Amor é Para os Parvos
tags: beijo

“A literatura, seja como for, também é uma espécie de aproximação, a busca de uma verdade que não se alcança.”
Manuel Jorge Marmelo

“«Albrecht discorre sobre este jogo popular [petanca]. [...] Devíamos ser capazes, todos de aprender algo com este desporto antigo dos povo do Mediterrâneo" diz a dado passo. "Estar disposto a tudo para triunfar, afastando com violência, se for caso disso, quem se nos interponha no caminho, mas não tocar nunca na bola que cobiçamos, não macular com o toque das mãos o objectivo, rodeando-o apenas em aproximações sucessivas como um cavaleiro medieval cortejando a inacessível dama, ou como um beija-flor colhendo o néctar das plantas sem nelas poisar."»”
Manuel Jorge Marmelo



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