Este libro es un acercamiento, novedoso y revelador, a la historia de la homosexualidad a través de los personajes más relevantes de la vida pública de todos los tiempos. Emperadores, reyes, políticos, miembros de la Iglesia o de las universidades practicaron una sexualidad libre pero presa de la simulación y de las contradicciones. De Zeus a los duques de Windsor, pasando por Julio César o Ricardo Corazón de León entre otros muchos, Reyes que amaron como reinas se presenta al lector como una deslumbrante galería de hombres que fueron presa de los dos principales motores de la humanidad: la sexualidad y el ansia de poder. Fernando Bruquetas de Castro (Río de Oro, Sáhara, 1953) es catedrático de Historia Moderna e imparte docencia en la Universidad de Las Palmas de Gran Canaria. Ha sido profesor visitante enla Universidad Rusa dela Amistad de los Pueblos de Moscú; dela Universidad Estatal Mechnikov de Odessa, Ucrania, y dela Universidad de Coimbra, Portugal, donde ha impartido cursos de doctorado y seminarios y dirigido tesis doctorales concernientes a su especialidad académica.
Não é um livro que me tivesse entusiasmado muito, principalmente porque tenho sempre muitas expectativas sobre qualquer livro relacionado com a História. Tem uma introdução interessante este livro de Fernando Bruquetas de Castro, mas há demasiados vultos analisados, alguns deles de duvidoso interesse histórico e torna-se algo repetitivo na análise de certas épocas, como por exemplo do tempo da Inquisição. Preferiria uma análise mais restrita em nomes, mas mais aprofundada nos nomes mais importantes, alguns dos quais conheço mal Dou como exemplo o caso de Pedro, o Grande, czar russo e sobre o qual há um livro que deve ser interessante mas apenas editado no Brasil, e um outro de José Milhazes, jornalista televisivo sobre a influência de um português na corte desse czar. De qualquer forma, não dei por perdido o meu tempo nesta leitura.
El nombre del título, para mi gusto, podría mejorarse. Sin embargo, ¿a quién no le va a gustar una buena recopilación de homosexules famosos en la historia? Yo digo sí. El doctor en Historia Moderna cuenta de manera divulgativa y divertida muchas historias que se han obviado y escondido en la historia (sobre todo de España) sobre reyes homosexuales o bisexuales, si bien no suele referirse a la bisexualidad (ay... ¡existimos!).Ojalá hubiera algún estudio similar sobre mujeres.
Infelizmente, devo começar por dizer que não achei este livro nada de especial. De facto, está escrito de forma prolixa e, por vezes, pouco inteligível, ainda que esteja dividido em capítulos relativamente breves que abordam cada personagem histórica individualmente.
Também o próprio título do livro é discutível, visto que em Português o termo "rainha" não tem a mesma polissemia que em espanhol (a língua original do livro). Além disso, não são abordados aqui apenas reis, mas também familiares de reis ou simplesmente membros da aristocracia, além de personagens míticas que não tiveram existência na realidade (como é o caso de Gilgamés e Aquiles). E, como se não bastasse, apesar de não ser essa a intenção do autor, incorre-se no preconceito de que um homossexual não é um homem.
Julgo que o interesse deste livro incide mais na abordagem das circunstâncias históricas em que estas personagens viveram do que na enumeração das suas possíveis relações homossexuais e/ou libertinas. De facto, julgo que este é um livro que tem algumas curiosidades históricas, nomeadamente na Introdução, sendo que teria sido mais interessante, no meu ponto de vista, o desenvolvimento da mesma num ensaio.
Em todo o caso, não deixa de ser surpreendente encontrarmos algumas das personagens aqui abordadas, uma vez que não foi devido à sua homossexualidade que ficaram para a História. É o caso de Júlio César, o Infante D. Henrique, D.Pedro I (sim, o mesmo da Inês de Castro), Pedro, o Grande, Afonso de Albuquerque, Ricardo, Coração de Leão, entre outros. Apesar de alguns historiadores começarem a mostrar essa faceta até agora ignorada, não podemos deixar de pensar que isso talvez só aconteça por haver uma certa "necessidade" de se falar nestes assuntos.
De História este livro tem muito pouco. Na verdade, tem tantos problemas que é difícil saber por onde começar.
A mim quer me parecer que Fernando Bruquetas de Castro queria tanto avançar a sua tese que se entusiasmou. Assim se explica que apresente como facto histórico garantido aquilo que são, na maioria dos casos que explora, teorias. As circunstâncias históricas contemporâneas e subsequentes de muitas destas personalidades favoreciam que detalhes sobre a sua sexualidade fossem varridos para debaixo do tapete, e disso resulta que muito do que se afirme neste livro seja meramente suposição. O problema é que o autor não explicita isso, e só investigação adicional permite revelá-lo. Algumas das alegações roçam o rebuscado, como as ligações homossexuais que alega entre Gilgamés e Enquidu (personagens do Épico de Gilgamés), bem como as que faz relativamente a Pedro, o Grande e a David e Jónatas na Bíblia.
Em alguns casos chega mesmo a afirmar aquilo que só pode ser descrito como incorreção histórica, como quando afirma que Inês de Castro foi coroada depois de morta (evento que é consensualmente considerado como lendário) ou quando afirma que a paixão entre Luís II da Baviera e Wagner era mútua (uma afirmação que é teoricamente infalseável mas que, considerando o carácter mulherengo de Wagner e o seu louco amor por Cosima, é sem dúvida audaz).
Além dos problemas com o rigor histórico, que de tão crassos podem ser apanhados por um leigo como eu, o texto está por vezes escrito de forma confusa, a sucessão dos casos não segue qualquer critério cronológico (de D. Afonso VI retrocede para D. Sebastião I, por exemplo), e o título é péssimo, atirando para o mesmo saco identidade de género e orientação sexual. O maior mérito que reconheço a este livro é que serviu de base para pesquisa adicional, que permitiu descobrir um pouco mais sobre a História da homossexualidade, tão frequentemente apagada dos registos Históricos.
No es ningún misterio lo que recoge el libro: la homosexualidad mala no es. Gracias a las historias y vidas de las personalidades que aparecen te das cuenta de cómo, según el contexto, en su máximo significado, que les ha tocado vivir a todos y cada uno de los protagonistas, les putea.
A unos, por la concepción de la homosexualidad, se les disculpa. A otros, por lo mismo, se les culpa y ahorca en lugar de quemarles vivos como a otros no tan afortunados. Aún a otros se les acusa para quitárselos de encima cuando, según parece, en la realidad, de nada más que de ser algo ingenuos eran culpables.
Gran parte de las acusaciones y sentencias dictadas por sodomía, según explica el autor, acaban sirviendo a una facción de interesados. Eso me hace reflexionar: ¿Por qué? ¿Por qué la gente siempre ha sido así?
La homosexualidad ha sido maltratada, da igual de qué manera lo haya sido; pero lo ha sido. Este libro te muestra algunos de los motivos para que esto sucediera. Hasta tal punto que, personalmente, hay personas que me han acabado dando pena por cómo sus circunstancias les han sobrepasado.
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Tras un excelente prólogo, más propio de un filósofo que un hisoriador, el libro encadena las vidas de reyes y nobles no heterosexuales de forma muy entretenida y reveladora. Sin embargo, es bastante especulativo y ofrece como hechos contrastados teorías cuestionables. No ayuda el escaso formalismo de las referencias, que, pese a que las cita un catedrático, no siguen las normas académicas.
El libro es interesante hasta que te das cuenta que el 80 o 90% de los personajes que trata son de origen español, por lo tanto son absolutamente desconocidos para el resto de los lectores. Al comienzo y al final hace referencia a personajes mayormente asociados al colectivo internacional, pero el grueso son difícilmente asociables, lo que al final termina aburriendo de cierta manera. Ojo con eso.
Me ha gustado lo ameno que resulta dando datos históricos (a mí esa asignatura siempre me pareció muuuy aburrida), y en hablar de la homosexualidad como algo natural y no como algo bizarro que siempre querían esconder o castigar como algo malo o aberrante. Resulta muy entretenido para compaginar con otras lecturas, o para leer del tirón.
El título ya de por sí es confuso pero lo que se narra apenas está fundamentado. Habla de diferentes personajes históricos y basa todo en historias que se han contado o que han relatado otros historiadores pero nada está verificado. A esto se añade que adjetiva a los personajes muchas veces de manera despectiva. Me da pena porque podía ser interesante pero es cero recomendable..