O coração é maior que a perda, porque a vida é maior que a dor, e a saudade e a felicidade não têm limites, nem tabelas, nem distâncias…
Uns dias antes de comemorar as bodas de ouro, a tragédia bate à porta de Manuel, com a morte da mulher da sua vida. As filhas, Helena e Luísa, há muito longe de casa, insistem que o futuro do pai passe pelo lar de idosos da vila mais próxima. Na casa de Manuel, sucedem-se as reuniões familiares e as desavenças que o martirizam. Entre elas, valem as visitas carinhosas do filho mais novo e da neta, cúmplices da sua autonomia e capacidade de decisão, bem como a presença constante de Nicolau, o gato, companheiro fiel e atento ouvinte dos longos desabafos do septuagenário. A solidão crescente e o agravamento de alguns problemas de saúde fazem com que Manuel ceda, mas apenas temporariamente, às pretensões das filhas. Surpreendentemente, aquilo que seria o fim transforma-se no início de uma grande etapa na sua vida, entre novos sentimentos, novas pessoas e novos lugares. Na sua jornada de redescoberta da felicidade, Manuel muda completamente a vida de todos os que o rodeiam…
Este livro transmite tantas mensagens importantes, tantas lições de vida inesquecíveis. Um livro que deveria ser de leitura obrigatória.
Neste livro conhecemos Manuel, um senhor de idade que acabou de perdeu a mulher. Após esta perda, Manuel vê-se envolvido num labirinto de perda e de desorientação.
As filhas dele não ajudam, aliás só pioram a situação. Querem colocá-lo num lar sem sequer se importarem com o que o pai sente sobre isso.
Manuel pensa que só pode contar com a neta, com o filho e com o gato, pois estes estão sempre presentes e prontos para o ajudar e ouvir.
E assim, navegamos pela vida de Manuel, vemos as suas desilusões, os seus medos, as suas tristezas mas também vemos o nascimento de um amor e da felicidade.
Este livro reflete a realidade com a qual nos muitos idosos se deparam hoje em dia, e só o facto de ser narrado por um idoso torna tudo mais sentimental e doloroso de ler.
No entanto, ao mesmo tempo fez-me sentir feliz e ter esperança, porque é possível sempre encontrar a felicidade, as vezes nas pequenas coisas e nos lugares que menos esperamos.
Fantástica leitura esta. Deixo aqui a minha opinião em vídeo em Livros à lareira com chá https://youtu.be/Wb7_EJ88ibA. 5 estrelas, fiquei apaixonada pela escrita do autor, a personagem principal é inesquecível e deixa nos a reflectir sobre a importância da felicidade, independentemente do lugar e da idade. Recomendo vivamente!
3,5... Comprei este livro principalmente pela capa e por ter ouvido boas críticas ao autor.
Contudo, não é de facto o meu género literário de eleição..dou 3,5 pela escrita e pelo tema, que depois na minha opinião se perde e acaba por se prolongar em demasia..
No início prendeu-me, contudo com o passar da leitura senti que estava a ler algo com demasiados clichés e algumas passagens "fofinhas" que não achei que fossem nem relevantes nem importantes para a leitura. Fico com a ideia que este livro poderia ser um conto, em vez de um romance , contudo valeu pela experiencia de conhecer o trabalho do autor.
Prefácio de Sara Augusto (responsável pelas fotografias):
“No seu discurso sobre a velhice, Cícero concluía que a principal característica desta idade, também a sua maior vantagem, era a serenidade. Num tempo, que já é o último, seria lastimável o homem velho que não se tivesse colocado acima da morte e dos seus medos… sendo capaz de vê-la como um porto de abrigo depois de tão longa travessia. Porque na verdade, não há outra alternativa.(…)Somos breves nesta existência, facto que nos é irremediavelmente alheio. Mas é a consistência desse pouco tempo, nele cabendo a dor e amor, que torna a vida de cada homem uma realização única.”
Li pela primeira vez este autor e senti-me desapontada.
Personagens muito boazinhas, outras claramente as más da fita, que no final se convertem e se tornam decentes (quiçá), mediado ainda por outras que nem aquecem nem arrefecem.
Aborda temas muito sensíveis, interessantes e pertinentes: a terceira idade, a solidão, a perda, a importância das relações familiares, o valor das segundas oportunidades, a redescoberta da felicidade.
Contudo, para mim não chegou. Entre os clichés, situações algo precipitadas e/ou pouco credíveis, fica um travo meio amargo.
3.5 ⭐ Uma narrativa com um inicio lento mas com uma escrita simples. Este livro fez-me refletir sobre a finitude da vida, como a certa altura da vida nos sentimos sozinhos quando vemos os nosso partirem. Pensei na minha avó que ficou viúva com 50 anos e a solidão que sentiu embora nunca estivesse estado sozinha. A falta da cumplicidade do dia-a-dia, toda a rotina que acontece sem necessidade de trocar palavras. É essa ausência que faz sofrer o protagonista desta história, o Manuel. Nos seus 75 anos vê-se a braços com a solidão. E mais do que isso, com as filhas a tomarem decisões por ele por acharem que o pai já não tem capacidade para isso. A partir de quando é que deixamos de ser nós a decidir o rumo da nossa vida? Não teremos direito de viver sob as nossas regras, de tomarmos as nossas decisões enquanto nos sentirmos capazes e dermos mostras disso?
“Quem parte pode deixar saudades a quem fica. Não existe um tempo de convivência definido entre quem parte e quem fica, para que a saudade possa acontecer. Na verdade, a saudade é um sentimento vivido de forma única por cada pessoa. De tal forma que a saudade de uma hora vivida pode ser consideravelmente maior do que a saudade de um ano ou uma década de vida.“ 🩷🤍🕊️
Já o disse e repito que, tem sido uma agradável surpresa descobrir bons autores portugueses que me emocionam ou comovem com histórias simples de vida em que apelam aos sentidos e às memórias. Não desiludiu este romance. Muito pelo contrário. A empatia pela maioria das personagens e aversão por umas poucas, levou me a ler este romance com entusiasmo e sofreguidão.
E depois... Os temas são me caros. A solidão e o desamparo dos mais velhos que se sentem inúteis e desnecessários quando perdem a companheiro(a) de uma vida. A estupidez dos filhos que acham que para tomar posse do que julgam que lhes é devido esquecem a generosidade e o amor que lhes foi dedicado. E a simplicidade da vida que segue sempre o seu curso, proporcionando encontros e momentos felizes que valem por uma eternidade.
José Rodrigues usa a linguagem dos afetos e conta histórias ternas com suavidade e um ou outro sobressalto. Narrativas sobre famílias e o quotidiano. As imagem que pautam cada capítulo são um deleite para a vista e um apelo aos sentidos, complementado com os detalhes escritos que fazem parte das nossas memórias colectivas. Um bálsamo para a alma.
O gato Nicolau. Não me podia esquecer desta silenciosa personagem secundária, testemunha do sentir do dono(a) a quem não recusa atenção e companhia sem perder a sua liberdade. Os gatos escolhem e bem a quem dedicar a sua afeição.
A minha primeira experiência com este leitor e tenho a confessar que não fiquei impressionada ! Durante a leitura senti-me muitas vezes forçada a prosseguir por achar tudo um pouco enfadonho . A base da história em si não é má de todo até poderia ser algo com pés e cabeça, mas perdeu-se muito por ter demasiada palha pelo meio. Diálogos muito longos e que não diziam nada de relevante nem para a história nem para as personagens. Frases clichê , e algumas observações tão óbvias que eram acabava por ser um pouco absurdo.
Não me cativou, não criei empatia com nenhuma personagem, senti que era tudo muito forçado. Demasiado “floreado” à volta de tudo e todos, que em vez de enriquecer a história fez o contrário.
Talvez o autor tenha alguns pontos a melhorar na forma como escreve. E gostaria que houvesse mais pessoas a serem sinceras nas suas opiniões, porque mais importante que uma opinião bonita são as opiniões sinceras e críticas construtivas!
Esta é a história de Manuel, após a morte daquela que durante quase 50 anos foi a sua mulher, Teresa, e da sua família. Uma história sobre a solidão, sobre a perda do nosso "rumo", mas também de divergências familiares por causa de bens e dinheiro. Enfim, uma história tão real. Ia com muitas expectativas pois só tinha visto elogios a este livro e, posso dizer, que não me desiludiu em nada. Que história linda! Através de Manuel, compreendemos os medos e fragilidades dos nossos idosos, após a perda da sua companheira de vida, mas também dá uma mensagem de esperança e de que é possível, quando menos esperamos, encontrar a felicidade. E temos ainda Nicolau, o gato de Manuel, e como não podia deixar de ser, adorei!Uma história de relações familiares e de amor mas também de segundas oportunidade e voltar a reencontrar o amor e a vontade de viver.
Se na vida existem livros que nos remetem para um passado familiar, de amor e apoio, O Tempo nos Teus Olhos é um deles. Num romance recheado de afeto e carinho, nesta narrativa muito bem contada por José Rodrigues, o leitor é convidado a conhecer Manuel, um reformado que após perder o grande amor da sua vida vê a sua vida virada quase do avesso. Longe dos filhos, com visitas regulares de uma neta que adora e do filho que vive fora de Portugal, Manuel faz a sua vida numa pacata aldeia, partilhando momentos e desabafos com o seu companheiro felino. Mas isso não chega... E é por isso mesmo que este homem com todas as forças para viver decide encontrar e mudar-se para um porto seguro onde uma nova vida está à sua espera. Reconquistando um lugar, com um novo amor e com os seus apoios familiares presentes, Manuel volta a ser feliz e em boa companhia, sem esquecer o bem-estar de quem está do seu lado. Ao mesmo tempo que tudo na vida deste avô se altera, também as gerações mais novas têm as suas surpresas com o amor a surgir em vários pontos e com diferenças significativas a serem demonstradas de onde menos se espera. O Tempo nos Teus Olhos é daqueles livros que conquistam pela simplicidade e realidade com que tudo é partilhado através duma história romântica e inspiradora. Dedicado simplesmente aos temas do coração e com o envelhecimento com boas bases como temas centrais, este romance é uma fonte de inspiração para que nunca se baixe os braços, mesmo que as pessoas que supostamente nos devem querer bem não estejam do nosso lado. Quando tudo é feito com a verdade, os outros entendem e são também conquistados pelo que tem de ser. Dar a volta à vida, amor e ser feliz sem esquecer o passado, quem nos pertence, mas olhando para o eu e perceber o que nos faz falta, mesmo que nos reste pouco tempo de luta. Esta obra é o apelo romântico com que muita literatura não se debate, sendo uma verdade que não tem originalidade mas sim a realidade e o sonho. Um livro que não deve faltar quando querem voltar ao vosso passado familiar, lembrando pais e avós que sempre nos apoiam, revivendo os nossos próprios momentos com quem nos viu crescer e sempre nos amparou nos bons e maus momentos. O Tempo nos Teus Olhos é um bom grito ao Amor com simplicidade e gerenosidade!
"O tempo nos teus olhos" aborda questões dramáticas sobre o problema do afastamento dos filhos em relação aos pais idosos, e novos recomeços. Este livro é dramático, instigante e um tanto perturbador. Uma prova de que a família deve sempre manter-se unida, para que mais tarde não venham a sofrer com a decisões erradas que fizeram no passado. Manuel personagem principal, perde a esposa encontrando assim a solidão. Resta-lhe o gato Nicolau e o amor da neta Joana que sempre que pode passa por lá. Manuel tem três filhos; Eduardo que vive fora, e as suas duas filhas Helena e Luísa que demonstram pouco interesse e muita distância, sugerindo a ida do mesmo para um lar de idosos. Este é tipo de leitura que eu adoro. Fiquei completamente imersa, presa, sugada e intrigada pela história. É um daqueles livros que nos tira a paz e não devolve até terminar-mos. E quando eu finalmente o fiz, ainda me sentia ligada à trama e não sabia explicar o que sentia no momento. Se ainda não leram este livro, garanto com toda a certeza que vale a pena ler. Mais uma vez o autor contou com a colaboração da amiga e fotografa @sara.m.augusto que mais uma vez dá vida e proximidade a cada capítulo.
Simplesmente lindo, um livro que senti que estava a ler com o coração, onde descobrimos que não há idade para ser feliz e fazer aquilo que queremos. Adorei o Manuel e o seu fiel amigo, Nicolau, o gato. Aconselho a ler este livro e a visitar a zona do Minho a que o livro se refere tão bem. Parabéns ao autor pela obra magnífica e a originalidade de colocar uma fotografia, linda, no início de cada capítulo. Adorei.
O autor consegue tocar na nossa alma de uma forma muito especial. Criei afeto por quase todas as personagens inclusive o gatinho Nicolau. Uma história muito linda e com muito significado. Existem por aí muitos Manueis. Podemos amar para sempre mas para sempre é pouco tempo... O tempo é a palavra chave neste livro, mostrando que é importante viver cada momento da nossa vida. Parabéns ao José Rodrigues por este livro fantástico, tenciono ler mais deste autor.
Este tempo mais frio e escuro pede chocolate quente e livros mais lentos, para ler com calma à lareira, que nos contem histórias para aquecer a alma.
Esta história do José Rodrigues é o livro perfeito para isto mesmo. Uma história sem pressas sobre envelhecimento, viuvez e solidão, contada com uma energia muito própria e mensagens de "Para a frente é que é caminho!" Um bom livro de Outono/Inverno :)
Um maravilhoso livro. Um grande elogio ao envelhecimento. "O coração é maior que a perda, porque a vida é maior que a dor, e a saudade e a felicidade não têm limites, nem tabelas, nem distâncias..." Adorei.
Este livro é tao bom. Deixa o coração quentinho. E há muito tempo que um livro me fazia chorar ... É uma história sobre envelhecer, sobre amor, sobre superação, resiliência e saudade. É uma história bonita. É um romance com romances dentro. Os primeiros capítulos atingem-nos como raios. Porque transparecem aquilo que tantos dos nossos idosos passam, esquecidos, solitários, abandonados a eles mesmos. E faz me pensar que gostava tanto que tantos idosos tivessem a sorte que Manuel teve. O autor tem uma escrita bonita, simples. Contrasta os diálogos com bons ensinamentos e partilhas, marquei muitas frases neste livro. A história tem muitos clichês, mas a forma como são escritos, são mesmo bonitos. As personagens são de fácil empatia, algumas realmente foram construídas para nós fazer ver como não devemos ser, outras simplesmente servem para nós encher de amor e esperança. E depois tem a melhor personagem secundária de sempre, o gato Nicolau, que é a representação que os nossos animais de estimação fazem parte de nós, e nos nosso piores momentos estarão sempre lá, sentem tudo. Este autor foi uma surpresa muito bonita, um conterrâneo da Beira Alta, que me deixa orgulhosa do que é nosso. Dei 4.5 ⭐, porque, apesar de ser uma história muito bonita não pude deixar de reparar em alguns erros de redação e de revisão do livro. Não estragam a história, mas prejudicam a fruição da leitura, mas não é nada de grave. Houve um momento no livro que me destruiu, faltavam poucas páginas para o fim e fiquei a pensar se acabaria logo ou se deixaria para o dia a seguir. Continuei logo, e não me arrependi. Por fim, como futura educadora social, com propósitos de trabalhar com pessoas idosas, este livro é fundamental. Principalmente os primeiros capítulos, pois sei, que nem todas as pessoas idosas têm a oportunidade de alcançar o que Manuel alcançou, mas mesmo assim, sei que a profissional que devo ser não depende do local onde vou trabalhar. Se querem leituras boas, para descomprimir, e querem ler coisas bonitas e nacionais, leiam este livro.
"-Estou a pensar no tempo que existe dentro de uma vida. Além de confirmar que ele passa demasiado depressa, também consigo ter a certeza absoluta da capacidade que se tem de embelezar as coisas mais simples. Provavelmente tivemos coisas belíssimas bem debaixo dos nossos olhos ou das nossas mãos, e precisamos que se passem anos...para repararmos verdadeiramente na sua beleza."
É o segundo livro que leio do autor e continuo a gostar bastante da sua escrita que é simples e muito fluída. O Tempo nos Teus Olhos conta a história de Manuel, um reformado de 75 anos que fica viúvo após 50 anos de casamento com Teresa, o grande amor da sua vida. Longe dos filhos, com visitas regulares de uma neta que adora e do filho que vive na Suíça, Manuel faz a sua vida numa pacata aldeia, partilhando momentos e desabafos com o seu gato Nicolau, mas sente-se triste e sozinho. As 2 filhas mais velhas querem que o pai divida os bens e o dinheiro da herança da mãe e que se mude para um lar próximo da sua casa. Mas apesar dos seus 75 anos, Manuel não quer sair da sua casa onde sempre viveu com Teresa. Um dia, num acaso, Manuel encontra uma residencial de idosos situada numa linda praia e fica encantado com o sítio. Após visitar o local, decide mudar-se para lá com o gato Nicolau e é aqui que a sua vida toma um novo rumo e volta a fazer sentido (adorei o Nicolau, ou não fosse eu uma verdadeira amante destes felinos). Gostei muito do final do livro e fui surpreendida com acontecimentos que não esperava. É uma história de amor, amizade, relações familiares, resiliência, superação e segundas oportunidades. José Rodrigues faz-nos refletir sobre os temas do envelhecimento e da emoção, mostrando que há sempre espaço para novas oportunidades e descobertas, que nunca é tarde para se ser feliz e que se pode aproveitar essa fase da vida da melhor forma. É uma fonte de inspiração para que nunca se baixe os braços, mesmo que as pessoas que gostamos não estejam do nosso lado, pois quando tudo é feito com sentimento e com a verdade, os outros acabam por entender e também são conquistados.
Conheci a escrita do autor por este livro e só tenho a dizer que adorei e recomendo muito. Quem ainda tem avós sabe que esta história é em parte a realidade do que acontece nas suas vidas porque há demasiadas filhas e filhos na constante procura dos bens dos pais e não olham ao seu bem estar. Senti um carinho tão grande por Manuel e Mariazinha que não consigo descrever. Se um dia chegar à idade de Manuel quero ser forte e segura como foi quando decidiu dar um outro rumo à sua vida e escolher o que é melhor para mim sem nunca esquecer os meus. O gatinho Nicolau foi um aconchego no coração, não fosse eu uma amante de gatinhos. Um romance que nos transmite tantas mensagens e que me deixou a pensar em muitas das personagens mesmo depois de ter terminado o livro. Ansiosa por ler os outros do autor. Nota: as fotos? (suspiro) são para lá de maravilhosas <3
Já tinha lido um livro do José Rodrigues antes deste, tinha gostado imenso. Este livro ultrapassou tudo! É lindo, maravilhoso, cheio de emoções. Todos os filhos deveriam ler este livro, perceber que os pais têm direito a ser felizes no seu final de vida, não pensarem nos bens materiais, no que lhes deveria ficar de herança…. Fiquei mesmo apaixonada por este livro. É TÃO bom! Ensina-nos que todos têm direito de ser felizes mais do que uma vez, e para outros, que vão sempre a tempo de conhecer a felicidade. Por favor, LEIAM.
O tempo nos teus olhos é um romance comovente e humano, que toca em temas universais como o amor, a perda, a família e a capacidade de recomeçar, através de uma narrativa direta e emocional. A sensibilidade com que é retrata a jornada de Manuel torna a leitura impactante e reflexiva para quem gosta de histórias que exploram a profundidade dos relacionamentos e da vida na terceira idade. Recomendado especialmente para leitores que apreciam literatura afetiva e realista, com foco em experiências de vida e vínculos familiares.