Best seller no Brasil e em Portugal, onde vendeu mais de 30 mil exemplares, O português que nos pariu ganha uma nova edição pela Record, com textos inéditos e cuidadosa revisão da autora. Nesta divertida releitura de fatos e personagens da história portuguesa, Angela leva o leitor às gargalhadas ao revelar, por exemplo, que dom Henrique, o Navegador, não sabia navegar, ou que dom Sebastião não passaria em nenhum exame psicotécnico.
Fazer (mau) humor com a história de Portugal é para mim pecado capital mas mesmo assim, e como já o tinha para ler faz tempo, dei-lhe a hipotese de me surpreender. Infelizmente apenas tive a confirmação daquilo que esperava. Algum humor e/ou gozo misturado com farrapos da história de Portugal, que para o leitor Brasileiro poderá até ter alguma graça mas que a mim não me fez rir nem sequer sorrir. Fica no entanto a sugestão para a autora escrever também sobre a história do seu Brasil, até porque de certeza que o presente lhe dá imensos motivos com que "fazer piada".
Esta senhora não sabe o que diz. Nem tem o conceito de História. Brincar com coisas que desdenha - porque não - é a opinião dela, infelizmente não conhece a História, como já referi, e não sabe escrever. Não é uma "obra" - se lhe posso chamar isso - recomendável a ninguém, a não ser aos detractores de Portugal. Mas mesmo para esses o livro está cheio de incongruências.
Una giornalista brasiliana rilegge la storia del Portogallo per trovare le radici dello spirito Brasileiro; pare sia stato un recente successo editoriale, e non stento a crederlo: neanche il mio campanilismo genovese può restare serio quando, parlando delle scoperte geografiche e dell'impresa di Colombo l'autrice chiede al lettore cosa penserebbe se, forzando l'analogia, ai nostri giorni un volo diretto a Calcutta finisse nei Caraibi... O come quando cita i Re del Portogallo come perfetti brasiliani: per una metà conservatori, l'altra metà surfisti preoccupati solo di passare il tempo a divertirsi... Esaustivo e divertente, anche se devo confessare che i termini e i modi di dire brasiliani hanno messo a dura prova il mio português da turista, imparato bene o male "no continente".
Seguindo a linha paradidática, Menezes monta uma história que mescla a ciência com a fofoca para contar a conjuntura responsável pela formação da nossa querida terra brasilis.
São piadas e observações ácidas que transformam as figuras da corte portuguesa em personagens debochados e caricatos que incitam a leitura e destrincham os fatos históricos. Contudo, não pense que essa é uma leitura fácil.
Tendo por base os últimos anos do Ensino Fundamental e o Ensino Médio, há uma forte exigência do leitor não apenas como critíco, mas também como pesquisador de minúcias históricas.
Sempre gostei muito de História. Este livro, leve e bem disposto, foi uma óptima maneira de recordar um bocadinho da história dos Descobrimentos. Ri, sorri, relembrei coisas que já tinha soterrado na memória. Para quem quer aprender a sério sobre a época, não aconselho. É demasiado superficial e podemos facilmente perder-nos no humor e esquecer a base. Mas se o objectivo for reavivar a memória, é uma boa opção.
This book gives us a vision of the Portuguese history trough the eyes of the “colonized”. It has good-humor and the typical Brazilian irreverence that makes us look at the main characters and events in our history with a smile on our face. In spite of historical errors, like saying that King João I was son of D. Pedro and D. Inês de Castro (page 101), it’s a book to spend a good time.
Muito light! Recomendo a todas as pessoas que não sabem nada de história e que não gostam de ler. Com isto não quero tirar mérito à escritora. Livros fáceis também são necessários!
Muito simpático e interessantíssimo. Uma forma diferente de contar e viver a história, a nossa história. História do Brasil, ou melhor do português que chegou no Brasil.