Dopo la scomparsa della madre, il giovane Oliver Twist cresce in un orfanotrofio da cui viene cacciato per aver osato chiedere un’altra razione di zuppa. Trova un lavoro come apprendista nella bottega di un becchino ma, dopo aver subito le angherie del suo maestro, preferisce fuggire. Arriva così a Londra, dove viene accolto da una banda di giovani ladruncoli capitanati dal vecchio Fagin. È così che Oliver scopre un mondo crudele, fatto di inganni e di prepotenze. Ma ben presto l’incontro con il signor Brownlow gli farà intravvedere giorni migliori…
Gostei de ler esta adaptação. Nada substitui a obra original, mas este pode ser sempre uma forma de tomar contacto pela primeria vez com obras de importante universal e, daí, abrir a porta para a descoberta dos originais.
Estória muito triste, mas muito bem contada (expectávelmente). Releva bem como as pessoas, pela sua benevolência, podem aliviar os sofrimentos inevitáveis de viver neste mundo; mas como pela malevolência podem infernizar a vida de qualquer um, incluindo as suas próprias. A estória acaba numa nota meio melancólica meio inspiradora, de uma beleza moral que não passa ao lado daqueles com sensibilidades cristãs.
Este e outros momentos de beleza moral, infelizmente não foram acompanhados de uma arte igualmente comovente e cativante. O artista, é certo, sabe desenhar. Não há erros de perspetiva e dimensão, não há colorações estranhas, e a fotografia é adequada para nós mostrar a ação das personagens nos seus ambientes. Mas faltou, a meu ver profundidade nos sombreados, e talvez mais detalhe e ênfase nas expressões faciais e nas paisagens (onde o artista tinha a oportunidade de mostrar os seus dotes). Achei o desenho e coloração, em poucas palavras, um tanto esquecivel e sensaborão.
Ainda que a arte não fosse a melhor cumpre o objetivo de nos passar visualmente uma boa estória, e como tal leva quatro estrelas. No todo, continua a ser uma banda desenhada que recomendaria.
Non avevo mai letto Oliver Twist. Credo di aver visto il film, forse. Quello di Roman Polański, probabilmente. Ma non ricordavo assolutamente nulla della trama. Così quando ho letto questo fumetto è stato come se leggessi la storia per la prima volta.
Oliver mi è sembrato un po' troppo sfigato per i miei gusti. Capisco Dickens e l'Ottocento inglese ma... ecco, tutte le disavventure del ragazzino sembrano... troppe. Ricordo le lezioni di letteratura inglese in cui la prof mi diceva che Dickens allungava il brodo per far continuare la pubblicazione del romanzo a puntate ma forse non è per me. Anche perché Dickens è uno di quegli autori che non ho mai affrontato. A parte uno stralcio di Great Expectations - la descrizione di Miss Havisham - sul libro di letteratura inglese.
Contenta di averlo letto a fumetti a questo punto.
Al ladro! Questo grido ha un potere magico. Il mercante lascia il suo banco e il fattorino il carretto, il macellaio posa immediatamente il vassoio, il fornaio il suo paniere, il lattaio il suo secchio ed eccoli tutti che corrono a testa bassa: si precipitano, gridano, urlano, travolgono i passanti dietro l'angolo, fanno agitare i cani e spaventano le galline. (pagina 21)
Boa adaptação em argumento e desenhos. Excelente forma de partilhar os clássicos com os mais novos. A intensidade do desenho respeita o drama e a época. É um Dickens com alma.
Mais um livro da coleção BD, mais um livro para a TBR :)
Conhecia esta história apenas de relance, nomeadamente que era muito dura e triste (e bem que desenham a criança a chorar...) e que se passava na Londres vitoriana. Desconhecia totalmente a existência de hospícios de pobreza regidos sobre o princípio "less eligibility": as condições de vida nestes locais deveriam ser piores do que aquelas em que vivia o trabalhador mais modesto de modo a desencorajar os pobres de pedir auxílio! 😳 E só foram abolidos em 1930, quase 100 anos após Oliver Twist ter sido publicado (1837-1838).