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Antonio Candido

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Here Howard Becker makes available for an English-speaking audience a collection of the provocative work of Antonio Candido, one of the leading men of letters in Brazil. Trained as a sociologist, Candido conceives of literature as a social project and is equally at home in textual analyses, discussions of literary theory, and sociological, anthropological, and historical argument. It would be impossible to overstate his impact on the intellectual life of his own country, and on Latin American scholars who can read Portuguese, but he is little known in the rest of the world. In literary, women's, and cultural studies, as well as in sociology, this book contributes a sophisticated and unusual perspective that will dazzle readers unfamiliar with Candido's work.

Emphasizing the breadth of Candido's interests, the essays include those on European literature (Dumas, Conrad, Kafka, and Cavafy, for example), on Brazilian literature (Machado de Assis and others), on Brazilian cultural life and politics, and on general problems of criticism (the relations between sociology and criticism, and the problem of literature in underdeveloped countries). Of particular interest is a long piece on Teresina Carini Rocchi, an Italian immigrant to Brazil, who was a lifelong socialist.

Originally published in 1995.

The Princeton Legacy Library uses the latest print-on-demand technology to again make available previously out-of-print books from the distinguished backlist of Princeton University Press. These editions preserve the original texts of these important books while presenting them in durable paperback and hardcover editions. The goal of the Princeton Legacy Library is to vastly increase access to the rich scholarly heritage found in the thousands of books published by Princeton University Press since its founding in 1905.

224 pages, Hardcover

First published January 1, 1965

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About the author

Antonio Candido

79 books45 followers
Antonio Candido de Mello e Souza é um sociólogo, literato e professor universitário brasileiro. Estudioso da literatura brasileira e estrangeira, possui uma obra crítica extensa, respeitada nas principais universidades do Brasil. À atividade de crítico literário soma-se a atividade acadêmica, como professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo. É professor-emérito da USP e da UNESP, e doutor honoris causa da Unicamp.

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Displaying 1 - 9 of 9 reviews
65 reviews
January 20, 2023
Uma ótima apresentação de como a literatura está muito ligada a História e a Sociologia, as Ciências Sociais e a maneira como o nosso povo se comporta. Me chama a atenção de que não vemos mais uma junção de escritores, ou uma junção de acadêmicos que representem nacionalmente o que é literatura brasileira. Nos falta um grande evento que reúna tais pessoas juntas para que se influenciem umas as outras e criem algo em conjunto. A Bienal do Livro não é suficiente.
Profile Image for Willian Batista.
90 reviews1 follower
December 21, 2023
Só tenho que agradecer a minha professora de sociologia por ter feito seminários no final do semestre e ter colocado o Candido como um dos Sociólogos para estudo, que livro incrivel, que autor incrivel. Achei que ia ser uma leitura chata de faculdade, mas aprendi demais e irei levar muita coisa comigo dessa leitura, além da excelente nota de apresentação. 🧙‍♂️
Profile Image for Thaís Lima.
25 reviews
March 15, 2024
Como afirma Susani S. L. França no guia de leitura:

"Literatura e Sociedade é, como se vê, um dos livros centrais da obra de Candido e uma obra rara na história da crítica literária brasileira, pois nela aprendemos a contemplar a dimensão estética da literatura, sem perder de vista as suas implicações sociais"

A obra apresenta uma rica análise histórico-sociológica-crítica das origens e formação da Literatura Brasileira e como esta última teve papel chave na formação da sociedade brasileira e sua cultura.

No livro, o autor descreve um panorama geral da literatura brasileira e seus principais autores visando compreender as influências sociais e políticas da e na literatura bem como suas implicações no meio social.

Ainda neste tópico, é discutida a influência do social sobre a literatura, o papel do literário na sociedade e como a sociedade influencia na literatura preconizando uma relação na qual "a obra é mediadora entre o autor e o público, este é mediador entre o autor e a obra". Revelando uma relação indissolúvel entre a Literatura e as Ciências Sociais.

Capítulos muito bem organizados, bem dispostos e coesos. Foi uma leitura muito agradável apesar da linguagem ser levemente difícil.
This entire review has been hidden because of spoilers.
Profile Image for May Barbieri.
130 reviews7 followers
August 29, 2017
Achei o começo bem problemático, principalmente no que tange à literatura/cultura "refinada" vs. "primitiva". Porém, o livro fica uma delícia na exposição didática sobre literatura brasileira. Em geral, gostei e aprendi bastante. 3.9 estrelas.
Profile Image for Jessica.
4 reviews5 followers
June 5, 2023
Como se avalia um livro que é uma reunião de ensaios do mestre Antônio Cândido?

Mais uma leitura para a faculdade e mais uma vez sendo impactada com a crítica estruturalista de Cândido, principalmente em "Degradação do espaço", e "Dialética da Malandragem".
Profile Image for Tauan Tinti.
199 reviews3 followers
February 13, 2019
5 para os ensaios sobre o Brasil (desculpando alguns "Viva São Paulo!" incontidos), 3 para os textos que passam pela literatura dos primitivos iletrados.
21 reviews
April 7, 2021
O direito à literatura é um texto do livro “vários escritos”, no qual Antônio Cândido (critico literário brasileiro) escreve sobre o assunto de direitos humanos e literatura. No decorrer do texto, o autor define a importância da literatura como organizadora do caos e humanizadora do leitor, e depois argumenta sobre diversos assuntos relacionados ao tema e chega a diversas conclusões que apelam pela luta para os direitos humanos incluírem acesso a todas as classes sociais a diferentes “níveis” de cultura, não apenas na literatura, como nas outras formas de arte.
O autor começa dizendo que o progresso natural da sociedade gerou, nos últimos séculos, uma abundancia na produção, e isso criou a possibilidade de uma reorganização social que solucionaria os evidentes problemas da sociedade. Porém, apesar da solução dos problemas serem teoricamente possível, a reorganização social falhou.
Então, no capítulo dois, Cândido argumenta sobre os direitos que consideramos indispensáveis e os que consideramos privilégios. Ele diz que hoje é inadmissível que pobres não tenham direitos essenciais como comida, instrução e saúde. Entretanto, as pessoas ainda não acreditam que o pobre tenha direito a ouvir Beethoven ou ler Dostoiévski.
Nos próximos capítulos, Cândido define a importância da literatura por um de seus aspectos terem um papel de organizador do caos e humanizador dos leitores, e, tendo esse aspecto um papel tão importante, Cândido também garante a posição da literatura como bem incompreensível, por garantir a integridade espiritual. Após, Cândido se demora descrevendo o aspecto da literatura que toma posição em face das iniquidades sociais, evidenciando o quão importante a literatura é para o progresso dos direitos humanos com exemplos como Oliver Twist e os miseráveis. Porém ele não deixa de ressalvar como a intenção e o assunto de uma obra não bastam para fazer uma obra de boa qualidade.
No capítulo seis, Cândido faz um breve resumo dos capítulos anteriores e prossegue a descrever com excelentes exemplos como não há uma literatura para as classes mais pobres, e que essas classes muitas vezes têm mais interesse em livros considerados boa literatura. Neste capitula o autor também menciona e elogia Mário de Andrade, por ter propagado de maneira tão eficiente a cultura quando chefiou o departamento de cultura em São Paulo.
Cândido conclui o texto reforçando que cultura é um direito inalienável e argumentando que não deve haver a estratificação da cultura.

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