Im August 1346 erleiden die Franzosen und ihre Verbündeten bei dem Örtchen Crécy eine verheerende Niederlage. Selbst König Philipp VI. gerät im Schlachtengetümmel in Bedrängnis, und als sein Pferd unter ihm zusammenbricht, überlässt ihm der Ordensritter Juan Fernandez de Heredia sein eigenes Reittier. Nur steht er jetzt allein auf dem Schlachtfeld, umzingelt von Feinden, und trotz berserkerhafter Gegenwehr bricht er schließlich unter den Hieben seiner zahllosen Angreifer zusammen. Kurz bevor er das Bewusstsein verliert, hat er jedoch eine Vision: Er wähnt sich von einem Einhorn durchbohrt! Eine Schlacht mit weitreichenden Folgen. Zum einen ist sie der Auftakt eines Konflikts, der sich noch über hundert Jahre hinziehen wird. Zum anderen wirft sie Heredia völlig aus der Bahn. Besessen von seiner verstörenden Erscheinung, macht er sich auf die Suche nach dem Einhorn. Oder vielmehr nach einer Erklärung, warum er noch lebt. Ein ungewöhnliches, ein außergewöhnliches Album, von Stéphane Piatzszek geschrieben, von Guillermo C. Escalada in teils dramatische, teils traumhaft-eindringliche Bilder gefasst. Eine Erzählung von Zerstörung, Erlösung und Wiedergeburt. Eine Geschichte, die Eindruck macht.
Stéphane Piatzszek a signé les scénarios de Cavales, Commandant Achab, Fête des Morts, Les Premiers, Neige et roc... Depuis 2013, il exerce une carrière prolifique chez Futuropolis : il est à l'origine de Tsunami, L'Or, Ordures et Le Temps de vivre. Chez Glénat, il publie L'Île des Justes en collaboration avec Espé.
Die Geschichte des Ritters und dem Einhorn (ich habe die deutsche Ausgabe gelesen) ist ziemlich gestrafft erzählt, und ich habe zu wenig Geschichtskenntnis, um zu beurteilen, wo in dieser Erzählung Fiktion beginnt - aber diese Bilder! Mein lieber Herr Gesangsverein!! Die Zeichnungen, die Perspektive, die Farben. Hier stimmt alles.
Novela gráfica sobre un caballero y un unicornio. Las ilustraciones son buenísimas. La trama es un poco confusa y la termine por comprender del todo al final. 👏
Beautiful art and colours, but the story wasn’t much to my liking, because I don’t know if the main character was real and don’t like when religion gives meaning to war.
A Editora A Seita fechou o ano 2022 com uma série de novidades, entre as quais esta história em um só volume, O Cavaleiro do Unicórnio. Para além deste, lançou Noir Burlesco, de Marini, Nautilus e o segundo volume de Butterlfy Beast.
A história
Um Cavaleiro da Ordem dos Hospitaleiros luta pelo rei da França na batalha de Crécy, no início da Guerra dos Cem Anos. Este cavaleiro, Juan de la Heredia, oferece ao rei de França o seu cavalo e enfrenta a batalha num acesso de fúria. Mas, sobrevivendo e feito prisioneiro, a sua coragem e sacrifício, não lhe valem a atenção do rei, e acabará, algum tempo depois, como um homem perdido e louco, em busca de uma criatura mítica que só ele vê.
ARTE, BD, FICÇÃO, LIVROS
O Cavaleiro do Unicórnio – Stéphane Piatzszek e Guillermo G. Escalada
A Editora A Seita fechou o ano 2022 com uma série de novidades, entre as quais esta história em um só volume, O Cavaleiro do Unicórnio. Para além deste, lançou Noir Burlesco, de Marini, Nautilus e o segundo volume de Butterlfy Beast.
A história
Um Cavaleiro da Ordem dos Hospitaleiros luta pelo rei da França na batalha de Crécy, no início da Guerra dos Cem Anos. Este cavaleiro, Juan de la Heredia, oferece ao rei de França o seu cavalo e enfrenta a batalha num acesso de fúria. Mas, sobrevivendo e feito prisioneiro, a sua coragem e sacrifício, não lhe valem a atenção do rei, e acabará, algum tempo depois, como um homem perdido e louco, em busca de uma criatura mítica que só ele vê.
Crítica
Entre o tom da realidade da batalha e da miséria que envolve a personagem principal, encontramos o objectivo surreal e fantástico que o irá guiar, durante algum tempo, após a sua libertação. Estes dois elementos, o peso da realidade onde a personagem é um louco, e os episódios fantásticos que só ele pode ver, criam oposições narrativas e visuais que movem a história. Até porque sem estas oposições, ou melhor, sem a componente fantástica, a história não tem grande desenvolvimento.
Mas é, sobretudo, na parte visual que este volume se destaca. As imagens iniciais da batalha são espectaculares, reflectindo, simultaneamente, a confusão da batalha, mas também dando destaque a flashes de movimentos e de golpes fulcrais no meio do caos. As imagens são detalhadas o suficiente, realistas, mas não tão detalhadas que se perca o foco no fundamental a cada momento.
Após a batalha, o visual mantém um excelente nível, com paisagens espectaculares e sucessões de imagens que conseguem transmitir o que se passa sem recurso a palavras. Ainda que os momentos de surrealidade consigam ser extraordinários, as partes mais realistas e movimentadas conseguem, mesmo assim, ser interessantes do ponto de vista visual, o que nem sempre acontece em narrativas deste género.
Conclusão
O Cavaleiro do Unicórnio é um livro que me surpreendeu sobretudo do ponto de vista visual. A história em si não tem grande complexidade ou elementos originais, apresentando um homem, que, após a batalha, parece ter momentos de loucura. Mas nesta premissa narrativa relativamente simples, os desenhos criados são muito bons, quer na forma como as imagens se sucedem e se expõem, quer isoladamente pelos detalhes e coloração que apresentam. Visualmente é um volume brutal.
He comenzado hace nada a leer Comic y no se como puntuarlos cuando la historia no va de la mano con el dibujo. La historia de este Comic me parece muy pobre, no aporta mucho y no me ha gustado. Pero el dibujo es sensacional, y quizas deberia valorar eso, pues es un comic con muy poco texto, hay muchas páginas que solo son viñetas sin bocadillo ninguno. Le he dado 3 estrellitas, pero de verdad no tengo ni idea, texto 1 estrella, dibujo 5 estrellas, con una buena historia, hubiera sido genial. Chapo por el dibujante
Peguei no livro para me servir de suporte para escrever. E depois.. já que o tinha na mão, resolvi lê-lo. O tema não é o que mais me interessa, guerras, procura de seres mitológicos. É mais o estilo da minha cara metade! Mas está lido!
Historia bem desenhada, com uma narrativa interessante, passada na Idade Média, em que o cavaleiro Juan de la Heredia se debate com os seus demónios internos.
Confesso que o desenlace da história me deixou um pouco confuso...
Portanto, a modos que não percebi muito bem onde queria o autor chegar, ou então se calhar trata-se de uma tradução descuidada e confusa... será?
Mesmo assim, acho que dou 4 estrelas, pois achei que é um livro que entretém... tem boas ilustrações e uma história interessante. Que se pode pedir mais de um livro?