Ainda estou confuso. Um pouco menos do que quando comecei essa empreitada, mas ainda assim razoavelmente confuso. Tenho a impressão de que isso é, em parte, um déficit meu — embora talvez seja um misto entre isso e a forma como a narrativa se constrói. Minha experiência com Constantine não está sendo tão prazerosa quanto eu esperava. Já o conhecia “de vista”, por outras HQs, mas é a primeira vez que me aprofundo em um conteúdo solo dele.
Não que eu esteja odiando o que leio, mas tenho dificuldade em acompanhar o ritmo do Delano. Em compensação, admiro muito a atmosfera que ele cria. Como fã de David Bowie, não consigo evitar as associações — algo na ambientação me puxa direto pra ele. Li por aí que as coisas começam a fazer mais sentido a partir do volume três, então sigo e depois volto com uma nova opinião.