Ideia: ótima, mas execução nem tanto.
A ideia é ótima, colocar o eixo como vitorioso e no que isso fez com o mundo é uma ideia maravilhosa, mas a execução do autor não me agradou tanto.
Para começar, o foco da estória é do lado japonês dos antigos EUA e não na Alemanha.
Nós acompanhamos 5 personagens diferentes, isso é bom, pois podemos ver diferentes pontos de vista de um mesmo universo, mas isso se torna ruim quando o autor não sabe desenvolver bem os personagens. O Robert Childran, o personagem que mais aparece, é muito chato e nada cativante e ele simplesmente some nos últimos capítulos. O I Ching, que tem uma porposta legal e torna chato, pois os personagens usam aquilo toda hora e o autor faz questão de descrever passo a passo sempre, eu praticamente decorei como é. Minha personagem preferida, a Juliana se tornou chata, pois quase todas as cenas dela são sobre ela e o namorado comprando roupas e livros. O Frank e a descendência judia dele não são bem exploradas e não mudam nada a estória inteira.
Atenção: agora eu vou comentar sobre o desfecho de 1 personagem (tópico 1) e a minha interpretação do último capítulo (tópico 2).
1 - Joe Cinadella, um personagem que renderia muito, morreu de uma forma brochante e nada memorável.
2 - Minha interpretação é a seguinte: o autor quis debater que mesmo tendo ganho guerra, os aliados perderam, pois eles se enfrentaram depois de novo, então eles não conquistaram a paz