Karen Christentze Dinesen, Baroness Blixen-Finecke - wrote as Isak Dinesen, Pierre Andrézel, other pseudonyms: Tania Blixen, Osceola, etc. A Danish writer, who mixed in her work supernatural elements, aestheticism, and erotic undertones with an aristocratic view of life, Blixen always emphasized that she was a storyteller in the traditional, oral sense of the word. She drew her inspiration from the Bible, the Arabian Nights, the works of Homer, the Icelandic Sagas, and the fairy tales of Hans Christian Andersen, who was her great fellow countryman. She wrote in English and in Danish.
Baroness Karen Blixen was born in Rungsted, Denmark, into a well-to-do patrician family. She was the daughter of Ingeborg Westenholz Dinesen, and the writer and army officer Wilhelm Dinesen, whose adventuresome spirit and storytelling talents influenced deeply Blixen's imagination. She spent her childhood on the family estate in Rungsted. Throughout her life Blixen's outlook and manner were unabashedly aristocratic.
Por norma não gosto de contos pequenos (manias...). Acresce que o ambiente dito gótico destes contos também não me entusiasmou, ainda que reconheça que o livro esteja bem escrito. Assim, embora a obra da Karen Blixen se reparta por dois volumes, fico-me apenas pelo primeiro.
Estes contos foram publicados em 1934, este vol tem 4dos 7 contos, e diria que sendo escritos no mesmo estilo são muito diferentes na sua essência, se bem que confusos, não consegui durante a sua leitura, e confesso não consegui que fosse seguida, deixar de pensar no Monte dos vendavais, de Emely Bronte e toda a parte pesada associada. Como obra literária é muito interessante e as palavras têm peso, mas a acção não faz o meu género. O livro foi publicado em 1987 e eu comprei-o em 1994, nunca o tinha lido, acho que o comprei no seguimento do entusiasmo pelo filme magnífico que é o "África minha", fico esquecido na estante de onde não teria saído não fosse um desafio de leitura. As 3estrelasgostei vão para a riqueza do vocabulário e estilo de escrita, mas definitivamente não gostei
Adorei os contos góticos da Karen Blixen! Há coisas que só os próprios entendem e o que importa é que lhes faça sentido.
Destaco o Conto "A história de um galante" que reporta, um tanto ou quanto à Génesis, essa prodigiosa e inteligente ficção do Cristianismo, que muito pesa nas cabeça das mulheres e é de grande utilidade à cabeça dos homens...
2,5 estrelas. Contos muito bem escritos mas na sua maioria com um inicio aborrecido que eventualmente chega a ser interessante (daí ser 2,5 e não 1,5).