The Inca Princesses is a vivid and touching story of the end of Inca civilisation as told within the context of its female royalty. The richly detailed human stories bring to life the world of the Incas and their Spanish conquerors and shed new light on the darker corners of colonial history. It is essential reading for all those interested in Peruvian, Inca and women's history.
The Galleons of Seville -- The Kingdom of the Snow Mountains -- The Marquis of Las Charcas -- The Nephews of Dona Ines -- The Child Empress -- The River of the Holy Ghost -- The Old Soldier -- The Haunting -- The Requiem -- The Blind Man of La Mota -- The Emperor's Daughter -- The Mestizo Prince -- The Bride of Santa Clara -- The Lost Treasure -- The Sacristan of Cordoba -- The Last of the Conquistadores -- The Torture of Dona Catalina -- The Bishop's Legacy -- The Imperial City -- The Prisoner of Cusco -- The Last Inca -- Genealogy -- Children of the Emperor Huayna Capac -- Concubines
Começo já por dizer que em 238 páginas só gostei de um excerto das páginas 186-187 (história do padre Tórtollo), o que já demonstra o quanto gostei deste livro. São muitas as razões que fazem com que recorde esta obra negativamente, como o facto de falar mais nos conquistadores espanhóis do que nas Princesas, estas que foram meras personagens secundárias se não figurantes e os conquistadores não faziam mais que pilhar e violar. Eu acho muito bem que se relembre o passado, mas a sinopse engana bastante e eu estava à espera de um romance e não de um documentário! De qualquer forma, consegui ler até ao fim, mas foi com muito esforço. Se Stuart Stirling tivesse retratado tudo como uma história romântica ou de acção, tudo bem, mas a maior parte do livro são testemunhos retirados de livros de história na integra. Até podia ter gostado mais, mas não estava preparada para algo deste género e por isso senti-me algo desiludida ou até enganda.