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La cristiandad o Europa

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"La Cristianità ossia l'Europa", pagine dal titolo già allora impossibile, redatte in poche settimane nell'autunno del 1799, ebbero subito vicende tempestose, incontrando resistenze imbarazzate nello stesso gruppo degli amici romantici, e furono poi adottate, in un clima radicalmente mutato, a punto d'appoggio del movimento di reazione della Santa Alleanza. Equivoco vistoso, che avrà conseguenze gravi nel campo della critica, ma che interessa specialmente quale conferma dell'inevitabilità che, in situazioni recessive, quanto significa verità e libertà, cioè rivoluzione, debba assumere lo statuto, anche intrinseco, dell'ambiguo. Il confronto tra "La Cristianità ossia l'Europa" e i precedenti interventi politici di Novalis ("Fede e bellezza" e numerosi spunti dei "Frammenti", che qui presentiamo) rivela continuità e coerenza nell'evoluzione del suo pensiero politico e consente di collocare il centro di gravità del suo capolavoro politico nel programma di una rinascita morale estranea a posizioni confessionali specifiche e ancorata all'utopia del sorgere di un tempo «diverso», di una soglia escatologica in cui abbia fine la strumentalizzazione dell'uomo implicita nella sua adesione coatta alla Storia.

58 pages, Paperback

First published January 1, 1799

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About the author

Novalis

354 books406 followers
Novalis was the pseudonym of Georg Philipp Friedrich Freiherr von Hardenberg, an author and philosopher of early German Romanticism.

His poetry and writings were an influence on Hermann Hesse. Novalis was also a huge influence on George MacDonald, and so indirectly on C.S. Lewis, the Inklings, and the whole modern fantasy genre.

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Displaying 1 - 9 of 9 reviews
Profile Image for Manybooks.
3,844 reviews100 followers
February 1, 2023
I might have been born Catholic (albeit with a Lutheran father), but ever since my first communion, where basically all of the theological questions and doubts I had and also decided to voice during our preparatory sessions were generally quite vociferously, angrily denounced and made woefully ridiculous by the local priest (who also then proceeded to contact my parents to viciously complain and which bien sûr resulted in a major maternal tongue lashing for me) and where I was also supposed to be confessing (at the tender age of nine) to all sorts of horrible and all encompassing sins and peccadilloes (including being asked by the priest if I had ever seen my siblings naked), indeed, I have basically since that time rather majorly turned my back on Catholicism as a viable, as an acceptable religion. And yes, my main religious issues with Catholic dogma and theology both as a child and now as an adult were and are that I do consider the entire concept of having to pray to the Virgin Mary rather overly like goddess worshipping and the veneration of the so-called saints as at best rather majorly problematic (and of course not to mention my unmitigated fury at the Vatican being unwilling to apologise for its role in Canada’s Residential School holocaust and how long it has taken to admit that there was a huge issue with priests sexually abusing children).

So naturally, with my extremely fraught relationship with and my negativity towards Catholicism as an entity, as a faith, since my childhood, when in 1987 I had to read Novalis’ (Friedrich von Hardenberg’s) 1799 fragment Die Christenheit oder Europa (Christianity or Europe in English translation) for a university level undergraduate course on German Romanticism, while there certainly are some descriptively brilliant passages of delightful poetry and lyricism to be textually encountered in Die Christenheit oder Europa, sorry, but Novalis’ underlying thesis statement is and will always be (to and for me) majorly and lastingly uncomfortable and something to be condemned as at best short-sighted and at worst downright dangerous. For honestly, how can I in any way accept and condone Novalis waxing poetic and with strange nostalgia in Die Christenheit oder Europa for the supposedly “good old days” of the Middle Ages, where according to him, there was just “one” Christian religion, where heretics were saved by being burned at the stake, where crusaders were somehow heroically fighting for the so-called Holy Land, and where people supposedly knew their place and did not and dared not question religious authority? And considering that there ergo is also a very harshly critical voice against both the Protestant Reformation and the Age of Enlightenment (the entire 18th century) present in Novalis’ words (including much painful misogyny and an attitude that freedom of religion, that the move from Mediaeval Catholic domination to a more democratic way of thinking and acting has also supposedly lastingly destroyed poetry), for me, Die Christenheit oder Europa is and always will be a pretty horrible and dangerous piece of writing.

Furthermore and finally, I also equally do rather think the above about the author, about Novalis himself, for his Weltanschauung as he portrays it in Die Christenheit oder Europa, I totally do personally reject all of this, the fact that Novalis was indeed a talented poet quite notwithstanding (and that Friedrich von Hardenberg, that Novalis, in his early twenties actually fell madly in love with his twelve year old cousin Sophie, who then became his so-called muse when she died at the age of fifteen, this also has always quite made me cringe and to consider Novalis’ love for Sophie von Kühn rather strangely pedophilic in nature).
12 reviews
August 9, 2025
O livro expressa a esperança do autor por um retorno da Cristandade, de um governo universal, católico, como o que havia na Europa antes da Reforma Protestante, que tivesse por alicerce a religião cristã, em vez, por exemplo, do revolucionarismo secular do governo pós-revolucionário da França, e por oficiais supremos a nobreza sacerdotal, e não o príncipe e seus ministros. Não é, veja bem, que o autor acredite em profecias ou numa ordenação divina da história – ele, na verdade, nem me parece de todo sincero nas suas poses de devoto. Mas ele seguia uma concepção cíclica da História que dava a essa esperança um quê de racionalidade e razoabilidade. O interessante é que tal esperança fosse receber voz da parte de alguém que sequer parece ter muito respeito pelo dogma cristão por si só. A Bíblia, diz Novalis, é um livro pobre e insatisfatório intelectual e espiritualmente, e isto, adiciona ele, absolutamente justifica a proibição que sabiamente impusera a Igreja contra sua leitura pelos leigos nos séculos anteriores. E a filosofia latente em suas páginas é abalada em seus fundamentos pelos estudos de hereges do conhecimento como Copérnico e Galileu, cujas descobertas, queriam eles ou não, ameaçavam roubar o homem da reverência pela natureza que a ignorância de tempos anteriores lhe inspirava, novamente explicando a sagaz repressão decretada pelo Papa. O verdadeiro fiel moderno receberia como insulto essa primeira posição de Novalis e teria uma propensão muito maior de enganar-se quanto à segunda. Mas vê-se, aqui, por que Novalis suspirava tanto por aquilo que só se pode descrever como o despontar de uma nova Idade Média: sua sensibilidade estética, sua fome romântica por transcendência e misticismo, por linhas e fronteiras que se dissolvem, pela majestade da arte e pela inefabilidade da natureza, coisas que ele via sob ameaça pelo avanço da ciência empírica e do espírito baconiano, com sua clareza excessiva e vulgar. Jesus, para Novalis, não é a Verdade que leva à salvação da alma, como disse ele no evangelho de João – ele está mais para a Mentira Nobre de que havia falado Platão em A República, a fábula que torna possível tanto a arrebatação estética que Novalis experimentava em seus transes místicos, quanto a Kallipolis católica que ele nunca chegou a conhecer pessoalmente, mas que ele descreve com tão falsa ingenuidade nas primeiras páginas deste escrito.

Também fica claro aqui, especialmente nos fragmentos do apêndice, que, na medida em que ele pratica religião alguma, Novalis é muito mais mariano do que cristão – o foco de sua adoração não era o menino Jesus, e sim a virgem Maria. Sua religiosidade não levava à abdicação do corpo físico, ao “arrancar o olho que te escandaliza”, e sim à recanalização do impulso sexual, à volúpia pelos belos ícones que ele contemplava. Cá e lá, o leitor mais atento vê masoquismo e outros fetiches estranhos para os quais nem havia nome à época; Novalis engana-se que eles eram universais, e o faz justamente porque eles lhe eram individuais.

Aqui, Novalis põe em discurso filosófico toda a estranheza dos contos românticos de Tieck – a atmosfera faustiana, a dubiedade dos personagens, a dificuldade de escapar do labirinto escuro. Como religioso e como pensador, Novalis é cheio de múltiplas valorações – ele tem em seu peito os “dois corações” que para Nietzsche eram inatos ao espírito alemão. Ele contempla todos os objetos postos ante seus olhos a partir de múltiplas perspectivas, e por isso ele logra ser justo até mesmo com aqueles que seu partidarismo filosófico só pode perceber como adversários. Essa ambiguidade toda se estende também ao legado histórico do livro. Ele falhou como previsão do futuro, como vaticínio de uma nova forma de governar na Europa que representasse o triunfo duradouro e universal da faculdade estética do homem; mas, ainda assim, ele serve de excelente retrato quanto às motivações de uma figura muito atual e presente na vida política ocidental, a do pensador reacionário que despreza a modernidade e vê a grandeza política em sua destruição.
Profile Image for Diego .
29 reviews
September 18, 2025
Ensayo breve pero cargado de simbolismo. Al igual que Hölderlin, Novalis reconoce la necesidad de un renacer religioso tras la ilustración. Este último plantea el retorno de un cristianismo renovado que pueda unir nuevamente a Europa, que sintetice razón e intuición.

“La sangre se derramará por Europa hasta que las naciones se sustraigan de aquella terrible demencia que las obliga a vagar en círculos, y atrapadas bajo los efectos de la sagrada música se sosieguen y regresen a antiguos altares en una variada procesión, propagando obras pacíficas, y con ardientes lágrimas celebren un ágape sobre los campos humeantes de las batallas. Sólo la religión puede volver a despertar a Europa y consolidar la unión de los pueblos, e instalar con renovado esplendor a la cristiandad sobre la Tierra, otorgándole de nuevo su antigua labor pacificadora.”

Encuentro esta frase particularmente evocadora:

“Donde no hay dioses gobiernan fantasmas, y la época en que nacieron los espectros europeos, que aclara su naturaleza por completo, es el periodo de transición de las doctrinas griegas al cristianismo.”

Son también interesantes sus reflexiones sobre el Luteranismo, la Reforma y la Compañía de Jesús.
Profile Image for Alejandro  Paulovitch.
116 reviews2 followers
February 12, 2025
Novalis un autor Excelente pero se me queda corto, no hubo suficientes referencias a Europa, mucho a la cristiandad pero adoro su misticismo religioso ese catolicismo imperante y bueno. Nos han robado una identidad y ya no queda nada de ella ni podrá quedar de ella. Es una pena pero bueno Novalis debería haber sido más duro y reaccionario pero a la vez reconoció el valor de lo revolucionario. Estoy orgulloso de haberme leído este pequeño libro para conocer una de esas voces reaccionarias que cambiaron Europa y formaron el pan europeísmo.
Novalis: "Sólo la religión puede salvar Europa, afianzando la unión entre los pueblos e instalando una renovada e interesada grandeza a la cristiandad sobre la tierra, para ello habrá que devolver a la religión (católica) su antiguo papel pacificadora (paz y tregua de Dios".
Profile Image for Juan Carlos Szhz.
90 reviews
December 20, 2023
[ Cuando la etapa más oscura de la humanidad llega a su fin y se visualiza el renacimiento surgen algunas voces, poetas, que se resisten al cambio y que aclaman el regreso a la etapas obsoletas en el sentir y pensar. Difícil imaginar que existen quienes se niegan a encontrar la luz. ]
Profile Image for Juan.
41 reviews
May 2, 2024
Leído hoy de PDF de internet de la revista Araucaria. Me ha costado poco, son como doce páginas de DINA4. No me ha gustado. Me ha parecido oscuro, romántico, ingenuo y que da mucha legitimidad al Protestantismo y a propaganda anticatólica.

Ah, e ignora forzadamente cualquier mención a España, como no podía ser de otra manera.
Profile Image for Thomas Bochenski.
5 reviews1 follower
November 15, 2024
He was right about everything, and it rings especially true to modern readers. It is a rarity for a book to speak more-so to people who read it two hundred years later.
Profile Image for Chiara.
182 reviews32 followers
July 3, 2017
Fa quasi paura quanto Novalis abbia previsto la storia d'Europa e il destino della religione/la Germania. Dovrei rileggere tutto
Displaying 1 - 9 of 9 reviews

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