A história de três gerações avô, pai e filho entrelaçam-se em momentos tocantes que nos fazem refletir sobre o efémero da vida e como o amor nos salva em todos os momentos. Este livro é uma história de amor. A mais bela das histórias de amor. Aqui há hospitais, é verdade. Há pais que choram, há mães que esperam, há filhos que resistem. Acima de tudo, há amor. Amor como cura, como anestesia, como diagnóstico. Amor que não cabe nas paredes de um quarto de hospital, nem nas palavras que tentam explicá-lo. "O Hospital de Alfaces" é isso. Uma história que dói, mas que abraça. Uma história que sangra, mas que salva. Uma história para quem já amou ao ponto de se perder. E que descobriu que, mesmo perdido, ainda é possível continuar.
Pedro Chagas Freitas escreve. Publicou 22 das mais de 150 obras que já criou. Foi, ou ainda é, jornalista, redactor publicitário, guionista, operário fabril, barman, nadador salvador, jogador de futebol, e muitas outras coisas igualmente desinteressantes. Orienta desorientadas sessões de escrita criativa por todo o país e arredores. Gosta de gatos, de cães e de pessoas. Não gosta de eufemismos e de bacalhau assado. Tem mais de 100.000 fãs na sua página de Facebook.
A escrita do autor mudou porque em 2024 a vida dele também mudou radicalmente.
Em 2024 o autor perdeu o pai e o filho Benjamim necessitou de um transplante de fígado que obrigou a um internamento de 3 meses.
Essas duas experiências deram lugar ao novo livro. Neste Hospital de Alfaces conhecemos um pai que perdeu o seu pai e que não pode abraçar o filho.
Um livro que nos toca profundamente. Um livro sobre a perda, sobre o amor, sobre a paternidade. Sobre mudanças que ocorrem em nós quando os que mais amamos estão a sofrer.
Adorei. É um livro que nos muda. Que nos faz pensar na vida e no que temos.
Um livro escrito de forma metafórica que fala de três gerações e momentos tocantes que nos fazem pensar e refletir sobre a verdadeira importância da vida e dos que nos rodeiam. Por vezes não sabemos dar o devido valor às pequenas coisas e quando a vida nos põe à prova como aconteceu com o autor numa doença do filho, vemos a nossa vida do avesso e começamos a ver certos acontecimentos com outra importância e dar o devido valor ao que realmente importa. E nas horas de agonia descobrimos que o amor cura e o amor vale tudo. O livro alerta-nos para a importância do amor, da esperança ,da resiliência mesmo quando as forças começam a fraquejar dentro de um hospital e temos de mostrar ao nosso filho que ainda é possível.
"O amor é uma torrada que cai sempre com a manteiga para baixo, só que com mais abraços e menos chávenas de chá. Às vezes, parece um sketch mal ensaiado: toda a gente se esquece das falas e sai a correr de um cavalo invisível. No fim, o amor vence. Pelo menos quando ninguém está a olhar."
Eu estava a gostar do início... A partir de metade do livro já só queria que acabasse. Que escrita tão cansativa. Ninguém merece ter que levar com 8 frases filosóficas e cheias de metáforas sobre a dor, amor ou a felicidade, numa só página! No início pensava "que frase tão bonita", até que fui repetindo esse pensamento várias e várias vezes, e acabei a enjoar.
E não, não me vou dar ao trabalho de reler para completar a frase no fim. Nunca quis tão pouco saber como termina um livro
Já terminei o livro anteontem mas precisei de algum tempo para processar e tentar dar-lhe uma pontuação. Especialmente com aquele final... não gostei do final, em concreto o tal enigma para resolver. Posso dizer que adorei a primeira parte do livro, inclusive sublinhei imensas frases. No entanto, a partir de metade comecei a perder *um pouco* o interesse no livro. Eu sei que tem sempre o mesmo fio condutor (a doença do Benjamim) mas acho que houveram partes confusas. A partir de metade parecia que as frases começavam a ser repetitivas e que a história não andava para a frente. Eu até gostei da metáfora das alfaces e como disse retirei muitas frases que pretendo reler no futuro mas acho que chegou a uma parte que já era demasiado "realismo mágico" para mim. Resumindo, eu acho que se o livro tivesse sido mais curto e direto ao assunto teria gostado mais. Não me arrependo de comprar e apoiar um autor nacional, porém penso que não é um autor para mim e está tudo bem 😌
As páginas deste livro tornaram-se como um diário pessoal meu. Tão lindo e tão vulnerável. Vai até às entranhas. É um livro que deve ser lido devagar para que possa preencher cada vazio em nós.
Caro Pedro Chagas Freitas, Talvez não tenha tempo de ler o meu email, mas mesmo assim escrevo-o porque acabei de ler o primeiro livro da sua autoria "O Hospital de Alfaces", um livro que verdadeiramente me surpreendeu. Tinha ido a Portugal para resolver umas coisas e passei ali uma semana e não consegui resolver nada, voltei para Itália um pouco frustrado porque os serviços públicos muitas vezes em vez de ajudar atrapalham. Cheguei no aeroporto um pouco revoltado com a situação e talvez comigo próprio. Fui a loja portuguesa ver uma lembrança para trazer para Itália e deparei com o seu livro, não pensei duas vezes em o comprar porque já estava na minha lista de livro a ler, mas como não tinha tempo para ir a uma livraria, talvez foi providência divina, não sei, o certo é que o livro foi um bálsamo de esperança ao longo da minha viagem. Enquanto esperava a hora do embarque resolvi começar a leitura. devorei o livro porque sempre que tentava parar algo dentro de mim me obrigava a ler mais um pouco e quando dei por mim o livro terminou. Foi realmente uma leitura maravilhosa, foi como navegar o oceano até chegar a minha amada pátria Cabo Verde. Um livro que me fez revisitar a minha infância, os momentos mais dolorosos da minha vida, principalmente quando visitava o hospital sempre por causa da minha perna. Durante as idas ao hospital tive sempre a minha mãe ao meu lado, ela sempre foi e continua a ser um pilar na minha vida. lembro-me de quando marcavam as consultas, tinha que viajar para a ilha de São Vicente onde o meu doutor dava consultas. O medo de andar de barco me atormentava, pensava que o barco ia afundar e por minha causa a minha mãe ia morrer. Vivi momentos dolorosos, sofri bullying por causa da minha forma de andar, não podia fazer exercícios físicos e os meus colegas me chamavam de coxo. O hospital de São Vicente foi na minha adolescência um verdadeiro calvário até chegar o dia em que o doutor disse a minha mãe: "O Orivaldo vai ficar bem, agora tem que ter paciência e o osso vai voltar ao lugar e começará a andar bem". foram mais do que palavras, foi a ressurreição, foi uma luz que despontou na minha vida. Sempre fui uma criança que ia a Igreja e sou católico. tantas vezes rezava a Deus que me curasse e quando aquele dia chegou não duvidei mais da existência de Deus, ainda hoje, acredito piamente que Deus sempre esteve e está ao meu lado. Ao ler o teu livro obrigou-me a revisitar o meu passado e a viver o presente que é a única certeza que tenho. Um livro que nos ajuda a ver a luz que ainda fumega mesmo quando as tempestades da vida nos tentam derrubar. não responderei a última frase porque não quero que a história termine, quero vive-la a cada dia. Já li centenas de livros, cada um é original, cada um traz pincelado uma vivência, mas o seu livro será sempre um pilar na minha vida. sempre que me sentir perdido vou revisita-lo. Se existe uma coisa que aprendi com o Papa Francisco e hoje voltei a enxergá-lo é que o passado não nos define. No seu livro revive este apelo do Santo Padre que ecoa ainda hoje no meu coração. Obrigado por este esplêndido livro. Fraternalmente, Orivaldo Neves
Já tenho o livro há algum tempo e estive à procura do momento certo para o ler, tinha em mente que ele ia provocar muito barulho mental no sossego das férias. Eu não o li, eu devorei-o numa viagem, não há um dia que não me lembre de passagens que vou voltar a ler, é um livro para abrir e reler algumas passagens, algumas vezes para acalmar a alma ou trazer de volta fantasmas que queríamos deixar fechados no sótão. A primeira parte do livro foi calma para as minhas emoções, como se fosse um narrar de uma vida completamente normal, quando chego ao meio do livro senti aquilo que posso descrever como uma alteração do destino da viagem sem aviso prévio. Como anteriormente disse, sou mãe de uma menina que tem deficiência e desde pequenina faço como a ligação com a alface. Quando ela era pequenina tinha sempre a colada ao meu peito, dormia com ela em cima do meu peito, fazia as sestas em cima do meu peito numa tentativa que o poder do amor a curasse, ainda hoje passa muito tempo colada a mim. Obrigada por este livro avassalador que veio reviver muitos sentimentos, mas ao mesmo tempo veio fazer-me sentir que não me estou sozinha na luta.
Um livro intenso e cheio de amor, amor, amor e verdade. Um incentivo para a autoreflexão, que nos permite perceber que a única coisa que controlamos na vida é apenas a nossa respiração. A melhor decisão é cuidar e acrescentar Amor, cuidar com Amor....tudo se resumo ao AMOR! Gratidão Pedro Chagas Freitas 🥰
Este livro é um abraço e simultaneamente um murro no estômago do princípio ao fim. Devorei-o em dois dias de tão imersa que fiquei na história. se o tivesse de descrever numa só palavra: Amor. Representa na perfeição o amor entre um pai e um filho. Escusado será dizer que chorei litros. Muito, muito bonito... LEIAM!
“O Hospital de Alfaces” é mais do que um livro — é um testemunho, um abraço literário àqueles que já amaram ao ponto de doer. É coragem, fragilidade, poesia e verdade. Não surpreende que tenha conquistado um lugar tão especial no meu coração (e no de tantos outros leitores).
Livro incrível! Absolutamente arrebatador. Dolorosamente lindo e inspirador. Li o livro duas vezes. A primeira leitura foi muito rápida. Na segunda leitura absorvi cada frase, cada mensagem. Um verdadeira aprendizagem e reflexão do que é realmente importante na vida.
Um livro "apenas" espetacular. Um livro alegre e triste... tranquilo e agitado... simples, porém essencial... E o final... um final surpreendente e enigmático... Para ler e reler... ;-)
Um livro de uma sensibilidade rara. Ou, quando a poesia do Pequeno Príncipe encontra o amor cru da realidade, nasce a beleza que cura. Grande momento de leitura! Obrigado!
Vou ser sincera, há muito tentei ler o Prometo falhar, e não consegui acabar. Mas este apaixonei-me, foi um murro no estômago. Nunca tinha sentido necessidade de assinalar passagens de um livro, como senti deste. Fiquei encantada. Este livro ensina-nos tanto principalmente no que podemos encontrar de "bom" nas adversidades da vida.
Difícil não querer chegar ao fim...sentimentos que tocam a tantas pessoas e o sentimento de impotência perante a vida dos nossos. Vale a pena ler e refletir o que realmente fazemos aqui!
É cativante do início ao fim. Cheio de frases bonitas e metáforas que nem todos compreendem e, através das quais, se percebia a intensidade com que o personagem sentia o que estava a acontecer.
AMOR LIBERDADE FALHA ALEGRIA CORAGEM EMPATIA Obrigado, Mestre. O teu estilo não dececiona. Um forte abraço. Precisamos de mais pessoas como tu. Repito-me: obrigado.
Queria ter gostado mais deste livro... achei o início demasiado repetitivo e a história um pouco confusa. Ainda assim, compensa com frases motivacionais e passa uma mensagem importante para todos.
Comecei e acabei! Se o telefone tivesse tocado não iria tender. Nada teria tanta importância assim, que me fizesse interromper aquele momento, um momento de deslumbramento absoluto com as palavras que li e que em mim ficaram. Dizer que "gostei, adorei, amei" não chega são palavras que se tornam "poucochinhas". Gostava de falar 'alfacês' para poder exprimir o que não consigo em português. Não tenho adjetivos suficientemente elogiosos para descrever ou classificar esta ode à escrita! OBRIGADA! Parabéns, Pedro Chagas Freitas
Entras-nos peito dentro sem pedir licença...obrigas-nos a reviver ,mesmo aquilo que queríamos guardar esquecido . Fazes-nos relembrar a dor, reabres feridas. Acima de tudo fazes-nos SENTIR... nos dias de hoje faz falta sentir, não com a cabeça mas com o coração, e as tuas palavras têm essa capacidade...obrigada.