Jump to ratings and reviews
Rate this book

O Morro dos Ventos Uivantes - Edição de Luxo

Rate this book
Considerado um dos maiores clássicos da literatura inglesa, O Morro dos Ventos Uivantes é uma obra sobre paixão, vingança e redenção. Publicada em 1847, a narrativa da aclamada escritora Emily Brontë gira em torno da relação conturbada entre Catherine e Heathcliff, dois personagens que se amam profundamente, mas são separados pelas convenções sociais e pela influência de terceiros. Contada a partir de diferentes perspectivas, a trama envolve camadas de complexidade e culmina em uma série de eventos dramáticos que transformam para sempre a vida de todos os envolvidos. Nessa jornada pelo coração humano e suas múltiplas facetas, poderá o amor ser eterno?

386 pages, Kindle Edition

13 people are currently reading
20 people want to read

About the author

Emily Brontë

1,469 books13.6k followers
Emily Brontë was an English novelist and poet whose singular contribution to literature, Wuthering Heights, is now celebrated as one of the most powerful and original novels in the English language. Born into the remarkable Brontë family on 30 July 1818 in Thornton, Yorkshire, she was the fifth of six children of Maria Branwell and Patrick Brontë, an Irish clergyman. Her early life was marked by both intellectual curiosity and profound loss. After the death of her mother in 1821 and the subsequent deaths of her two eldest sisters in 1825, Emily and her surviving siblings— Charlotte, Anne, and Branwell—were raised in relative seclusion in the moorland village of Haworth, where their imaginations flourished in a household shaped by books, storytelling, and emotional intensity.
The Brontë children created elaborate fictional worlds, notably Angria and later Gondal, which served as an outlet for their creative energies. Emily, in particular, gravitated toward Gondal, a mysterious, windswept imaginary land she developed with her sister Anne. Her early poetry, much of it steeped in the mythology and characters of Gondal, demonstrated a remarkable lyrical force and emotional depth. These poems remained private until discovered by Charlotte in 1845, after which Emily reluctantly agreed to publish them in the 1846 collection Poems by Currer, Ellis, and Acton Bell, using the pseudonym Ellis Bell to conceal her gender. Though the volume sold few copies, critics identified Emily’s poems as the strongest in the collection, lauding her for their music, power, and visionary quality.
Emily was intensely private and reclusive by nature. She briefly attended schools in Cowan Bridge and Roe Head but was plagued by homesickness and preferred the solitude of the Yorkshire moors, which inspired much of her work. She worked briefly as a teacher but found the demands of the profession exhausting. She also studied in Brussels with Charlotte in 1842, but again found herself alienated and yearning for home. Throughout her life, Emily remained closely bonded with her siblings, particularly Anne, and with the landscape of Haworth, where she drew on the raw, untamed beauty of the moors for both her poetry and her fiction.
Her only novel, Wuthering Heights, was published in 1847, a year after the poetry collection, under her pseudonym Ellis Bell. Initially met with a mixture of admiration and shock, the novel’s structure, emotional intensity, and portrayal of violent passion and moral ambiguity stood in stark contrast to the conventions of Victorian fiction. Many readers, unable to reconcile its power with the expected gentility of a woman writer, assumed it had been written by a man. The novel tells the story of Heathcliff and Catherine Earnshaw—two characters driven by obsessive love, cruelty, and vengeance—and explores themes of nature, the supernatural, and the destructive power of unresolved emotion. Though controversial at the time, Wuthering Heights is now considered a landmark in English literature, acclaimed for its originality, psychological insight, and poetic vision.
Emily's personality has been the subject of much speculation, shaped in part by her sister Charlotte’s later writings and by Victorian biographies that often sought to romanticize or domesticate her character. While some accounts depict her as intensely shy and austere, others highlight her fierce independence, deep empathy with animals, and profound inner life. She is remembered as a solitary figure, closely attuned to the rhythms of the natural world, with a quiet but formidable intellect and a passion for truth and freedom. Her dog, Keeper, was a constant companion and, according to many, a window into her capacity for fierce, loyal love.
Emily Brontë died of tuberculosis on 19 December 1848 at the age of thirty, just a year after the publication of her novel. Her early death, following those of her brother Branwell and soon to

Ratings & Reviews

What do you think?
Rate this book

Friends & Following

Create a free account to discover what your friends think of this book!

Community Reviews

5 stars
23 (41%)
4 stars
23 (41%)
3 stars
6 (10%)
2 stars
2 (3%)
1 star
1 (1%)
Displaying 1 - 4 of 4 reviews
Profile Image for Tina Lopes.
78 reviews32 followers
September 21, 2025
Que surpresa: praticamente ninguém presta e está longe de ser um romance meloso como sempre achei que fosse. Mas Emily pesou a mão no Heathcliff, convenhamos.
Profile Image for Valen.
5 reviews
August 25, 2024
Procrastinei muito pra escrever a resenha sobre esse porque eu sinto que me falta sensibilidade pra falar sobre esse livro, no sentido de que talvez eu seja limitada pra entender de fatos as nuances desse livro.
Eu peguei esse livro sem saber nada sobre ele além de que se tratava de um romance (nunca tinha visto o filme e nem ninguém tinha me contado sobre a história) então eu formulei uma ideia do que ele seria na minha cabeça (algo parecido com outros romances de época que eu já li) e eu não podia estar mais longe do que realmente foi esse livro.
Um dos aspectos que eu mais gostei da história foi a escolha narrativa, a autora faz um trabalho tão bom em te colocar dentro da história que se não fosse pelas menções aqui e ali do Lockwood você esqueceria totalmente dele porque parece que a Nelly está contando aquela grande fofoca pra você e livros com narrados que não são 100% confiáveis pra mim é sempre uma aventura ler porque no final do livro eu me vi tendo muitas das mesmas opiniões da Nelly que eu não sei dizer que se eu as teria se ela não fosse a narradora. Em alguns outros momentos também tem outros pontos de vistas narrativos (consideravelmente mais curtos) mas que são igualmente desconfortáveis e eu adorei essa dinâmica do livro. Outro aspecto que eu gostaria de destacar é o quanto esse livro é hilário, não aquele tipo de engraçado que te faz soltar um arzinho pela boca, eu gargalhei diversas vezes lendo esse livro e isso pra mim é incrível.
Sobre a história em geral, existe muito sofrimento do começo ao fim desse livro, se bem que se pode argumentar que no final do livro existe uma certa felicidade, mas esse livro é muito marcado pelo sofrimento de vários personagens diferentes, sofrimentos de cunho social, sofrimentos por conta de hierarquia, sofrimento por conta de religião e até mesmo sofrimentos psíquicos. Todos os personagens são de alguma forma afetados por alguma forma de sofrimento e a maioria deles é sofredor mas também causador de sofrimento no outro, esse livro não te mostra as "mocinhas" e "mocinhos" de romance que muitas outras obras mostras, os personagens podem ser bons mas eles porém também ser egoístas, cruéis, vingativos, invejosos e covardes.
O romance do Heathcliff e da Catherine que é o tema central do livro é um amor muito forte e intenso mas ao mesmo tempo é mesquinho, obsessivo, possessivo e cruel, mas isso tudo é um reflexo também de como eles foram criados antes e depois da morte dos pais dele, é uma relação que te move a querer torcer por eles pela quantidade de amor visível e pela história dos dois juntos mas que no final (eu pelo menos) não consegui me ver apoiando com o desenvolvimento dos dois. Por uma série de mal-entendidos, situações passadas e por escolhas de vários personagens nasce no interior de Heathcliff o desejo de se vingar de Catherine, do seu marido, da irmã dele, da filha e de todo mundo que tivesse qualquer envolvimento com a família Linton. E todos eles tem seus erros, o que pesa na balança é a quantidade e é uma leitura que me fez questionar em muitos momentos porque o Heathcliff foi se tornando uma pessoa cada vez mais asquerosa mas ao mesmo tempo ele também foi uma das pessoas que foi mais vítima durante a história, então ninguém que é apenas bom e apenas mal (mas chegou um momento da história também que eu larguei a mão do Heathcliff).
Sobre os personagens, Hindley pra mim era um dos piores do começo ao fim ele não teve uma qualidade que o redimisse, Joseph também. Nelly pra mim era uma das personagens mais interessantes porque ela se portava como a que conhecia tudo, muito sábia, aquele tipo de sabedoria de alguém mais de idade, mas a idade dela não era tão maior do que as dos outros personagens mas por conta da sua posição social e a necessidade de trabalhar cedo ela teve que amadurecer muito cedo e criar crianças mesmo sendo ela mesmo uma. Catherine Earnshaw é também muito interessante, ela é descrita como muito bela mas com um gênio muito forte e com o passar dos anos ela entra num sofrimento psíquico tão grande que isso é o que acaba levando a sua morte. Edgar Linton, não tenho muita opinião sobre ele além de sentir um pouco de pena e sentimentos de conflito, ele amava muito a Catherine mas em muitas vezes me questionei se esse amor era tão altruísta ja que ele nunca teve intenção de deixá-la para ir com ela verdadeiramente amava (ele era a opção mais segura mas quem era ele pra decidir isso) mas tirando suas transgressões quando criança ele era um dos personagens mais gentis e foi um excelente pai também. Isabella Linton, ingênua e é a única palavra que eu tenho pra ela. Linton Heathcliff, insuportável. Catherine Linton, filha de Catherine e Edgar, umas das vítimas de Heathcliff, é uma das personagens que mais amadurece na história e que também mostra mais coragem diante Heathcliff. Hareton Earnshaw, precioso demais, meu personagem preferido, merecia tudo de bom, mesmo sendo limitado por Heathcliff ele ainda cresceu bem (menos tendencioso que isso impossível) e eu gostei muito do final dele com a Catherine (tive que fazer um esforço enorme pra lembrar que era Inglaterra do sec 19 e ignorar o fato deles serem primos). Por fim o Heathcliff, eu não me permito amar ele mas não consigo odiar ele, ele é vilão e herói da própria história sua vida foi trazer sofrimento pros outros e mesmo ele dizendo que aquilo o satisfazia eu duvido muito e ele entregou umas das suplicas mais arrepiantes e bonitas que eu já vi quando ele implorou pra que Catherine o assombrasse depois da morte para que ele pudesse vê-la de novo.
No geral eu me diverti muito quebrando a cabeça com esse livro e com certeza lerei de novo e espero que quando o fizer eu consiga escrever uma resenha melhor.

Profile Image for Desyree Felix.
5 reviews
January 12, 2026
escrita longa sobre detalhes da casa, do clima, etc.. mas não explica algumas dúvidas que surgem e minimiza fatos importantes.
Displaying 1 - 4 of 4 reviews

Can't find what you're looking for?

Get help and learn more about the design.