Frankenstein's monster amok in the Garden of Eden? If I was alone on a deserted moon with nothing but a smoking-hot Farrah Fawcett to keep me company humping away the years, I would most certainly not welcome a new addition to the team. Especially when the new member happens to be a psychotic wash-out from the astronaut program and his hulking brain-linked killer robot. From a script by MARTIN AMIS of all people!
É destas histórias que são feitos os filmes de ficção científica de série B. No caso deste livro, o comentário é literal. A vida pacata num centro isolado de pesquisas numa das luas de Saturno é quebrada pela chegada de um estranho. O centro de pesquisa é habitado por um astronauta envelhecido e pela sua colega, uma jovem nascida no espaço, tendo-se tornado amantes. A chegada de um terceiro elemento, que assume à partida uma atração pela jovem, vai desafiar a vida tranquila do casal. Mas o elemento verdadeiramente disruptivo é um robot, trazido pelo estranho para ser testado naquela remota estação. Um robot poderoso, cujos processadores incluem tecido cerebral humano. Ao ser treinado, apanha a atração sexual do seu treinador, e desenvolve uma atração pela jovem cientista que se irá traduzir num acumular de catástrofes. O final é curioso, com a consciência do amante a acabar por tomar conta da mente artificial do robot, e uma certa insinuação que a história poderia continuar em tom de ciber paixão.
A história é uma variação do tema super-robot quase extermina humanos, embora tenha alguns pormenores curiosos. Leitura divertida e inconsequente, e uma capa daquelas tão más que até se tornam boas.
A solid and engaging adaptation of the 1980 film, which I am a fan of, so YMMV.
There is excellent world-building in the novel that helps to flesh out the society our protagonists must live in. And it ain't pretty.
HECTOR is also well represented in the book and I'm looking forward to revisiting the film to see how well this was depicted onscreen. I always felt HECTOR was an underrated film robot.
This started off strong, but it tailed off. Too samey throughout. The writer seemed to want the reader to do a lot of the work, but, the inspiration wasn't there to be bothered. It felt like slog to get through, despite the short length. Some good atmosphere was conveyed, and it did have the retro sc-fi feel of the era.
A falta de densidade dos personagens e a linearidade das situações recriadas foram as primeiras coisas a despertarem a minha atenção - levando-me a reler a sinopse da contracapa e (tchatchatcham!)a descobrir que se tratava de uma novelização. Bah! Fui enganado! Como tal lá entrevi a permissa simplista e o enorme estereótipo anti-ciência que teima em permear as produções cinematográficas.
A escrita não é má, se bem que despretenciosa e sendo uma adaptação de um filme (aliás, qualificado com uns miseros 4,7 no IMDb), por vezes dá-nos aquela sensação de estar a ler um guião. Para aqueles amantes do Filipe Faria que gostam que páginas intermináveis com a descrição permenorizada dos momentos de climax, é até capaz de ser uma boa escolha, mas para quem realmente gosta de se deleitar com os magnificos universos de Heinlein, Silveberg e Dick, e que por isso procura esta colecção da Europa-América, tenham cuidado e não façam como eu, tropeçando neste título.