A Morte sempre se manteve reservada e silenciosa. Até que alguém conseguiu contatá-la para um encontro. Sentados em um bar, ao lado de um chope, cigarros, forró e música brega, o estranho disse estar portando um objeto recolhido de uma terra esquecida e demoní o Mundo às Avessas, uma realidade paralela criada e abandonada pela própria Morte, onde vivem criaturas banidas que ela mesma não tem conhecimento sobre. O objeto, segundo ele, poderia acabar com a existência da Morte. Seria uma armadilha? Ou estaria ele falando a verdade? O que ele ganharia com isso? Pela primeira vez em muito tempo, a ceifadora teria que tomar uma decisão que representaria o equilíbrio ou o fim da humanidade. Além de sua própria sobrevivência.
''A Morte entrou num bar naquela noite'' é um conto que se passa no nordeste cearense, trazendo a figura humanizada da misteriosa ceifadora, expondo os medos, incertezas e segredos que a feiticeira das almas carrega.
Uma mescla de fantasia, sobrenatural, mistério e uma pitada de terror.
Só não dei 5* por conta de alguns erros de edição. O gênero da Morte muda algumas vezes, com algumas palavras conjugadas no masculino. Tirando isso, adorei a história e estou ansiosa para ver mais sobre esse universo.
É uma ideia muito interessante, mas talvez tenha ficado um pouco confusa por ter tido pouco espaço para desenvolver, já que é um conto. Felizmente (!!), pelo visto, há uma história principal com esse tema, então pretendo ler.