Sabia que nos dias de hoje um jovem de dez anos tem mais informações do que tinha um imperador romano? Que um jovem de quinze anos tem mais informações do que tinham os filósofos gregos? E que um jovem de vinte anos tem mais informações do que o génio Leonardo da Vinci tinha ao seu alcance? Não há dúvida: é muita informação para uma só cabeça! O excesso de informação e de atividade mental pode dificultar a construção do conhecimento e sujeitar o cérebro a stresse. Sinais claros de stresse: Acordar cansado; Comportamento impaciente; Dores de cabeça; Raiva perante obstáculos menores; Dificuldade de concentração; Falhas de memória. Estes sintomas, entre muitos outros, são atualmente exibidos por um número cada vez maior de jovens. Como podem eles aprender a lidar com estes elevados níveis de stresse e transformar o excesso de informação numa oportunidade de enriquecimento intelectual? Lendo este livro, ao longo do qual o conceituado autor e psicoterapeuta Augusto Cury enceta um diálogo direto com os jovens, abordando os problemas e inquietações que mais os perturbam e oferecendo as ferramentas para desenvolverem ao máximo as mentes brilhantes que possuem. (WOOK)
Augusto Jorge Cury (Colina, 2 de outubro de 1958) é um médico, psiquiatra, psicoterapeuta e escritor de literatura psiquiátrica brasileiro. Desenvolve em Espanha pesquisa em Ciência da Educação e, após a construção da teoria de Inteligência Multifocal, continua a desenvolver estudos sobre as dinâmicas da emoção e da construção dos pensamentos. Dirige a Academia da Inteligência no Brasil, um instituto de formação para psicólogos, educadores e outros profissionais, e actualmente os seus livros são usados em pesquisas de pós-graduação nas mais diversas áreas das Ciências Humanas. À sua actividade, alia ainda a participação em congressos e conferências em diversos pontos do mundo, onde os seus livros estão publicados.
Voltar a ler Augusto cury é sempre um prazer. Neste livro, dirigido a jovens, o autor aborda algumas questões importantes para: pais, professores, educadores e adolescentes. Através de uma personagem bastante carismática: o bisneto de Einstein chamado iSense. Numa alusão aos iPhone e iPads. O autor aborda questões como a ansiedade, o stresse, a dependência das redes sociais e a ditadora da beleza nos jovens. Volta a falar sobre a gestão da emoção e a melhor forma de os jovens contornarem as suas dificuldades.
É um livro um pouco infantil pela forma como o autor conta a história mas não deixa de ser interessante. Trata de assuntos que deve ser basilares na nossa sociedade e que por vezes são deixados de lado.
Livro que mostra um lado muito mais disciplinado que os jovens deveriam ter e como lá chegar. Para além disso, Augusto Cury escreve muito bem. Recomendo, no entanto, livros de self-help não são para mim...
Este é o 2º livro que leio do autor e a minha vontade de continuar a desbravar a sua teoria e ler as suas obras é cada vez maior.
Achei este, em particular, um livro muito bem pensado e fiquei bastante curiosa com a ideia da Academia da Inteligência (e, a um nível mais complexo e envolvendo a comunidade escolar, a Escola da Inteligência). Gostei muito da forma como o discurso está escrito e é dirigido ao leitor na 1ª pessoa, envolvendo-o, sem julgar, e fazendo-o pensar nos seus objetivos, sonhos e significados de uma forma descomprimida e divertida, sem perder o tom sério. Colocando-nos a todos - ricos e pobres, novos e velhos - no mesmo patamar de capacidade, competência e valor!
Numa perspetiva mais ligada à minha formação, acho que este é um manual que deve ser lido, relido, refletido e discutido por todos os psicólogos (educacionais) por forma a introduzir pequenas mensagens e reflexões no seu dia a dia.