Neste conto que é o primeiro spin-off oficial do best-seller A Batalha do Apocalipse, um grupo de anjos de Gabriel é enviado à Terra para averiguar o que parece ser um simples caso de espírito aprisionado. No curso da missão, os celestiais encontram pistas de uma possível conspiração que, se confirmada, pode ameaçar os exércitos rebeldes e reverter a balança das forças no céu.
Writer, journalist, blogger and member of the NerdCast, podcast published by the site JovemNerd. He is the author of the novel "A Batalha do Apocalipse" and nowadays helps to manage the NerdBooks imprint, focused in fantasy literature. In addition, he is a teacher in Hélio Alonso college, in Rio de Janeiro, where he ministers the literature course "Literary Structure - The Hero's Journey in Cinema and Literature".
Um conto muito interessante! Tão interessante que me faz querer ler a trilogia do Filhos do Éden e a A Batalha do Apocalipse .
"Ismael preferiu ajoelhar-se, num gesto de submissão. E assim, quase se arrastando, aproximou-se de Henoch, até aceitar sua mão. – Melhor deste jeito, Ismael. Melhor deste jeito – a sensação de vitória era clara na voz cavernosa. – Mas ainda não me respondeu. Por que desertou? O que o fez se aliar a este bando de insurgentes? – Espero que me perdoe, irmão. Mas você já deveria saber. Eu nunca me rebelei. Eu sou um anjo, e este é o nosso propósito. É a vontade de Deus. Antes que Henoch pudesse digerir a resposta, sentiu um estranho formigamento na palma, e a seguir uma sensação de impotência o dominou. Alguma força externa apoderava-se dele, roubando o controle de seu avatar. Ismael se levantou e tomou uma distância segura do anjo das trevas, à medida que ele tremia, gritava, berrava. Era como se estivesse... possuído."
Alguns meses depois de terminar de ler a trilogia Filhos do Éden, resolvi ler este conto, que se passa no mesmo universo, mas cronologicamente antes dos acontecimentos da trilogia.
Deu pra matar a saudade de personagens que eu adorava. Também deu pra conhecer alguns outros. É claro que aqui, por ser um conto, não há espaço para toda a profundidade de personalidade e background dos personagens, explorados na trilogia. Ainda assim, temos uma história rápida com uma conclusão digna.
Fui pego de surpresa, confesso. Não antecipei a cena final, mas vibrei mesmo assim.
A meu ver o Eduardo Spohr é um bom autor. Ele escreve bem. Mas infelizmente não consigo com seu estilo de escrita e narrativa. Sempre que eu leio um livro dele me sinto desconectado dos personagens e dos acontecimentos. Pretendo ler a sua nova saga, Monge Guerreiro, mas não tão cedo.
Ótima forma de se manter em contato com o Spohrverso.
Aproveitando o fim de Anjos da Morte, li na sequência o pequeno conto A Torre das Almas, que felizmente está diretamente relacionado aos acontecimentos da trilogia Filhos do Éden o que não o afasta da trama principal de A Batalha do Apocalipse. Uma boa forma de matar a saudade da mitologia enquanto não se entra de cabeça no próximo título.
Divertido conto que nos permite voltar ao mundo dos anjos de Spohr, me lembrou uma pequena aventura de RPG. Apesar de curtir muito a escrita de Spohr e o universo da história, como sempre, achei que elementos da trama não fizeram muito sentido. Estranhei o desfecho principalmente. Por ter achado um pouco ilógicas essas coisas na história, dou uma nota mediana.
Cumpriu com o objetivo do livro: me deixar com vontade de ler os outros.
Analisando este livro individualmente as três estrelas são por ser muito curto. Como eu não conhecia as outras obras, fiquei meio perdido de quem eram os personagens, e num espaço de 16 páginas não tem como conhecer direito os personagens, óbviamente.
Curtinho, A Torre das Almas tem um plot simples e muitos personagens pra lembrar, mas as menções as castas de anjos e todo o conhecimento sobre os mesmos fazem a leitura valer a pena. O típico Eduardo Spohr me fazendo chorar com tantas referências angélicas.
Um conto curtinho para quem já leu Filhos do Éden! Dá um insight bacana de como funcionava o grupo de Kaira em suas missões para Gabriel. Simples, para ser lido em uma horinha, e bem divertido. :)