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Техника и наука как “идеология”

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Сборник статей одного из крупнейших мыслителей современности, немецкого философа Юргена Хабермаса, посвящен проблеме отношений между теорией и практикой в условиях современной научно-технической цивилизации. Своеобразие этих отношений он прослеживает как на примере роли, исполняемой в современном обществе наукой и техникой, так и на примере характерных для политической и социальной истории XX века процессов инструментализации и онаучивания политики, влекущих за собой угрозу безраздельной власти технократического сознания над ходом общественного развития. На русском языке все тексты публикуются впервые.

208 pages, Paperback

First published January 1, 1968

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About the author

Jürgen Habermas

378 books698 followers
Jürgen Habermas is a German sociologist and philosopher in the tradition of critical theory and American pragmatism. He is perhaps best known for his work on the concept of the public sphere, the topic of his first book entitled The Structural Transformation of the Public Sphere. His work focuses on the foundations of social theory and epistemology, the analysis of advanced capitalistic societies and democracy, the rule of law in a critical social-evolutionary context, and contemporary politics—particularly German politics. Habermas's theoretical system is devoted to revealing the possibility of reason, emancipation, and rational-critical communication latent in modern institutions and in the human capacity to deliberate and pursue rational interests.

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Displaying 1 - 15 of 15 reviews
Profile Image for Faustine.
63 reviews3 followers
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December 30, 2025
premiere partie pur banger, le reste est tout bonnement insoutenable mais peut etre que c’est moi le probleme jsp
Profile Image for Kelvin Dias.
101 reviews2 followers
October 28, 2024
A obra de Habermas é uma análise crítica da intersecção entre ciência, técnica e sociedade, destacando como esses elementos se combinam para perpetuar a dominação de classe. Desde o início, Habermas ressalta que ciência e técnica se unem em uma racionalização autoritária, formando um campo que serve ao 'progresso' (desenvolvimentista), bem como à manutenção de estruturas de poder.

O autor reformula conceitos do materialismo histórico dialético, focando menos em contradições e mais em simbioses, e destaca que, no capitalismo tardio, as interações sociais são mediadas simbolicamente, resultando em uma complexa relação entre economia, Estado, família e parentesco. A crítica que ele faz à ideologia, sempre com aspas, revela sua visão de que esta não surge da base do trabalho social, mas da incapacidade de reduzir a lógica institucional a uma mera lógica de fins.

Habermas também se depara com o desafio de dialogar com as tradições filosóficas de Hegel e do marxismo, reconhecendo a importância da linguagem e da intersubjetividade. No entanto, ele critica o idealismo absoluto hegeliano, rejeitando a ideia de um espírito totalizante e teleológico. A consciência, segundo Habermas, se forma na interação social e histórica, transformando a dialética em um processo democrático de discurso.

Apesar de suas contribuições relevantes, sua linguagem é hermética e muito crente nas instituições democráticas do sistema que diz se opor. Fica a sensação de que sua teorização, de tanto subverter o materialismo histórico, se torna mais subserviente ao capital do que realmente agente de mudança. Afinal, estamos falando de um autor reformista. Sobra filosofia e falta pesquisa empírica para corroborar boa parte de seus supostos teóricos.

O alerta de Habermas sobre as pressões da modernidade, que instrumentalizam as relações familiares e transformam ambientes de comunicação em estruturas de consumo, destaca sua preocupação com a despolitização e a alienação do indivíduo. Embora Habermas tenha uma pretensão crítica, não consegue enxergar a família como um ponto de origem de diversas problemáticas. Tenho que discordar, não vejo a família como um lugar passível de reforma, mas de abolição. A família não existe sem exploração, sem desigualdade de gênero. O conceito de família, que só existe a partir do conjunto de escravos, servos e patriarca, é tratado pelo autor como um espaço vitimado pela modernidade. Como se a família fosse meramente transformada pelas dinâmicas econômicas do capitalismo tardio e não ela que organizasse a divisão do trabalho e de classes. Há uma interdependência dialética de influência mútua, é claro, mas falta muito materialismo na análise de Habermas.

Isto tudo é extremamente irônico já que para Habermas, a distinção entre interação e trabalho é crucial na análise das dinâmicas sociais. A interação refere-se ao aspecto comunicativo das relações sociais, no qual os indivíduos se engajam em diálogos e negociações, permitindo a construção de significados e a formação da opinião pública. Por outro lado, o trabalho está relacionado à produção material e às relações de produção, refletindo as dinâmicas de poder que permeiam a sociedade.

Habermas acertadamente critica a neutralidade axiológica da ciência, argumentando que essa postura contribui para uma alienação que distancia os indivíduos das estruturas sociais que os moldam. Em Conhecimento e Interesse, Habermas pontua que todo conhecimento é influenciado por interesses humanos, moldando tanto a investigação quanto a interpretação dos dados. Essa perspectiva critica a redução do conhecimento ao interesse técnico, subestimando suas dimensões práticas e emancipatórias.

O autor também examina a fenomenologia, reconhecendo sua ênfase na experiência subjetiva, mas argumentando que ela não abrange a análise das estruturas sociais que moldam essa subjetividade. Em última análise, seu trabalho convida o leitor a refletir sobre a autoalienação e a necessidade de resgatar a capacidade de agir criticamente em um mundo onde ciência e técnica frequentemente são usadas como instrumentos de controle. A ciência é usada para moldar a opinião pública em vez de fomentar uma compreensão mais ampla das questões políticas. Os diversos especialistas que aparecem opinando pela grande mídia demonstram este fenômeno.

De fato, a ciência e a técnica não são neutras. Este ponto não é necessariamente um argumento original de Habermas.
Profile Image for Shalan al shammary.
114 reviews25 followers
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November 26, 2013
لم إنه الكتاب,لان هناك ثلاثة احتمالات:
اما ان الترجمة سيئة جدا
او ان الكتاب سيء جدا
او ان فهمي سيء جدا
Profile Image for Juan Manuel De León Hurtado.
22 reviews1 follower
December 15, 2023
"Ciencia y técnica como ideología" es una obra provocadora del filósofo y sociólogo alemán Jürgen Habermas, que examina críticamente la relación entre la ciencia, la tecnología y la sociedad. Publicado por primera vez en 1968, el libro refleja las preocupaciones de la época y ha mantenido su relevancia en los debates contemporáneos.

Habermas aborda la manera en que la ciencia y la tecnología influyen en la sociedad y, a su vez, son moldeadas por ella. Argumenta que, en lugar de ser meras herramientas neutrales, la ciencia y la técnica se han convertido en fuerzas ideológicas que afectan la percepción del mundo y la interacción social. Examina cómo estas disciplinas pueden ser utilizadas para consolidar el poder y cómo influyen en la toma de decisiones políticas.

El autor también critica la "tecnificación" de la vida cotidiana, señalando cómo la creciente dependencia de la tecnología puede llevar a la alienación y a una pérdida de autonomía individual. Habermas explora las implicaciones éticas y sociales de la tecnificación, destacando la importancia de un diálogo público informado sobre las decisiones tecnológicas.

Aunque algunas de las predicciones específicas de Habermas pueden haber cambiado con el tiempo, su análisis profundo de las interacciones entre ciencia, tecnología y sociedad sigue siendo un valioso recurso para quienes buscan comprender las complejidades de la era tecnológica actual.
Profile Image for Alexander Cruz.
140 reviews3 followers
December 7, 2021
En algunos momentos -la mayoría- se lee un estilo muy barroco para explicar conceptos y como es típico de los alemanes, dar un amplio rodeo para decir algo interesante.
Profile Image for Roberto Yoed.
816 reviews
December 11, 2021
Habermas es, como siempre, detestable, hippie, anti-revolucionario, pequeñoburgués y demás adjetivos que no vale la pena escribir.

Donde llega a acertar es porque es un refrito de Marx.
Profile Image for Cristian Castañeda.
303 reviews1 follower
June 2, 2025
Distinción entre lo que es una ideología y las ciencias. Se detendrá en la definición de los distintos tipos de obstaculos epistemológicos.
72 reviews
April 5, 2022
A collection of essays that works like a 60s science sociology reader. Habermas deals with the Greek distinction between Logos and Doxos, proceeds through Hegel´s concepts of the I and Work and compares Max Weber´s and Marcuse´s notions of rationality, apparently simpathising with the latter. Just like Adorno and Horkheimer some 20 years earlier considered the use of classical music in Hollywood films a desecration indicative of the alienation of capitalist society, so does Habermas (writing around the time of Stanley Kubrick´s majestic use of Richard Strauss´ and Ligeti´s music in 2001, A Space Odyssey) finds grounds for distress in the horrific prognoses of Herman Kahn to the effect that by the year 2000 video surveillance and sex-change medicine would fundamentally changed society and mankind as he knew them. Still in the thralls of the Frankfurt School of Social Studies´ occasional subliminal Romanticism, Habermas concludes that science and technolgy are not objective knowledge systems but ideologies (not quite) like Trostrsyism or Cristian Democracy. Detailed, analytical and perceptive, these texts, read more than 50 years later, beg two questions: (i) what else is new? and (ii) what´s wrong with that?
850 reviews51 followers
May 20, 2022
En estos ensayos se observa, por una parte el intento de aunar la distinción aristotélica entre poiesis (acción técnica sobre objetos) y praxis (acción con sujetos), con Weber y, en cierto modo, con la crítica ideológica marxista. Hoy vivimos en una situación donde la poiesis técnica se ha hecho con la política, economía, educación...

Por otra, se pincela la crítica al papel totalitario de la tecnociencia, cuyo poder se impone por doquier dando forma a nuestra visión del mundo y cerrando todo aspecto social a una razón irracional. En este sentido, Habermas contraataca con su teoría comunicativa buscando recuperar un espíritu ilustrado genuino que se desentienda de aquellas corrientes idolatradoras de la tecnociencia, la cuál ha usurpado el espacio ideológico que antaño tenía la religión (y otras).

Con su esperanza en que una "razón" humanista pueda moderar estos desarrollos autoritarios, estos ensayos gustarán a los habermasianos y, en cierta medida, a los seguidores de Adorno y Marcuse. Pero resultará mediocre (incluso un tanto ingenuo) a los que en filosofía de la técnica hayan leído a Ortega, Heidegger, Mumford, Ellul, Foucault, Zizek, Campagna...

Aún así, en ciertas ocasiones Habermas es lúcido, aunque también muy gris en su exposición.
Profile Image for Giacomo Badanot.
3 reviews
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November 12, 2013
hard to read yet easier than Foucault. at least it develops coherent sentences, where Foucault tends to tell stories, or genealogies as he puts it. the whole point of the debate is on whether there is anything stable or universal in science and techniques. it turns out that science is always related to and intertwined wih the society that created it so that paradigms tend to shift and things stay wavy and shaky pretty much as they were 50000 years ago. it is most unsettling and it is not philosophy proper but a pout pourri of sociology, epistemology and language. before tackling this, please refresh your marx, foucault, claude levi st and probably Wittgenstein. amen.
Profile Image for Francisco Luis Benítez.
71 reviews12 followers
June 16, 2023
Escrito en los 60', pero de una actualidad envidiable. Sin duda el intelectual europeo más grande de las últimas décadas. Avanzaba ideas sobre el procomún, la institucionalización de la innovación y adelantaba los principios de lo que él denominaba el "nuevo marco institucional cibernético". Impresionante libro que implica una revisión de conceptos y paradigmas actuales.
Profile Image for Danielle Aleixo.
220 reviews4 followers
April 21, 2017
Not an easy reading, a combination of essays. Habermas gives his first hints of what he understands as communicative reason.
Displaying 1 - 15 of 15 reviews

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