A sorte parece virar a favor de Matheus assim que ele consegue um emprego no restaurante onde Andrew, o garoto dos seus sonhos, trabalha. Sendo o romântico incurável que é, Matheus acredita fielmente que pode transformar a amizade em um tão esperado romance, o problema é que a vida é cheia de surpresas, e uma delas irá balançar por completo o coração do rapaz, fazendo-o entender que o amor nem sempre é simples e cor-de-rosa como imaginamos.
RUIM PRA MIM é uma história leve, com uma trama envolvente e bem-humorada, que fará o leitor rir e se emocionar até a última página.
Divino B'Atista (Divino Batista da Costa Filho) is a Brazilian writer, musician and filmmaker. He is the author and co-author of independently published books, including "As Sombras de Hivalla", the first volume of the fantasy seriesAs Crônicas de Aleevar" (2021), and the romance "Casa Comigo Nesse Natal?" (2019).
In addition to literature, he works as a singer, composer and music producer, creating original soundtracks connected to his narrative universes. He is also the director and screenwriter of the film Além das Aparências. Divino B’Atista is the founder and CEO of Grupo Parum, a creative group operating in publishing, music, audiovisual production and digital media.
Born in 1995 in the interior of the state of Goiás . Extremely passionate about music, films, and national literature, he sees the works of Paula Pimentaa and Carina Rissi as a source of inspiration.
Eu definiria esse livro como: ruim pra mim. (Me desculpem, mas eu precisava fazer essa piadinha infame). E agora é sério, sem piadinha, não gostei tanto do livro quanto achei que gostaria quando vi a capa e li a sinopse, a história é totalmente sem pé ou cabeça, não vi propósito nenhum nesse enrendo, o que e é uma pena, porque tem uns temas legais, são abordados de forma tão vaga que torna tudo uma piada.
Os personagens não cativam, não têm propósito no decorrer da história. O romance é péssimo e confuso, e em alguns momentos, simplesmente parecia que iria se tornar um livro erótico, mas então voltava para o mais do mesmo. O livro tem uns erros de continuidade gritantes, se são 18h51 e o personagem precisa estar em tal lugar as 19h, ele tem 9 minutos, e não 15 como é dito no paragrafo seguinte, e pior, na página seguinte ele não pode ter 20, sabe?
É o tipo de história que não convence, o que é uma pena, porque odeio dar nota baixa para autores nacionais, ainda mais independentes.
Eu amei o Matheus e o Carlos. O Andrew é um babaca, não sei com o Mat ainda insiste nesse cara ridículo. Enfim... A forma como Mat e o amigo se redescobrem é fofo e picante. E a Ju, mds. Perfeita.
O autor é bem jovem e essa característica também está no livro. Os muitos erros de português que a obra apresenta por vezes nos confunde, porém é possível saber ao quê o autor se refere. O autor se mostra bem criativo, com muita vontade de contar essa história e, uma das coisas que mais gostei, o jogo de diálogos que existe no livro onde o personagem locutor é trocado e acontece de lermos a mesma história por uma outra visão: a do outro locutor. Infelizmente, isso também nos confunde algumas vezes. Por se tratar de uma história original, criativa, homoafetiva, de um jovem autor brasileiro - qualidades raras na literatura especialmente a brasileira -, definitivamente merece uma boa nota. A última estrela só não é merecida pela quantidade de erros de português e por nos deixar confuso por vezes.